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segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

MG: Assembleia debate fortalecimento da política para o café

As audiências públicas que discutirão a proposta de criação do Fundo Estadual do Café e do Projeto Minas Leite e do Polo de Excelência de Leite e Derivados já têm data marcada para acontecer: 13 de dezembro. Ambas acontecerão no auditório da Assembleia nos turnos da manhã e tarde, respectivamente e foram propostas do presidente da Comissão de Política Agropecuária e Agroindustrial da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, deputado estadual Antônio Carlos Arantes.

O parlamentar é conhecido por ter inúmeras ações em prol dos interesses do homem do campo. Durante uma reunião com o governador Antônio Anastasia, por exemplo, que aconteceu recentemente, o deputado Antônio Carlos e o deputado federal Carlos Melles pediram apoio ao Governo do Estado no sentido de fortalecer o café e o leite em Minas Gerais.

Para participar da audiência que envolve o café, serão convidados o secretário de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Gilman Viana Rodrigues; o presidente da Frente Parlamentar do Café, deputado federal Carlos Melles; a secretária de Estado de Planejamento e Gestão, Renata Vilhena; o presidente da Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado de Minas Gerais, Vilson Luiz da Silva; o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (FAEMG), Roberto Simões; o presidente da Comissão Nacional do Café (CNA), Breno Pereira de Mesquita; e o presidente da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural de Minas Gerais (Emater), Antônio Lima Bandeira.

Já para a audiência que discutirá o projeto Minas Leite, serão chamados também o secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Supeior, Alberto Portugal; o gerente geral da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Duarte Vilela; o gerente executivo do Polo de Excelência do Leite e Derivados, Geraldo Alvim Dusi; e o diretor do Departamento de Agronegócios do Banco do Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), Fernando Lage.

O deputado está otimista com a realização das duas audiências. “Um dos nossos compromissos de campanha era provocar estas discussões em torno do café e do leite, precisamos dar a condição de o produtor trabalhar com capacidade de lucro, gerando, assim, emprego e renda e proporcionar a ele e sua família uma condição digna e estímulo para continuar no campo”, finalizou.

Fonte: Asscom deputado estadual Antônio Carlos Arantes/ Ricardo Gandra

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Minas Gerais aumenta participação no comércio exterior

Minas Gerais registrou o maior valor histórico nas exportações, no acumulado de 12 meses, entre dezembro de 2009 a novembro de 2010. O total registrado foi de US$ 29,65 bilhões. Também a corrente de comércio, no acumulado até novembro de 2010, supera os números alcançados durante os anos de 2008 e 2009.

Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (2) pela Central Exportaminas, vinculada à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede), que realiza mensalmente o Mapeamento das Exportações de Minas Gerais com base nos dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

Embora em novembro as vendas externas tenham caído 9,7% em relação a outubro e atingido US$ 2,9 bilhões, elas significaram um crescimento de 65,9% em comparação com o mesmo mês de 2009. No acumulado entre janeiro e novembro de 2010 as exportações somaram US$ 27,88 bilhões. Os números confirmam a previsão da Central Exportaminas de que o valor no ano deverá superar os US$ 30 bilhões.

O diretor da Central Exportaminas, Jorge Duarte Oliveira, informou que em relação aos 11 meses de 2009 houve uma expansão de 57,1% e uma participação de 15,4% sobre as exportações brasileiras este ano. “O carro chefe é o minério de ferro, mas outras commodities, como café, açúcar e celulose estão tendo resultados de exportação bastante melhores do que em 2009. E, mesmo diante da valorização cambial, setores de menor tradição exportadora, como frutas, também terão em 2010 o melhor desempenho histórico nas exportações”. Há de se observar também a crescente importância da China como principal destino das exportações mineiras, já respondendo por 31,2% do total no período janeiro a outubro, destacou.

Também o saldo comercial de Minas Gerais foi favorável. Em novembro atingiu US$ 2 bilhões, contabilizando crescimento de 95,3% em relação ao valor do mesmo mês de 2009. Embora tenha sido mais de seis vezes superior ao saldo comercial brasileiro, houve queda de 13,2% em relação ao mês de outubro de 2010.

Já a corrente de comércio de novembro de 2010, que alcançou US$ 3,8 bilhões, apresentou expansão de 53,6% em relação a novembro de 2009, mas retração de 7,7% na comparação com o saldo do mês anterior. Entre janeiro de novembro de 2010, a corrente de comércio foi de US$ 37 bilhões, ou 51,3% superior ao mesmo período de 2009.

