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quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Colheita atrasa na Índia e valoriza café

O preço do café negociado na Bolsa de Nova York subiu com força ontem. Participantes do mercado estão preocupados com o atraso da colheita na Índia, por causa do excesso de chuvas em áreas produtoras, e puxaram para cima as cotações. O contrato de café para entrega em dezembro fechou com valorização de 3,48%, cotado a 203,45 centavos de dólar por libra-peso.

O mercado continua sustentado pois a oferta global da commodity é apertada. O clima é desfavorável na Colômbia, na América Central e no Brasil, reduzindo a produção e atrasando embarques. E os estoques dos exportadores estão com níveis baixos. Por isso, analistas dizem que os preços têm mais espaço para avançar. Outro produto que subiu por motivo semelhante ao do café foi o algodão, em Nova York. A ideia de que o suprimento disponível no mundo não será suficiente para acompanhar o consumo estimulou a alta. Ontem, o contrato com vencimento em dezembro subiu 2,94%. Embora as exportações da fibra dos Estados Unidos nesta semana tenham sido quase 50% inferiores às da semana passada, as vendas têm ritmo mais acelerado do que um ano atrás. A China é o principal destino do produto.

Previsões de oferta e demanda mantêm, ainda, a sustentação do preço do milho em Chicago. A alta de 0,52% foi reflexo da preocupação com a safra americana, que pode ter rendimento menor do que o previsto.
Fonte: O ESTADO DE S. PAULO

Café: Com atraso na colheita do Vietnã, preços se sustentam em NY

O atraso da colheita no Vietnã em decorrência das chuvas voltou a oferecer sustentação às cotações do café ontem no mercado internacional, conforme relato da Dow Jones Newswires. Na bolsa de Nova York, os contratos com vencimento em março de 2011 fecharam a US$ 2,0155 por libra-peso, ganho de 175 pontos em relação à véspera. Traders da bolsa de Londres, onde também houve alta e o atual patamar de negociações é elevado como no mercado nova-iorquino, que testa máximas em 13 anos, temem que os atrasos vietnamitas comprometam prazos de entrega acordados com importadores. No mercado doméstico, o indicador Cepea/Esalq para a saca de 60 quilos do café arábica posta na cidade de São Paulo caiu 4,01% na segunda-feira, para R$ 336,35.
Fonte: Valor Econômico

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Café em disparada no campo mineiro

Produto Interno Bruto do agronegócio de Minas deve chegar a R$ 94,7 bi, este ano. Participação do estado no PIB nacional do setor alcançará marca histórica de 12,3%

A colheita do agronegócio mineiro vai ser farta este ano. O valor do Produto Interno Bruto (PIB) de todas as cadeias ligadas à agricultura e pecuária em Minas Gerais deve chegar a R$ 94,7 bilhões até o término de 2010. O estado nunca registrou riqueza tão grande no campo. Café, laranja e carvão vegetal foram os grandes responsáveis pela disparada dos resultados no estado. Por causa da valorização dos preços desses e de outros produtos colhidos em Minas, a expectativa é de que o crescimento do PIB do agronegócio mineiro chegue a 8,8%, ou seja, acima dos 7,5% previstos para para o PIB total do país.

O ritmo mais acelerado que o registrado em outras regiões ainda vai permitir que o estado registre uma maior participação no PIB do agronegócio nacional: de 12,3%. A porcentagem também é a maior da série histórica de levantamentos feitos pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) a pedido da Federação da Agricultura e Pecuária de Minas Gerais (Faemg) e da Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária. Para se ter uma ideia, em 2001, quando os estudos começaram a ser executados, Minas era responsável por apenas 9,5% do PIB do agronegócio nacional. E no ano passado, essa participação ficou em 11,47%.

“O bom é que foi uma recuperação da riqueza, ou seja, do produto e não do custo”, observa o secretário da Agricultura, Gilman Viana Rodrigues. Como o estudo do PIB leva em consideração toda a cadeia produtiva do agronegócio – atividades básicas, agroindústria e os setores de insumo e distribuição –, aumento nos valores de transporte ou fertilizantes, por exemplo, também poderiam impactar na alta. Mas não foi o que ocorreu. Ele pondera que a diversificação de cultura no estado também ajudou a expandir a participação na fatia do PIB do agronegócio nacional. Enquanto outras regiões sentiram mais a depreciação de preços de alguns grãos, como o milho, aqui o efeito de valores mais baixos acabou minimizado.

