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sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Exportações mundiais de café arábica tem alta de 20,25%, diz OIC

De acordo com dados preliminares do informe estatístico mensal da Organização Internacional do Café (OIC), as exportações mundiais da variedade arábica totalizaram 5.066.533 sacas em outubro de 2010, o que representou uma alta de 20,25% na comparação com as 4.213.311 sacas registradas no mesmo mês de 2009, e de 2,05% frente às 4.964.583 sacas de setembro deste ano. Respondendo por 59,10% do total apurado, o Brasil permanece na liderança das exportações mundiais de café arábica, tendo registrado a remessa de 2.994.460 sacas ao exterior em outubro, ou 20,07% a mais do que o embarcado no décimo mês de 2009 (2.493.965 sacas).
Fonte: Revista Cafeicultura

Vietnã segue como líder das exportações mundiais de café robusta

O Vietnã segue como líder das exportações mundiais de café robusta, com seus embarques apresentando alta de 6,32% em outubro deste ano frente às 940.575 sacas remetidas no mesmo período de 2009.

No décimo mês de 2010, os vietnamitas responderam por 46,50% das exportações globais de conilon, tendo comercializado um milhão de sacas com o exterior. Os dados, preliminares, partem do relatório estatístico da Organização Internacional do Café (OIC).

De acordo com a entidade, o total embarcado por todos os países produtores, em outubro deste ano, foi de 2.150.678 sacas de robusta, montante 18,03% inferior ao registrado no décimo mês de 2009, quando a exportação mundial da variedade totalizou 2.623.772 sacas, e 13,75% menor do que as 2.493.479 sacas de setembro.

O Brasil apareceu como sexto colocado no ranking mundial, em outubro, atrás de Indonésia, Índia, Uganda e Costa do Marfim, além do próprio Vietnã. No mês retrasado, o País remeteu 112.932 sacas de conilon ao exterior, volume que implicou aumento de 65,35% em relação a outubro de 2009 (68.298 sacas) e representou apenas 5,25% do total.
Fonte: Revista Cafeicultura

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Exportações de café devem atingir recorde com folga neste ano

No ritmo em que as vendas externas seguem, as exportações brasileiras de café vão ser recordes

O país deverá somar 32,5 milhões de sacas comercializadas no exterior, com valor superior a US$ 5,5 bilhões. No ano passado, as exportações somaram 30,3 milhões de sacas, no valor de US$ 4,3 bilhões.

Guilherme Braga, diretor-geral do Conselho Brasileiro dos Ex portadores de Café (Cecafé), diz que, mantido o ritmo de vendas de outubro (3,4 milhões de sacas), as exportações do país superarão 10 milhões de sacas com folga de um mês de embarques.

Os mais recentes dados de exportações da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) indicam receitas de US$ 616 milhões para novembro, valor próximo do recorde de US$ 638 milhões de outubro.

A maior presença do Brasil no mercado internacional se deve ao recuo das exportações de países tradicionais, como a Colômbia. Apesar da boa safra brasileira, os preços não tiveram tendência de baixa.
Fonte: Gazeta do Povo

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Parcerias ampliam oportunidades de exportações do agronegócio

Trabalho conjunto com Apex, governos estaduais, Sebrae e federações resultou em maior participação de empresários no mercado externo

Aumentar o acesso a estatísticas, ampliar parcerias e abrir novos mercados serão prioridade do Ministério da Agricultura em 2011, afirmou nesta quinta, dia 25, o diretor de Promoção Internacional, Eduardo Sampaio. Para ele, as parcerias firmadas nos últimos anos permitiram aos empresários do agronegócio participar de feiras internacionais e abriram novas oportunidades de negócios. Sampaio mencionou o trabalho do ministério em conjunto com os governos estaduais, federações de agricultura, Agência de Promoção de Exportações (Apex-Brasil) e Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

O dirigente do Ministério da Agricultura falou para uma plateia de exportadores de produtos de origem animal, durante a reunião para definir as estratégias para 2011 e apresentar um balanço de 2010.

De acordo com Ricardo Shaefer, diretor de Gestão e Planejamento da Apex-Brasil, a agência tem ampliado o apoio ao agronegócio. Dos 80 projetos em andamento, 20 são para o setor. Shaefer explica que as ações privilegiam a promoção no exterior, prospecção e pesquisa de mercado e missões comerciais. Segundo ele, um dos novos projetos é focado no setor de lácteos brasileiro, que hoje tem pouca penetração no exterior. A Apex vai atuar, nos próximos dois anos, principalmente, na Rússia, China, Argentina e Venezuela. Leite e derivados estão na quinta posição entre os produtos agropecuários mais comercializados no mundo.