Com o comércio exterior estadual representando 10,7% do comércio exterior nacional, Minas Gerais importou em 2010 US$ 9,18 bilhões, respondendo por 5,5% das importações nacionais e registrando um crescimento de 36% em relação ao valor verificado em igual período do ano passado. Em novembro, as importações mineiras cresceram 24,1% em relação a novembro de 2009 e atingiram US$ 897,23 milhões.
Fonte: Agência Minas

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Café: Saca supera R$ 8 mil em leilão de MG

O concurso de qualidade do café de Minas Gerais, maior Estado produtor do Brasil, vendeu a saca vencedora por R$ 8,1 mil na semana passada. O valor é o novo recorde entre as sete edições da disputa organizada pela Secretaria de Agricultura mineira.

O café vencedor foi produzido na Fazenda Kaquend, no município de Carmo de Minas, no sul do Estado, pelo produtor Ralph Castro Junqueira. O lance foi dado por um consórcio de compradores formado pela empresa de comercialização de café Carmo Coffees, pela cafeteria Kahlua, de Belo Horizonte, e pelo empresário Bruno Souza, da Academia do Café.

O valor do café do concurso mineiro, no entanto, pode ser superado. No dia 10 de dezembro será divulgado o resultado do leilão do concurso nacional, realizado pela Associação Brasileira das Indústrias de Café (Abic). Os preços de abertura do leilão vão de R$ 643 a R$ 3.433, de acordo com a qualidade de cada um dos dez lotes finalistas.
Fonte: Valor Econômico

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Café em disparada no campo mineiro

Produto Interno Bruto do agronegócio de Minas deve chegar a R$ 94,7 bi, este ano. Participação do estado no PIB nacional do setor alcançará marca histórica de 12,3%

A colheita do agronegócio mineiro vai ser farta este ano. O valor do Produto Interno Bruto (PIB) de todas as cadeias ligadas à agricultura e pecuária em Minas Gerais deve chegar a R$ 94,7 bilhões até o término de 2010. O estado nunca registrou riqueza tão grande no campo. Café, laranja e carvão vegetal foram os grandes responsáveis pela disparada dos resultados no estado. Por causa da valorização dos preços desses e de outros produtos colhidos em Minas, a expectativa é de que o crescimento do PIB do agronegócio mineiro chegue a 8,8%, ou seja, acima dos 7,5% previstos para para o PIB total do país.

O ritmo mais acelerado que o registrado em outras regiões ainda vai permitir que o estado registre uma maior participação no PIB do agronegócio nacional: de 12,3%. A porcentagem também é a maior da série histórica de levantamentos feitos pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) a pedido da Federação da Agricultura e Pecuária de Minas Gerais (Faemg) e da Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária. Para se ter uma ideia, em 2001, quando os estudos começaram a ser executados, Minas era responsável por apenas 9,5% do PIB do agronegócio nacional. E no ano passado, essa participação ficou em 11,47%.

“O bom é que foi uma recuperação da riqueza, ou seja, do produto e não do custo”, observa o secretário da Agricultura, Gilman Viana Rodrigues. Como o estudo do PIB leva em consideração toda a cadeia produtiva do agronegócio – atividades básicas, agroindústria e os setores de insumo e distribuição –, aumento nos valores de transporte ou fertilizantes, por exemplo, também poderiam impactar na alta. Mas não foi o que ocorreu. Ele pondera que a diversificação de cultura no estado também ajudou a expandir a participação na fatia do PIB do agronegócio nacional. Enquanto outras regiões sentiram mais a depreciação de preços de alguns grãos, como o milho, aqui o efeito de valores mais baixos acabou minimizado.

Na opinião do superintendente técnico da Faemg, Affonso Damasio, a participação de 12,3% é histórica. “Minas sempre representava 10% de tudo no país. Agora essa trajetória começou a mudar”, avalia. Para ele, esses números do PIB ainda podem melhorar um pouco mais até o fim do ano. Isso porque as carnes bovinas e suína estão em trajetória de valorização que ainda não foram registradas no estudo atual. Os faturamentos das indústrias de açúcar e álcool e celulose também estão em alta, o que pode impactar o resultado final de 2010. A pesquisadora da área de Macroeconomia do Cepea, Adriana Ferreira Silva, diz que houve uma recuperação do agronegócio em todo o Brasil. “Mas em Minas Gerais esse processo está mais acelerado”, pondera.