Na opinião do superintendente técnico da Faemg, Affonso Damasio, a participação de 12,3% é histórica. “Minas sempre representava 10% de tudo no país. Agora essa trajetória começou a mudar”, avalia. Para ele, esses números do PIB ainda podem melhorar um pouco mais até o fim do ano. Isso porque as carnes bovinas e suína estão em trajetória de valorização que ainda não foram registradas no estudo atual. Os faturamentos das indústrias de açúcar e álcool e celulose também estão em alta, o que pode impactar o resultado final de 2010. A pesquisadora da área de Macroeconomia do Cepea, Adriana Ferreira Silva, diz que houve uma recuperação do agronegócio em todo o Brasil. “Mas em Minas Gerais esse processo está mais acelerado”, pondera.

O café, segundo Viana, foi a grande vedete de 2010, pois além de ter grande peso na produção agrícola do estado e contar com uma safra mais robusta neste ano também registrou recuperação de preços. “Em 2009 faltou café de qualidade no mercado internacional e a oferta foi quase a zero. O comprador ficou ávido pelo produto e o preço melhorou”, explica Viana. Se o dólar não estivesse tão desvalorizado, frente ao real, os resultados da cultura poderiam ser ainda maiores que os 29% registrados. O cafeicultor Henrique Pinto Bíscaro, de Varginha, no Sul de Minas, confirma que o preço da saca melhorou. “Neste ano consegui ter uma renda bem superior ao custo de produção”, observa. Ele nem se lembrava mais da última vez que isso tinha ocorrido pois na maioria das colheitas anteriores seu lucro quase empatava com o custo. O desempenho fraco do café, inclusive, o levaram a apostar também no eucalipto, que está em alta. “A diversificação é importante.”

No caso da laranja e do carvão vegetal, que tiveram crescimento do PIB em 76% e 59%, respectivamente, a justificativa para a alta foi a base muito baixa do ano passada, em decorrência da crise econômica internacional.
Fonte: Jornal Estado de Minas

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Mão de obra escassa e curto tempo de colheita podem prejudicar café

A perspectiva é de “safra cheia” para 2010 em todo o país para os produtores de café. De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para julho, divulgados nesta quinta-feira (5), a produção estimada no auge da safra 2010 é de 2.753.091 toneladas, ou 45,8 milhões de sacas de 60 quilos em grãos beneficiados. A produção deve crescer 13,2% em relação a 2009, quando o número de sacas produzidas foi de 40,5 milhões.

O IBGE alertou, no entanto, que, apesar de a produção ser grande, a qualidade pode ser prejudicada pela de mão de obra nas maiores regiões produtoras. O gerente de agricultura do instituto, Mauro Andreazzi, explicou que as constantes chuvas durante o inverno em 2009 acarretaram várias florações.

“Agora, na colheita, que é feita predominantemente por mão de obra braçal, encontramos frutos maduros e frutos verdes. Como a mão de obra é escassa e cara, e o tempo de colheita é muito curto, esses frutos acabam se misturando, e em alguns casos a mistura chega a 50%, comprometendo a qualidade do produto.”

Ainda segundo o IBGE, esse fato é agravado pelas informações de que os estoques de café de qualidade já são raros em todo o país. A boa notícia para o consumidor é que os preços não devem aumentar.
Fonte: Agência Brasil

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Cafezais de robusta já apresentam primeira florada, diz Cepea

A colheita de robusta está praticamente encerrada na maioria das lavouras do Espírito Santo, conforme pesquisas do Cepea. Segundo agentes locais consultados pelo Cepea, os cafezais da variedade já apresentaram uma boa florada em meados de julho, mas ainda é cedo para se estimar o pegamento das flores. Quanto aos preços, na quinta-feira, 29, o Indicador CEPEA/ESALQ do robusta tipo 6 peneira 13 acima foi de R$ 173,86/saca, aumento de 0,9% em relação ao de quarta. O tipo 7/8 bica corrida finalizou a R$ 165,60/sc, avanço de 0,7% no mesmo período – ambos a retirar no Espírito Santo.
Fonte: Cepea/Esalq

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Cafezais de robusta já apresentam primeira florada

A colheita de robusta está praticamente encerrada na maioria das lavouras do Espírito Santo, conforme pesquisas do Cepea. Segundo agentes locais consultados pelo Cepea, os cafezais da variedade já apresentaram uma boa florada em meados de julho, mas ainda é cedo para se estimar o pegamento das flores. Quanto aos preços, na quinta-feira, 29, o Indicador CEPEA/ESALQ do robusta tipo 6 peneira 13 acima foi de R$ 173,86/saca, aumento de 0,9% em relação ao de quarta. O tipo 7/8 bica corrida finalizou a R$ 165,60/sc, avanço de 0,7% no mesmo período – ambos a retirar no Espírito Santo.
Fonte: Cepea/Esalq

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Colheita do conilon está praticamente encerrada no Espírito Santo

A colheita da safra de café conilon 2010 no Espírito Santo está dada como encerrada. Para o arábica, a colheita é estimada na faixa de 50%. A avaliação parte de Marcus Magalhães, da Maros Corretora. Na média, a colheita no Espírito Santo está em torno de 80%. O clima para a colheita continuou ajudando nas últimas semanas.

A Conab (Companhia Nacional do Abastecimento) apontou a produção 2010 do Espírito Santo em 11,031 milhões de sacas, com aumento de 8,2% sobre a safra anterior, que foi de 10,205 milhões de sacas. Segundo Magalhães, pode ser que haja alguma quebra na safra do estado. O clima foi seco e prejudicial no começo do ano. Ele observa que a renda no beneficiamento do café está aquém do esperado.

No mercado, os negócios andam muito lentamente, dando em muitos momentos o sinal de "entressafra", como caracteriza Magalhães. O preço do conilon tipo 7 está em torno de R$ 165,00/170,00. Segundo ele, cerca de 40% do que foi colhido foi comercializado até o momento para a safra do conilon.

Já o arábica rio tipo 7 está em R$ 215,00/220,00 a saca, tendo sido negociado cerca de 20% do que foi colhido.
Fonte: Revista Cafeicultura

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Safras estima colheita 2010/11 no Brasil em 67 %

A colheita de café da safra brasileira 2010/11 está em 67% do total a ser produzido, até 21 de julho. O número faz parte do levantamento semanal de SAFRAS & Mercado para a evolução da colheita da safra nova.

A colheita de café da safra brasileira 2010/11 está em 67% do total a ser produzido, até 21 de julho. O número faz parte do levantamento semanal de SAFRAS & Mercado para a evolução da colheita da safra nova. A colheita está ligeiramente adiantada em relação a igual período do ano passado, quando 66% da safra 2009/10 estava colhida. A colheita evoluiu 4 pontos percentuais no comparativo com a semana anterior encerrada em 14 de julho, quando 63% da safra estava colhida.

Tomando por base a estimativa de SAFRAS para a produção de café do Brasil em 2010/11, de 54,6 milhões de sacas de 60 quilos, é apontado que foram colhidas 36,74 milhões de sacas (67%).
Fonte: Safras & Mercado

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Café cai 3% com colheita no Brasil

As cotações do café tiveram forte queda na Bolsa de Nova York, ontem, por causa das condições climáticas favoráveis à colheita da safra 2010/11 no Brasil, maior produtor mundial da commodity. O contrato setembro, o mais negociado, cedeu 3,21%, para 158,55 centavos de dólar por libra-peso.

O tempo secou nas áreas produtoras, após alguns dias de chuva, permitindo o avanço do trabalho do campo. O mercado também foi direcionado pelo comportamento dos fundos de investimento que, com base em parâmetros técnicos, resolveram vender contratos do grão.

Na Bolsa de Chicago, os preços do milho caíram igualmente sob a influência do clima. Choveu nas áreas produtoras dos Estados Unidos, onde as lavouras da nova safra se desenvolvem e precisam de umidade. O contrato setembro do grão, o mais negociado, perdeu 1,97%, para fechar em US$ 3,74 por bushel. A alta do dólar ante o euro e outras moedas foi outro fator responsável pela queda dos preços de várias commodities agrícolas. Isso porque a valorização da divisa americana torna os produtos vendidos nessa moeda mais caros para os importadores.

Sustentada pela demanda internacional, especialmente da China, e pelos ganhos no petróleo, a cotação da soja conseguiu se desvincular do dólar e do clima e subiu em Chicago. O contrato novembro ganhou 0,10%, em US$ 9,73 por bushel.
Fonte: O ESTADO DE S. PAULO

segunda-feira, 12 de julho de 2010

ES: trinta milhões de reais para a colheita de café

Já chegaram ao Banestes os recursos do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé) para a colheita referente à safra 2009/2010. O montante liberado pelo Ministério da Agricultura é de R$ 30 milhões, destinados ao financiamento de despesas com a colheita de café.

Segundo explica o gerente de Crédito Rural do Banestes, José Augusto de Oliveira, o limite de crédito é de R$ 4 mil por hectare de cafezal e financiamento máximo de R$ 400 mil por produtor rural. Os juros são de 6,75% ao ano e o prazo de reembolso é dezembro/2010, para o café Robusta (Conilon) ou Arábica.

Para ter acesso ao crédito, os produtores rurais correntistas do Banco devem se dirigir à agência bancária onde mantêm sua conta-corrente. Os produtores rurais não-correntistas podem procurar uma das agências Banestes distribuídas por todos os 78 municípios do Estado do Espírito Santo. Produtores rurais de Nanuque, em Minas Gerais, e de Teixeira de Freitas, na Bahia, também contam com agências Banestes em suas cidades.
Fonte: ES Hoje

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Colheita do café movimenta o comércio em Minas Gerais

A colheita do café está movimentando o comércio das cidades do sul de Minas Gerais. Milhares de pessoas são contratadas, de várias partes do país, para trabalhar nas lavouras. No município de Cabo Verde, por exemplo, cinco mil apanhadores chegaram para a safra.