O café, segundo Viana, foi a grande vedete de 2010, pois além de ter grande peso na produção agrícola do estado e contar com uma safra mais robusta neste ano também registrou recuperação de preços. “Em 2009 faltou café de qualidade no mercado internacional e a oferta foi quase a zero. O comprador ficou ávido pelo produto e o preço melhorou”, explica Viana. Se o dólar não estivesse tão desvalorizado, frente ao real, os resultados da cultura poderiam ser ainda maiores que os 29% registrados. O cafeicultor Henrique Pinto Bíscaro, de Varginha, no Sul de Minas, confirma que o preço da saca melhorou. “Neste ano consegui ter uma renda bem superior ao custo de produção”, observa. Ele nem se lembrava mais da última vez que isso tinha ocorrido pois na maioria das colheitas anteriores seu lucro quase empatava com o custo. O desempenho fraco do café, inclusive, o levaram a apostar também no eucalipto, que está em alta. “A diversificação é importante.”

No caso da laranja e do carvão vegetal, que tiveram crescimento do PIB em 76% e 59%, respectivamente, a justificativa para a alta foi a base muito baixa do ano passada, em decorrência da crise econômica internacional.
Fonte: Jornal Estado de Minas

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Altos custos da irrigação prejudicam cafeicultores de Minas Gerais

O café invadiu o cerrado mineiro graças ao investimento em irrigação que viabilizou a implantação dos cafezais. Na década de 70, a produtividade média no sequeiro ficava entre 15 e 17 sacas por hectare. Com o café irrigado, passou para 40 sacas.

É a florada que determina se a safra vai ser boa ou não. Em Indianópolis (MG), as flores aparecem na época certa por causa da irrigação. A seca este ano castigou o Triângulo Mineiro e, se não fosse à garantia de água no cafezal, o produtor teria contabilizado prejuízos.

A Fazenda Castelhana, em Monte Carmelo, no Triângulo Mineiro, foi uma das primeiras a investir em irrigação no café. O cafeicultor Diogo Tudela perdeu 92% da safra em 1985 por causa da seca. Não teve mais dúvida e, no ano seguinte, adotou a irrigação e mudou os rumos da propriedade.

– A gente conseguiu ter um incremento grande na produção. Em 25 anos, praticamente dobrou a produtividade através da irrigação porque a água é um fator totalmente limitante na nossa região – afirma o produtor Diogo Tudela, da Fazenda Castelhana.

Atualmente ele produz 30 mil sacas em 785 hectares. Trabalha com tecnologia sustentável, mede coeficiente de evaporação, conhece a capacidade do solo e a hora de irrigar. Tudela acredita que a sociedade está desinformada sobre como os produtores trabalham para reduzir o consumo de água e que a irrigação não é o ano inteiro, e sim, nos meses de abril e maio e setembro e outubro.

– Eu acho que existe muita falta de informação da sociedade porque existe um preconceito muito grande ainda em relação ao agricultor, principalmente quando se fala em irrigação, porque eles acham que a gente está desperdiçando água. Está faltando conhecimento para as pessoas saberem que para você irrigar existe muita tecnologia, muita informação para acionar o sistema, seja ele qual for – acrescenta o produtor.

O custo é o que preocupa. A taxa de energia elétrica aumentou em seis vezes nos últimos 15 anos. Tudela gasta mais de R$ 400 mil por safra – isso que não pode utilizar no horário de pico, das 18h às 21h – cerca de 70% por pivô central, o restante com gotejamento. Ele já investiu mais de R$ 500 mil por conta própria no sistema de distribuição de energia e teve que doar para a concessionária. Hoje, necessita ampliar em 10% a capacidade do sistema, mas falta recurso. A energia elétrica limita o avanço.

– A qualidade que a gente recebe aqui na energia não é a qualidade ideal. A gente vive sofrendo com queda de tensão, queda de voltagem e paralisações com ou sem aviso. Ficamos à mercê dessa qualidade, com queima de motores, com falta de suprimento nas épocas mais necessárias. A gente sofre bastante com isso.

O cafeicultor Gilberto Ferrarini marca, em cada setor do cafezal, quantas horas de água está irrigando. O tensiômetro colocado a 20, 40 e 60 centímetros faz a leitura de como está a umidade no solo, a que profundidade a água está chegando. O sistema é de gotejamento: a caixa de água armazena o que vem de quatro poços artesianos para garantir a irrigação em toda a fazenda. Difícil foi vencer a burocracia para conseguir outorga de água, a autorização que o produtor precisa para implantar o sistema.

– Todos os órgãos públicos em Minas Gerais são muito morosos. O processo todo é muito demorado, é muito documento e, às vezes, acontece até de sumir documento nos próprios órgãos. Com as mudanças estruturais que eles fazem, sai de Uberlândia vai para Belo Horizonte, de Belo Horizonte volta para Uberlândia. Teve o caso de um processo meu que sumiu por cinco anos. São coisas que, para o produtor, são muito difíceis. Além de você estar pagando, tendo esse custo todo, passa a estar irregular com relação a uma coisa que você já fez o pedido – diz Ferrarini.