É o canto da alegria e também da saudade. O grupo que trabalha na fazenda em Cabo Verde é do Estado de Alagoas, a mais de dois mil quilômetros de Minas Gerais.

Para garantir um bom salário a rapidez conta muito. “Se trabalhar devagar ganha pouco. Tem que fazer uma média para sair uma diarinha boa”, disse trabalhador rural Jailson dos Santos.

É a colheita do principal produto agrícola da região que atrai tanta gente de longe. “Eu acredito que o sul de Minas esteja importando nesse momento cerca de 800 mil pessoas de vários Estados do Brasil”, calculou Gilson Ximenes, presidente do Conselho Nacional do Café.

Em outra fazenda, das 300 pessoas contratadas nesta safra, duzentas vieram de fora. “O pessoal vem durante esse período e tem um ganho efetivo de R$ 800 a mil reais em média”, explicou o agricultor Eduardo Lima de Sousa.

Mas nem todo o dinheiro que os apanhadores recebem com a colheita é levado para as cidades de onde vieram. Uma parte fica no sul de Minas. Por isso, nessa época os comerciantes da região esperam um faturamento maior. Afinal, tem mais gente circulando pela região.

Segundo o Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Cabo Verde, o município de 14 mil habitantes recebe neste período mais cinco mil pessoas. “No começo da safra já vem com destino certo. Eu imagino que eles gastem em torno de 30% de seu salário no comércio local”, explicou o presidente do sindicato Reginaldo Roberto da Silva.

Para atender aos consumidores o dono do supermercado já teve de reforçar o estoque de alimentos. “Aumenta em torno de 50% a 60% as vendas. Nossa esperança é vender bastante para poder passar a outra temporada fraca”, disse Cláudio Siqueira, dono do supermercado.

No final de semana dobra o movimento de hóspedes na pousada. “Eles querem vir se divertir, passear e fazer compras. De madrugada, eles não têm como voltar para a roça e se hospedam na pousada”, contou Zeferino Andrade Melo, gerente da pousada.

Já o trabalhador rural Deusdeti José da Silva prefere economizar. “Juntando para casar. Comprar minha aliança e fazer meu casamento no norte, com fé em Deus", planejou.

De acordo com o Sindicato Rural de Cabo Verde, os trabalhadores de outras regiões devem ficar no município até agosto, quando termina a colheita do café.
Fonte: Globo Rural

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Jaguaré festeja fim da colheita do café

Entre os dias 02 e 04 de julho, Jaguaré vai comemorar o fim da colheita do café. O sindicato rural do município, em parceria com a Federação da Agricultura e Pecuária do Espírito Santo – Faes, o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural – Senar/ES e a Prefeitura, promoverão a 19ª Festa do Produtor Rural, no Parque de Exposição Alpheu Sossai.

São esperadas cerca de 50 mil pessoas durante os três dias de festa. No sábado, às 09h30 haverá uma mega cavalgada, com chegada na Fazenda Bizzi. Domingo é dia de show de prêmios, com o sorteio de três motos. No local do evento serão montados estandes com maquinário, tratores e carros. E para animar a programação, bandas de estilos musicais variados e parque de diversões.

19º Festa do Produtor Rural
Data: 02 a 04 de julho
Local: Parque de Exposição Alpheu Sossai – Jaguaré - ES

Programação:

- Sexta-feira
Carlinhos e Éder
Banda Os Sacanas

- Sábado
Mega Cavalgada com saída às 09h30. Chegada na Fazenda Bizzi.
Araketu
Cristian Greik
Banda Samantha

- Domingo
Show de Prêmios com três motos
Show com Rodrigo Balla
Banda Quebra e Samba
Fonte: Iá! Comunicação

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Safras estima colheita 2010/2011 no Brasil em 43 %

A colheita de café da safra brasileira 2010/11 está em 43% do total a ser produzido, até 23 de junho.

O número faz parte do levantamento semanal de SAFRAS & Mercado para a evolução da colheita da safra nova.

Tomando por base a estimativa de SAFRAS para a produção de café do Brasil em 2010/11, de 54,6 milhões de sacas de 60 quilos, é apontado que foram colhidas 23,72 milhões de sacas.
Fonte: Revista Cafeicultura

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Colheita do Conillon no Espírito Santo atinge 40/50%

A colheita da safra de café conillon 2010 no Espírito Santo está em cerca de 40% a 50% da produção esperada. Para o arábica, a colheita é estimada na faixa de 25%. A avaliação parte de Marcus Magalhães, da Maros Corretora. Na média, a colheita no Espírito Santo está entre 30% a 35%.

O clima para a colheita é considerado bom, sem chuvas. A Conab (Companhia Nacional do Abastecimento) apontou a produção 2010 do Espírito Santo em 11,031 milhões de sacas, com aumento de 8,2% sobre a safra anterior, que foi de 10,205 milhões de sacas.

No mercado, as cotações estão firmes hoje no Espírito Santo, com conillon novo cotado entre R$ 160,00/165,00 a saca. Já o arábica rio tipo 7 está em R$ 205,00/210,00, com negócios isolados no dia.

Quanto ao andamento da comercialização, estima-se que para o conillon 15% a 20% do que foi colhido já foi negociado, enquanto para o arábica 10% do que foi colhido foi negociado.

As temperaturas devem cair bastante no final de semana na região cafeeira capixaba, mas não são esperadas geadas.
Fonte : Revista Cafeicultura

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Colheita atinge 55% na Zona da Mata de Minas Gerais

A colheita da nova safra de café (2010) avança na região de atuação da Cooperativa dos Cafeicultores da Região de Caratinga (Coopercafé), na Zona da Mata de Minas Gerais.

Segundo o gerente de comercialização da cooperativa, Paulo Tavares, as chuvas que prejudicaram a evolução dos trabalhos nas últimas semanas deram uma trégua, entretanto, o clima continua frio e nublado, dificultando a secagem dos grãos. Estima-se que, até o momento, aproximadamente 55% já foi colhido.

A expectativa é de que a safra apresente uma quebra de 15% a 20% em relação a produção do ano passado, após um período de estiagem e floradas desiguais. Em 2009, na região de atuação da Copercafé a colheita encerrou com cerca de 750 a 800 mil sacas. Porém, este volume ainda não é definitivo. "Não se sabe ainda o rendimento nas lavouras, então é muito cedo para se afirmar o tamanho da safra", disse o gerente de comercialização da cooperativa.

A comercialização de café, por sua vez, está travada na região. Estima-se que até o momento, cerca de 15% da safra 2010 de café já foi comercializada na região.
Fonte: Revista Cafeicultura

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Crédito para custeio e colheita de café do Funcafé serão unificadas

A partir de abril do próximo ano, as operações de crédito destinadas a custeio e colheita de café com recursos do Funcafé serão unificadas. A decisão foi tomada pelos componentes do Conselho Monetário Nacional (CMN). "A partir de 2011, vamos acabar com os dois créditos que têm café, o de custeio e o de colheita", disse o secretário adjunto de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Gilson Bittencourt.

Indagado por jornalistas sobre o motivo que teria levado à decisão de união, o secretário respondeu com outra pergunta: "Por que dois?". Ele garantiu que o produtor não sairá perdendo com a concentração. "É para simplificar", resumiu, informando que esta é uma demanda do setor e argumentando que as despesas referentes à colheita também compõem o item custeio. Bittencourt disse que a data foi escolhida para não atrapalhar o andamento das tomadas de crédito deste ano.
Fonte: Campo Vivo

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Colheita do café no Sul de Minas é irregular e não chega a 10%

A colheita de café da safra 2010 na região de atuação da Cooxupé (Cooperativa Regional de Cafeicultores em Guaxupé), que atua no sul e cerrado de Minas Gerais e em parte de São Paulo, está muito irregular, com muitos grãos verdes sendo colhidos junto com os grãos cereja.

Segundo o gerente de desenvolvimento técnico da Cooxupé, Joaquim Goulart, nas regiões de maior altitude do sul mineiro, a colheita começou e em muitas áreas teve de parar tamanha a incidência de grãos verdes. Isso ocorre devido ao número excessivo, e o longo período, de floradas no segundo semestre do ano passado.

"A qualidade do cereja é boa, mas vamos ter muitos grãos verdes do começo ao fim da colheita", disse Joaquim Goulart à Agência SAFRAS. Observa que normalmente a catação é de 15% na média, e este ano passará de 20%, sendo que no momento ela passa de 30%, com muitos grãos verdes.

Os trabalhos estão andando melhor nas áreas de menor altitude, próximas à Represa de Furnas, como Altinópolis, Alfenas e Campos Gerais. No geral, Goulart acredita que, no sul de Minas Gerais e na parte de São Paulo em que atua a Cooxupé, a colheita não chega a 10%. Já no cerrado mineiro, a colheita está mais avançada, em torno de 15%/20%.