Uma das alternativas, segundo Devanir dos Santos, gerente de Uso Sustentável de Água e Solo da Agência Nacional de Águas (ANA), é entrar com pedido de outorga no site da instituição.

– É possível montar, no site da ANA, um processo para fazer o pedido de outorga. Na medida do possível, são solicitadas as documentações. A ANA tem o compromisso de liberar em até 60 dias. Quando demora é porque as demandas não foram atendidas. A ANA não cobra por suas outorgas, diferente dos Estados – explica.
Fonte: Canal Rural

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Pancadas de chuva e trovoadas isoladas em Minas Gerais

Região Sudeste

20/10/2010 - Quarta-Feira
Nublado a parcialmente nublado com pancadas de chuva e trovoadas isoladas em Minas Gerais. Nublado com pancadas de chuva no Espírito Santo. Nublado a claro com névoa úmida em São Paulo e possibilidade de geada na Serra da Mantiqueira.
Temperatura: Máx.: 36 °C Mín.: 3 °C

21/10/2010 - Quinta-Feira
Parcialmente nublado a nublado com possibilidade de chuvas isoladas em Minas Gerais. Nublado
a parcialmente nublado no Espírito Santo. Parcialmente nublado no Rio de Janeiro. Claro com névoa seca em São Paulo.
Temperatura: Máx.: 37°C Mín.: 4°C

22/10/2010 - Sexta-Feira
Parcialmente nublado a nublado com possibilidade de chuvas isoladas em Minas Gerais. Parcialmente nublado no Espírito Santo. Parcialmente nublado a claro no Rio de Janeiro. Claro a parcialmente nublado, passando a nublado, com possibilidade de pancadas de chuva no final do período em São Paulo.
Temperatura: Máx.: 39°C Mín.: 11°C

23/10/2010 - Sábado
Parcialmente nublado a nublado com pancadas de chuva isoladas em Minas Gerais e São Paulo. Parcialmente nublado no Rio de Janeiro e Espírito Santo.
Temperatura: Máx.: 39°C Mín.: 11°C

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Clima: Chuva em forma de pancadas em Minas Gerais e norte paulista

As áreas de instabilidade passaram pelo norte de São Paulo na última noite, causando chuva em forma de pancadas na região Mogiana. Nesta madrugada, as chuvas se concentraram no centro e sul de Minas Gerais, onde devem permanecer nesta terça-feira. A chuva diminui um pouco na quarta-feira, mas volta a partir de quinta-feira, e pode ser forte no Paraná e sudoeste de São Paulo.

Previsão do tempo para a região Sudeste

Terça, 05 de outubro de 2010
Nublado com pancadas de chuva e trovoadas isoladas em Minas Gerais, sul e serras do Espírito Santo, Rio de Janeiro e em São Paulo. Demais áreas, parcialmente nublado.
Temperatura: Estável. Máx.: 38°C Mín.: 9°C

Quarta, 06 de outubro de 2010
Nublado com pancadas de chuva e trovoadas isoladas em Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro e em São Paulo.
Temperatura: Estável. Máx.: 37°C Mín.: 10°C

Quinta, 07 de outubro de 2010
Nublado com pancadas de chuva e trovoadas isoladas em Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro e chuva por vezes forte em São Paulo.
Temperatura: Estável. Máx.: 38°C Mín.: 11°C

Sexta, 08 de outubro de 2010
Nublado a parcialmente nublado com pancadas de chuva no leste, sudeste, centro e sul de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo. Chuviscos isolados no norte e leste de São Paulo. Demais regiões mineiras, parcialmente nublado a nublado com possibilidade de chuvas isoladas.
Temperatura: Ligeiro Declínio. Máx.: 37°C Mín.: 10°C
Fonte: Revista Cafeicultura

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Minas confirma liderança mundial no complexo café

Exportações do grão mineiro atingem recorde. No ano receita é de US$ 2,2 bilhões

As exportações mineiras do complexo café (grão e solúvel), no período de janeiro a agosto, alcançaram receita recorde. O valor das vendas do grão mineiro para outros países, nos primeiros oito meses do ano, chegou a US$ 2,2 bilhões. Foi 26,3% superior ao registrado no mesmo período de 2009 e o maior desde 2001.