Goulart indica que o alto índice de grãos verdes deve afetar o rendimento no beneficiamento do café e o número final da safra nas regiões de atuação da Cooxupé. Destaca que especialmente em São Paulo se esperavam grãos de peneiras mais altas, e estão vindo mais baixas.
Fonte: Revista Cafeicultura

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Colheita do conillon no Espírito Santo chega a cerca de 30%

A colheita de café conillon no Espírito Santo da safra 2010 está em torno de 30% do total. Os trabalhos agora estão evoluindo melhor, já que os produtores esperaram as lavouras terem uma granação mais parelha. A avaliação parte do presidente da Cooperativa Agrária dos Cafeicultores de São Gabriel da Palha (Cooabriel), Antônio Joaquim de Souza Neto, que falou à Agência SAFRAS. A Cooabriel atua principalmente no nordeste e norte do ES.

Entretanto, a falta de chuvas de 100 dias, com dezembro, janeiro e fevereiro tendo sido de estiagem, deve causar uma quebra significativa na safra do conillon capixaba. A Companhia Nacional do Abastecimento (Conab) estimou a safra de conillon do Espírito Santo em 2010 em 8,144 milhões de sacas, com crescimento de 7,1% sobre a safra de 2009, indicada em 7,602 milhões de sacas.

Segundo Antônio Joaquim, 20% do que foi colhido até agora foi beneficiado apenas. E o rendimento está aquém do esperado, o que justifica a expectativa de quebra da safra. "Normalmente temos 45 sacas por secador, e agora está dando 35", afirmou Antônio Joaquim.

Assim, enquanto a Conab estima safra do conillon de 8,1 milhões de sacas, Antônio Joaquim acredita mais em uma produção de no máximo 7 milhões de sacas.
Fonte : Revista Cafeicultura

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Qualidade deve ser o foco da colheita de café

A colheita do café se inicia nas principais regiões cafeeiras, com estimativa da Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB) para uma safra em torno de 47 milhões de sacas. Muitos produtores estão atentos aos cuidados essenciais para a manutenção da qualidade no período de colheita e pós-colheita. No entanto, a qualidade final da bebida, segundo especialistas da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (EPAMIG), reflete um cuidado que abrange toda a atividade, desde a formação da lavoura ao manejo adotado seguindo boas práticas agrícolas. Na prática, para a obtenção de cafés de boa qualidade, torna-se fundamental a elaboração de um planejamento adequado que envolva todo o processo produtivo do café.

Na avaliação da pesquisadora da EPAMIG, Sara Maria Chalfoun, especialista na área de fitopatologia e microbiologia, a qualidade do café é construída durante todo o processo produtivo, resultando em um produto com histórico carregado de valores tangíveis e também intangíveis. Além de apresentar características sensoriais e físicas desejadas, o café deve estar livre de resíduos de qualquer natureza, sejam químicos ou metabólicos tóxicos produzidos por microorganismos.

Chalfoun argumenta que um produto final com características preservadas deve incluir o respeito ao ambiente e ao ser humano. Assim, a qualidade sinaliza também a adoção de boas práticas agrícolas, como a seleção de produtos menos agressivos, a otimização de sua aplicação e a observação dos períodos de carência. “É o sistema passível de rastreabilidade que vai conquistar cada vez mais a apreciação dos consumidores”, destaca.

A pesquisadora explica que ao amadurecer na planta, os fruto já iniciam a quebra de resistência natural contra microorganismos. Deve-se, portanto, ser adotado um manejo adequado para que não ocorra a fermentação indesejada nos frutos e nos grãos já colhidos. Ela orienta ainda que em regiões de elevada umidade de ar, deve haver uma integração de medidas de controle, não sendo, neste caso, recomendado o adensamento. Além destes cuidados, a colheita deve ser preferencialmente no pano, evitando-se o contato com o chão.

Ao longo da observação destes microorganismos, Sara Chalfoun e sua equipe de pesquisa, o professor da Universidade Federal de Lavras (UFLA), Carlos José Pimenta e Marcelo Cláudio Pereira, com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig), identificaram que o microorganismo Cladosporium cladosporioides estava associado ao café de boa qualidade. Apelidado de “fungo do bem”, o produto tem potencial para preservar os frutos presentes nos cafeeiros e que secam na planta antes da colheita, para que não sejam comprometidos por fungos prejudiciais.

A reincorporação deste fungo saprófito à lavoura inibe a ação nociva de outros fungos, como agente bioprotetor da qualidade do produto final. A tecnologia está em fase de transferência para produção em larga escala. O fungo do bem já é produzido em uma biofábrica na Universidade, construída com o apoio articulador do Polo de Excelência do Café (PEC/Café).

Fatores relevantes

De acordo com o pesquisador da EPAMIG na área de colheita, pós-colheita e qualidade do Café, Marcelo Ribeiro Malta, a produção de cafés de qualidade vai depender de uma série de fatores, que somados vão exprimir o potencial de qualidade de determinado lote de café. Esses fatores já se iniciam com a escolha da região de cultivo, devido as condições edafoclimáticas que contribuem de maneira significativa na obtenção de cafés de qualidade diferenciada. Normalmente, regiões de maiores altitudes contribuem para a obtenção de cafés de melhor qualidade. Além disso, a escolha da cultivar que possua aptidão para região poderá influir no potencial de qualidade final do produto.