De acordo com Márcia Aparecida de Paiva Silva, assessora técnica da Superintendência de Política e Economia Agrícola (Spea) da Secretaria da Agricultura de Minas Gerais, o grande sucesso das vendas externas nesse segmento é decorrente do crescimento das exportações do produto em grão, que representou cerca de 99,5% das exportações mineiras do complexo café, nos primeiros oito meses do ano. Ela observa que o fato de Minas ter a maior parte de sua produção, cerca de 99%, destinada ao café arábica contribui para a significativa exportação do grão frente ao café solúvel - fabricado a partir da variedade robusta. "Esses números fazem do estado o maior exportador mundial de café em grão, respondendo por 78,5% das exportações nacionais".

Os seis principais países de destino do café em grão mineiro em 2009 - Alemanha, Estados Unidos, Itália, Japão, Bélgica e Espanha - mantiveram as suas posições em 2010, com captação de 70,4% das exportações mineiras do produto no período de janeiro a agosto. Márcia Silva diz que houve alta nas compras para todos esses países, entre janeiro e agosto. No entanto, destaca-se o incremento das aquisições dos Estados Unidos - tradicional mercado consumidor de café - que foi de 35,2% e chegou a US$ 428,9 milhões.

Os preços em alta do café contribuíram para o crescimento da receita de exportação do grão. A assessora observa que, segundo informações da Organização Internacional de Café (OIC), apesar de uma produção maior em vários países, o aumento do valor pago indica alguma incerteza relacionada aos problemas de oferta no curto prazo. "É válido ressaltar que a melhor remuneração é direcionada ao grão de qualidade superior, considerado escasso no mercado internacional", assinala.

No mundo - O incremento da produção mundial é sinalizado em 11,2%, comparando-se as safras 2009/2010 e 2010/2011, de acordo com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (Usda). Para o período 2010/2011, a safra global é estimada em 139,7 milhões de sacas de 60 quilos, maior volume desde o início da década de 1960.
Fonte: Governo do Estado de MG

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Café: Chuva deve induzir florada no sul de MG

O retorno das chuvas nas lavouras do sul de Minas Gerais deve induzir a florada dos cafezais locais. Segundo colaboradores do Cepea, boa parte das plantas já está abotoada, estágio que antecede o aparecimento das flores. Dessa forma, a expectativa é de que as florações apareçam neste final de semana. É necessário, contudo, que as chuvas sejam constantes, para que haja o “pegamento” das flores. Quanto ao mercado, a forte queda nos preços internacionais de arábica reduziu os negócios no Brasil nessa quinta-feira, 30, conforme levantamentos do Cepea. O Indicador CEPEA/ESALQ do arábica tipo 6 bebida dura para melhor, posto na capital paulista, foi de R$ 318,81/saca de 60 kg na quinta, recuo de 1,5% em relação ao dia anterior.
Fonte: Cepea

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Minas reafirma liderança no mercado mundial de café

O sucesso das vendas externas nesse segmento é decorrente do crescimento das exportações

As exportações mineiras do complexo café (grão e solúvel), no período de janeiro a agosto de 2010, alcançaram receita recorde na comparação dos resultados obtidos pelo Estado em cada um dos períodos acumulados dos oito primeiros meses do ano desde 2001. Esta é uma das conclusões da Superintendência de Política e Economia Agrícola (Spea) da Secretaria da Agricultura de Minas após avaliar os dados divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC/Secex).

De acordo com Márcia Aparecida de Paiva Silva, assessora técnica da Spea, o valor alcançado pelas exportações estaduais do café, até agosto de 2010, foi de US$ 2,2 bilhões, 26,3% superior ao registrado no mesmo período de 2009. "O grande sucesso das vendas externas nesse segmento é decorrente do crescimento das exportações de café em grão, que representou cerca de 99,5% das exportações mineiras do complexo café, nos primeiros oito meses de 2010.

O crescimento da receita de exportação do grão foi de 27,0% ante o período de janeiro a agosto de 2009", ela explica. A assessora ainda considera que o fato de Minas ter a maior parte de sua produção, cerca de 99,0%, destinada ao café arábica contribui para a significativa exportação do grão frente ao café solúvel – fabricado a partir da variedade robusta. "As exportações mineiras fazem do Estado o maior exportador mundial de café em grão, respondendo por 78,5% das exportações nacionais."

Principais destinos

Os seis principais países de destino do café em grão mineiro em 2009 – Alemanha, Estados Unidos, Itália, Japão, Bélgica e Espanha – mantiveram as suas posições em 2010, com captação de 70,4% das exportações mineiras do produto no período de janeiro a agosto. Márcia Silva diz que aqueles destinos das exportações mineiras apresentaram crescimento das importações, entre os primeiros oito meses de 2009 e 2010. Destaca-se o incremento das aquisições dos Estados Unidos – tradicional mercado consumidor de café – que foi de 35,2%, chegando a US$ 428,9 milhões em 2010.

Os preços em alta do café contribuíram para o crescimento da receita de exportação do grão. A assessora observa que, segundo informações da Organização Internacional de Café (OIC) apesar de uma produção maior em vários países, o aumento do preço indica alguma incerteza relacionada aos problemas de oferta no curto prazo. "É válido ressaltar que a melhor remuneração é direcionada ao grão de qualidade superior, considerado escasso no mercado internacional", assinala.

Produção global

O incremento da produção mundial é sinalizado em 11,2%, comparando-se as safras 2009/2010 e 2010/2011, de acordo com informações do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (Usda). Para o período 2010/2011, a produção global é estimada em 139,7 milhões de sacas de 60 quilos, maior volume desde o início da década de 1960.

De acordo com Márcia Silva, o aumento da produção de café arábica, que deve responder por 61,5% da produção mundial do grão, em 14,4%, contribui para o crescimento do volume mundial. O café robusta, por sua vez, deve registrar acréscimo na produção de 6,4%, chegando a 53,7 milhões de sacas de 60 quilos.

Em termos de estoques, são previstos incrementos de 16,0% entre as safras 2009/2010 e 2010/2011, quando o volume estocado deve chegar a 36,3 milhões de toneladas. A União Europeia – que responde por maior parcela dos estoques mundiais (47,4%) – estima incremento em seus estoques de 3,0%. No grupo dos demais países que se destacam em termos de estoque – Brasil, Estados Unidos e Vietnã – a previsão também é de acréscimo.

Força do arábica

O Brasil é o maior produtor mundial de café, respondendo por 39,6% da produção mundial de arábica e robusta. Somente na variedade café arábica, a produção brasileira atinge 48,6% da produção global, e em seguida a produção da Colômbia responde pela parcela de 10,5%.

A produção brasileira, segundo dados da CONAB, é estimada em 47,2 milhões de sacas, 19,6% maior que o volume registrado na safra anterior. Minas Gerais é o maior Estado produtor e responde por 52,3% da produção nacional, equivalente a 24,7 milhões de sacas. Em comparação à safra anterior, de bienalidade negativa, a produção mineira apresenta crescimento de 24,7%.
Fonte: Revista Cafeicultura

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Café/Cepea: MG tem quase 80% da safra 2010/11 colhida

O clima em Minas Gerais (temperatura elevada e baixo índice pluviométrico) tem sido favorável à colheita de café da safra 2010/11, conforme pesquisas do Cepea. A maioria dos cafezais já possui quase 80% da safra colhida e a previsão é de que as atividades terminem em setembro, segundo colaboradores do Cepea. Apesar da maior disponibilidade de grãos, a comercialização no físico brasileiro segue em ritmo lento. Na terça-feira, 10, o Indicador CEPEA/ESALQ do arábica tipo 6 bebida dura para melhor, posto na capital paulista, foi de R$ 308,56/saca de 60 kg, ligeira queda de 0,13% em relação ao de segunda.
Fonte: Cepea

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Café: MG tem quase 50% da safra colhida

A colheita de café em Minas Gerais segue em ritmo satisfatório, conforme pesquisas do Cepea. Segundo agentes mineiros consultados pelo Cepea, quase metade da safra 2010/11 já foi colhida, sendo considerado normal para o período. Assim, se as condições meteorológicas permanecerem favoráveis, as atividades devem ser finalizadas até setembro. Alguns produtores consultados pelo Cepea, no entanto, relatam dificuldade na contratação da mão-de-obra, visto que alguns colhedores estão cobrando até três vezes mais em relação à safra anterior. Quanto aos preços, o Indicador CEPEA/ESALQ do arábica tipo 6 bebida dura para melhor, posto na capital paulista, foi de R$ 298,10/saca de 60 kg na quinta-feira, 22, queda de 3,1% em relação à quinta anterior. Agentes consultados pelo Cepea afirmam que as vendas estão lentas.
Fonte: Cepea/Esalq

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Colheita do café movimenta o comércio em Minas Gerais

A colheita do café está movimentando o comércio das cidades do sul de Minas Gerais. Milhares de pessoas são contratadas, de várias partes do país, para trabalhar nas lavouras. No município de Cabo Verde, por exemplo, cinco mil apanhadores chegaram para a safra.

É o canto da alegria e também da saudade. O grupo que trabalha na fazenda em Cabo Verde é do Estado de Alagoas, a mais de dois mil quilômetros de Minas Gerais.