Atenção deve ser redobrada nos processos de colheita e pós-colheita do café (processamento, secagem e armazenamento), pois mesmo que a condução da lavoura cafeeira no campo tenha sido adequada, a qualidade pode se perder se as etapas posteriores não forem bem realizadas. Marcelo Malta reforça que a colheita deve ser realizada com o máximo de frutos maduros e o processamento ser o mais rápido possível, sem deixar os frutos amontoados na lavoura ou mesmo na unidade de processamento, seja por via seca ou úmida. O especialista comenta que muitos produtores expandem a área de produção sem o cuidado de redimensionar toda a estrutura da pós-colheita do café (processamento, secagem e armazenamento), perdendo assim a qualidade do café obtida na fase de campo.

Polo de Excelência do Café - http://excelenciacafe.simi.org.br/
Fonte: Revista Cafeicultura

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Café Conilon: Estado inicia colheita e incentiva cafeicultores a investir na melhoria da qualidade da produção

O Governo do Estado, em parceria com a prefeitura de São Gabriel da Palha e com a Cooperativa Agrária dos Cafeicultores da São Gabriel (Cooabriel), promoveram no município um grande encontro de cafeicultores e profissionais que atuam no setor. A solenidade ocorreu na manhã desta sexta-feira, dia 14 de maio, quando em todo o Espírito Santo é comemorado o “Dia do Início da Colheita do Café Conilon”.

A atividade, que aconteceu no ginásio de Esportes ‘Anastácio Cassaro’, contou com as presenças do governador Paulo Hartung; dos secretários de Estado da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca, Enio Bergoli, e da Saúde, Anselmo Tozi; do presidente do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper), Evair Vieira de Melo; do diretor presidente do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Espírito Santo (Idaf), Aladim Fernando Cerqueira; do presidente da Cooabriel, Antônio Joaquim de Souza Neto.

Além deles, participaram os prefeitos de: São Gabriel da Palha, Marilândia, Conceição do Castelo, Ecoporanga, Governador Lindemberg, Nova Venécia, Rio Bananal, Colatina, Águia Branca, Alto Rio Novo, Barra de São Francisco, Boa Esperança, São Domingos do Norte, Vila Pavão e Vila Valério; dentre outras autoridades; diversas lideranças da região e dos cafeicultores da região.

Foi publicada na última quinta-feira (13), no Diário Oficial, a lei 9.445, que inclui a Entidade Cooperativa Agrária dos Cafeicultores de São Gabriel da Palha (Cooabriel) no rol de entidades aptas a receberem transferências a título de subvenções sociais, contribuições correntes e auxílios, constante da Lei Orçamentária Anual nº 9.400, de 20 de janeiro de 2010.

O governador Paulo Hartung lembrou que no ano passado esteve em Jaguaré, neste mesmo período, para marcar o início da colheita do café conilon. Hartung frisou que este é um ato simbólico que valoriza a importância da cafeicultura para a economia capixaba. “O Espírito Santo possui uma história muito peculiar. Da chegada dos portugueses até 1840 pouca coisa aconteceu na vida dos capixabas. A partir de 1842, começamos a plantar café, nos tornamos grandes produtores, e a cafeicultura foi nossa principal atividade econômica por 100 anos”, pontuou.

Hartung ressaltou que mesmo após a diversificação econômica do Estado, a cafeicultura continua exercendo um papel extremamente relevante para a economia e para o equilíbrio social do Espírito Santo. “A cafeicultura exerce um papel decisivo para a manutenção da estabilidade social no Espírito Santo, em função do grande número de empregos diretos e indiretos gerados pela atividade. O café gera emprego e renda para mais de 300 mil capixabas do interior”, salientou.

O governador também enfatizou que o Governo vem trabalhando para promover o desenvolvimento de maneira harmônica no Estado, levando em consideração as vocações de cada região. “Estamos implantando um modelo de desenvolvimento geograficamente desconcentrado, socialmente inclusivo e ambientalmente responsável. O modelo concentrador não deu certo. Por isso, estamos levando para o interior do Estado políticas públicas que contribuam para criar um campo de igualdade de oportunidades entre os capixabas”, afirmou.