Para garantir um bom salário a rapidez conta muito. “Se trabalhar devagar ganha pouco. Tem que fazer uma média para sair uma diarinha boa”, disse trabalhador rural Jailson dos Santos.

É a colheita do principal produto agrícola da região que atrai tanta gente de longe. “Eu acredito que o sul de Minas esteja importando nesse momento cerca de 800 mil pessoas de vários Estados do Brasil”, calculou Gilson Ximenes, presidente do Conselho Nacional do Café.

Em outra fazenda, das 300 pessoas contratadas nesta safra, duzentas vieram de fora. “O pessoal vem durante esse período e tem um ganho efetivo de R$ 800 a mil reais em média”, explicou o agricultor Eduardo Lima de Sousa.

Mas nem todo o dinheiro que os apanhadores recebem com a colheita é levado para as cidades de onde vieram. Uma parte fica no sul de Minas. Por isso, nessa época os comerciantes da região esperam um faturamento maior. Afinal, tem mais gente circulando pela região.

Segundo o Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Cabo Verde, o município de 14 mil habitantes recebe neste período mais cinco mil pessoas. “No começo da safra já vem com destino certo. Eu imagino que eles gastem em torno de 30% de seu salário no comércio local”, explicou o presidente do sindicato Reginaldo Roberto da Silva.

Para atender aos consumidores o dono do supermercado já teve de reforçar o estoque de alimentos. “Aumenta em torno de 50% a 60% as vendas. Nossa esperança é vender bastante para poder passar a outra temporada fraca”, disse Cláudio Siqueira, dono do supermercado.

No final de semana dobra o movimento de hóspedes na pousada. “Eles querem vir se divertir, passear e fazer compras. De madrugada, eles não têm como voltar para a roça e se hospedam na pousada”, contou Zeferino Andrade Melo, gerente da pousada.

Já o trabalhador rural Deusdeti José da Silva prefere economizar. “Juntando para casar. Comprar minha aliança e fazer meu casamento no norte, com fé em Deus", planejou.

De acordo com o Sindicato Rural de Cabo Verde, os trabalhadores de outras regiões devem ficar no município até agosto, quando termina a colheita do café.
Fonte: Globo Rural

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Colheita atinge 55% na Zona da Mata de Minas Gerais

A colheita da nova safra de café (2010) avança na região de atuação da Cooperativa dos Cafeicultores da Região de Caratinga (Coopercafé), na Zona da Mata de Minas Gerais.

Segundo o gerente de comercialização da cooperativa, Paulo Tavares, as chuvas que prejudicaram a evolução dos trabalhos nas últimas semanas deram uma trégua, entretanto, o clima continua frio e nublado, dificultando a secagem dos grãos. Estima-se que, até o momento, aproximadamente 55% já foi colhido.

A expectativa é de que a safra apresente uma quebra de 15% a 20% em relação a produção do ano passado, após um período de estiagem e floradas desiguais. Em 2009, na região de atuação da Copercafé a colheita encerrou com cerca de 750 a 800 mil sacas. Porém, este volume ainda não é definitivo. "Não se sabe ainda o rendimento nas lavouras, então é muito cedo para se afirmar o tamanho da safra", disse o gerente de comercialização da cooperativa.

A comercialização de café, por sua vez, está travada na região. Estima-se que até o momento, cerca de 15% da safra 2010 de café já foi comercializada na região.
Fonte: Revista Cafeicultura

terça-feira, 8 de junho de 2010

Técnicos do Incaper participam de curso de cafeicultura em Minas Gerais

Aproximadamente 30 técnicos do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper), órgão vinculado à Secretaria de Estado da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag), participam, nesta terça (08) e quarta-feira (09), do 5º Curso de Atualização em Cafeicultura, no Centro de Treinamento da Heringer, no município de Martins Soares, em Minas Gerais.

O evento é uma realização do Incaper, em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), que tem por objetivo atualizar os técnicos do setor agrícola sobre as mais modernas tecnologias de cultivo do café. Ao todo, são 80 participantes, sendo 40 de Minhas Gerais e 40 do Espírito Santo.

Dentre os vários especialistas que ministrarão palestras técnicas sobre diversos aspectos ligados às práticas adequadas de manejo das lavouras, estão o diretor-presidente do Incaper, Evair Vieira de Melo, que falará sobre qualidade de café, e o pesquisador do Instituto, Maurício José Fornazier, que vai abordar o tema Manejo de Praga e doenças do café.

Segundo o pesquisador do Incaper e coordenador do Programa Estadual de Cafeicultura, Romário Gava Ferrão, o município mineiro apresenta condições de clima e solo similares às do Espírito Santo, sendo possível haver a troca de experiência entre os estados vizinhos sobre as tecnologias utilizadas nas lavouras de café arábica.