O secretário da Agricultura, Enio Bergoli, disse que a participação do governador no inicio oficial da colheita de Conilon demonstra o quanto o homem do campo é valorizado pelo Governo e como essa cultura é importante para o Estado. “Precisamos aumentar a qualidade desse produto, para continuarmos a avançar no setor e para isso o Governo se empenha e lança a terceira etapa da campanha de melhoria do café, que é o grande empregador no Espírito Santo. Estamos juntos para vencer essa e qualquer crise, pois o mercado quer qualidade. O Governo oferece tecnologia, por meio do Incaper, para os produtores, e somos reconhecidos nacionalmente por isso”, afirmou o secretário.

“O interior forte faz o Espírito Santo cada vez mais forte, e o Governo do Estado está fazendo muito bem o seu papel para que os municípios possam se desenvolver. Estamos felizes por abrigar tão grande evento, pois o Conilon transporta o nosso Estado para o Brasil e para fora dele”, apontou a prefeita Raquel Lessa.

Campanha

Na oportunidade, foi apresentada a campanha de ‘Melhoria da Qualidade do Café’. Com ações previstas em todo o Espírito Santo, a campanha conta com o envolvimento direto de 26 instituições, que vão trabalhar em conjunto com a Seag, na realização de aproximadamente 1,7 mil ações técnicas de capacitação (cursos, visitas técnicas, dias de campo, encontros, simpósios) até o final de 2010, oferecendo aos cafeicultores todas as informações e recursos para garantir as condições necessárias para melhorar a qualidade da produção.

O coordenador estadual do Programa de Cafeicultura, Romário Gava Ferrão, afirmou que o cafeicultor capixaba precisa se dedicar à produção com qualidade. “Ficamos preocupados em aumentar a produção, e nos tornamos o maior produtor de Conilon do País. É preciso fazer um bom planejamento, para estruturar a lavoura de acordo com a colheita, para não prejudicar a qualidade do fruto”, afirmou.

“Essas atividades do Governo são muito importantes para nós produtores, com elas sabemos da importância de se colher no momento certo e aumentar a nossa produtividade”, disse o produtor de São Gabriel da Palha, Solimar Cuquetto.

Infraestrutura

Na solenidade, a Seag repassou às prefeituras de São Gabriel da Palha, Nova Venécia, Vila Valério e São Domingos do Norte um conjunto de máquinas (retroescavadeiras e pás carregadeiras) como parte do trabalho lançado pelo Governo do Estado no final de abril, voltado à construção de ações estruturantes para amenizar os impactos causados pelas intempéries climáticas à população, ao meio ambiente e à agricultura.

Para recebimento das máquinas e caminhões, as prefeituras assinaram junto à Seama um Termo de Compromisso Ambiental (TCA), que estabelece normas para o uso das máquinas e implementos visando à redução dos impactos ao meio ambiente das atividades e obras a serem executadas.

Entre as cláusulas do termo está a adoção de medidas que visem à redução do escoamento superficial de águas das chuvas nas atividades de manutenção e recuperação de estradas vicinais e carregadores agrícolas para redução dos processos erosivos e, consequentemente, o assoreamento de recursos hídricos. Além disso, para garantir o bom uso dos equipamentos e adequação às normas do TCA, os operadores das máquinas e implementos serão capacitados pelas prefeituras, em parceria com a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Seama).

Ao todo, serão entregues 110 equipamentos (retroescavadeiras, motoniveladoras, pás carregadeiras, rolos compactadores, caminhões pipa e caminhões basculante) a 66 prefeituras. Na ação, serão aplicados R$ 40 milhões, a partir do Programa Capixaba de Investimentos Públicos e Empregos.

Convênio

Na oportunidade o Governo do Estado, por meio da Secretaria da Agricultura, assinou um convênio com a Associação dos Pequenos Agricultores do Espírito Santo (Apages) para a reforma do Mercado popular de Alimentos. Os recursos repassados são da ordem de R$ 112 mil.

Homenagem

No “Dia do Início da Colheita do Café Conilon”, os agricultores do Espírito Santo ganharam um CD com a música, de composição dos artistas Ataíde & Alexandre, ‘Estado Abençoado’, que é dedicada à agricultura capixaba.

Cafeicultura no Espírito Santo

A cafeicultura é a principal atividade agrícola do Espírito Santo. Ela emprega 33% da população atividade do Estado e está presente em todos os municípios, exceto Vitória. Ocupa 500 mil hectares de área em 60 mil propriedades (das 90 mil existentes), e representa, sozinha, 40% do PIB do Estado.

Somente o café Conilon ocupa uma área de 300 mil hectares, em 40 mil propriedades. A atividade envolve 78 mil famílias e gera 220 mil empregos diretos e indiretos. Ele é cultivado em 64 municípios, em regiões quentes, com altitudes inferiores a 500 metros. Os maiores produtores são: Vila Valério, Jaguaré, Sooretama, Linhares, Rio Bananal, São Mateus, Nova Venécia, Pinheiros e São Gabriel da Palha.
Fonte: Incaper