“Com o treinamento, o Instituto pretende atualizar os técnicos do Instituto com informações sobre as tecnologias de condução da lavoura, procedimento adotados na adubação, poda, adensamento, manejo de pragas e doenças, práticas de conservação do solo, colheita e pós colheita. Dessa forma, os extensionistas poderão orientar de forma mais acertada os agricultores familiares do Estado, melhorando assim as condições do setor cafeeiro capixaba”, afirma Ferrão.

Programação:

Terça-feira 8 de junho

9:00 – 9:30 Abertura - Gessy Gomes Pereira – Gerente Comercial - Fertilizantes Heringer Manhuaçu

9:30 – 10:00 - Linha de produtos diferenciados Fertilizantes Heringer” – Eng Agrônomo Henrique Maia Ribeiro – Gerente Unidade São João do Manhuaçu“

10:00 as 11:30 - “Renovação de cafezais e desafios no seu manejo” – Jose Brás Matiello – Eng. Agrônomo – Pesquisador MAPA Pró Café

12:00 – 13:00 - Almoço

13:00 – 14:30 - “Variedades de café arábica para a cafeicultura de montanha” – Saulo Roque de Almeida - Pesquisador MAPA Pró Café e Cesar Krohling – Eng Agronomo

14:30 – 14:45 - Intervalo

14;45 – 16:15 - “Adubação racional de cafezais e resultados de adubação na Zona da Mata” – Eng Agrônomo Antonio Wander - Pesquisador MAPA Pró Café e Sinesio Leite Filho – Supervisor de Pesquisas Fertilizantes Heringer

16:15 – 16:30 - Intervalo

16:30 – 17:30 – “Pragas no cafeeiro” – Mauricio Fornazier – Eng. Agrônomo Incaper

Quarta-feira 9 de junho

8:00 – 9:00 - “Principais doenças do cafeeiro e seu controle” - Saulo Roque de Almeida - Pesquisador MAPA Pró Café e Cesar Krohling – Eng Agronomo

9:00 – 9:15 - Intervalo

9:15 - 10:15 – “Sistemas de Poda em Cafeeiros” – Jose Brás Matiello – Eng. Agrônomo – Pesquisador MAPA Pró Café

10:15 – 10:30 Intervalo

10:30 11:30 – “Preparo e qualidade do café” – Evair Vieira de Melo – Administrador – Diretor Presidente Incaper

11:30 – 12:30 Almoço

12:30 – 15:00 - “Resultados de Pesquisa do Cepec” – Sinésio Leite Filho – Técnico Agricola e gestor do Agronegócio – Supervisor de Pesquisa – Cepec/Fertilizantes Heringer

15:00 – Encerramento – Adilson Scantanburlo da Cunha– Gerente Comercial - Fertilizantes Heringer Manhuaçu
Fonte: Incaper

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Colheita do café no Sul de Minas é irregular e não chega a 10%

A colheita de café da safra 2010 na região de atuação da Cooxupé (Cooperativa Regional de Cafeicultores em Guaxupé), que atua no sul e cerrado de Minas Gerais e em parte de São Paulo, está muito irregular, com muitos grãos verdes sendo colhidos junto com os grãos cereja.

Segundo o gerente de desenvolvimento técnico da Cooxupé, Joaquim Goulart, nas regiões de maior altitude do sul mineiro, a colheita começou e em muitas áreas teve de parar tamanha a incidência de grãos verdes. Isso ocorre devido ao número excessivo, e o longo período, de floradas no segundo semestre do ano passado.

"A qualidade do cereja é boa, mas vamos ter muitos grãos verdes do começo ao fim da colheita", disse Joaquim Goulart à Agência SAFRAS. Observa que normalmente a catação é de 15% na média, e este ano passará de 20%, sendo que no momento ela passa de 30%, com muitos grãos verdes.

Os trabalhos estão andando melhor nas áreas de menor altitude, próximas à Represa de Furnas, como Altinópolis, Alfenas e Campos Gerais. No geral, Goulart acredita que, no sul de Minas Gerais e na parte de São Paulo em que atua a Cooxupé, a colheita não chega a 10%. Já no cerrado mineiro, a colheita está mais avançada, em torno de 15%/20%.

Goulart indica que o alto índice de grãos verdes deve afetar o rendimento no beneficiamento do café e o número final da safra nas regiões de atuação da Cooxupé. Destaca que especialmente em São Paulo se esperavam grãos de peneiras mais altas, e estão vindo mais baixas.
Fonte: Revista Cafeicultura