Sampaio enfatizou também os treinamentos promovidos pelo ministério para fomentar exportações e qualificar profissionais que atuam nas negociações internacionais. Ele citou o Seminário do Agronegócio para Exportação (Agroex), oportunidade em que produtores, associações e cooperativas obtêm informações sobre os mecanismos de acesso ao mercado externo. O ministério já organizou 37 Agroex e na próxima semana realiza a 38ª edição, em Linhares (ES).

Outra iniciativa é o programa de imersão para diplomatas e profissionais que trabalham em embaixadas brasileiras. O programa inclui visitas a frigoríficos, usinas de açúcar e etanol, fazendas de grãos, cooperativas de frutas e café e reuniões com exportadores.

– Existe uma confiança muito maior em vender o nosso produto quando se vê de perto como funciona o processo produtivo – atesta Sampaio.

A ação já foi realizada com 24 diplomatas e funcionários contratados localmente nas embaixadas brasileiras no exterior. A partir da próxima semana, 68 alunos do Instituto Rio Branco participam do programa de imersão.

Vietnã reduziu em 19% suas exportações no mês de outubro

Maior produtor de café robusta do mundo, o Vietnã reduziu em 19% suas exportações no mês de outubro. Foram embarcadas no mês passado 57 mil toneladas de café, volume bem inferior à estimativa de 70 mil toneladas projetada para o período, segundo a Bloomberg.

Para novembro, a expectativa é que as vendas externas sejam de 80 mil toneladas, volume que se for confirmado, elevará as exportações anuais do país em 1,5% para 1,05 milhão de toneladas.

Foi o sentimento de que a colheita no Vietnã ganhará celeridade que derrubou ontem os preços do café na bolsa de Londres. Os contratos para janeiro foram cotados a US$ 1.829 por tonelada, queda de US$ 5. No mercado interno, o indicador Cepea/Esalq subiu 0,07% para R$ 358,15 por saca.
Fonte: Valor Econômico

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Exportações de café vão atingir recorde no ano

As exportações brasileiras de café vão ser recordes neste ano. No ritmo em que as vendas externas seguem, o país deverá somar 32,5 milhões de sacas comercializadas no exterior, com valor superior a US$ 5,5 bilhões.

No ano passado, as exportações somaram 30,3 milhões de sacas, no valor de US$ 4,3 bilhões.

Guilherme Braga, diretor-geral do Cecafé (Conselho Brasileiro dos Exportadores de Café), diz que, se neste mês for mantido o ritmo de vendas de outubro (3,4 milhões de sacas), as exportações do país superarão 10 milhões de sacas apenas entre setembro e novembro.

E as previsões de Braga devem se confirmar, pois os mais recentes dados de exportações da Secex indicam receitas de US$ 616 milhões para este mês, valor próximo do recorde de US$ 638 milhões de outubro.

A maior presença do Brasil no mercado internacional se deve ao recuo das exportações de países tradicionais, como a Colômbia. Apesar da boa safra brasileira, os preços não tiveram tendência de baixa, segundo Braga. "A demanda sustentou [o preço]."

O executivo do Cecafé diz que o mercado mostra tendência de preços firmes para o café. Os chamados fundamentos de mercado são positivos: a demanda está aquecida, a oferta é menor e o consumo é crescente. Ele não acredita em grandes quedas nos preços do produto.

A alta de preços beneficia o produtor interno, já que 90% do valor FOB (Free On Board) das exportações são repassados internamente.

Apesar desse aumento, o produtor está perdendo a possibilidade de se capitalizar ainda mais.

Os custos internos, como mão de obra, são em reais -e vêm subindo. Já as receitas das exportações, em dólares, acabam sendo menores devido à valorização da moeda nacional.
Fonte: Folha de São Paulo

Café é destaque no agronegócio

Antes mesmo de fechar o ano, o agronegócio mineiro já bateu recorde nas exportações. No acumulado de janeiro a outubro, as vendas do estado para o mercado internacional somaram US$ 6,1 bilhões. O valor é superior ao total verificado nos últimos dois anos (2009 e 2008), até então, os recordes estaduais, com US$ 5,6 bilhões e US$ 5,9 bilhões, respectivamente. Os dados foram divulgados ontem pelo Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

De acordo com o Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, o café é responsável pela maior parte do faturamento do agronegócio estadual. As vendas no acumulado somaram US$ 3,1 bilhões, alta de 34,8% na comparação com o mesmo período de 2009. As exportações de açúcar dobraram em termos de faturamento, atingindo US$ 853 milhões. Com este valor, o açúcar passou a ser segundo produto na pauta de exportações.

"Os recordes deste ano são resultado da valorização de preços dos produtos agrícolas no mercado internacional e do aumento da participação dos produtos de Minas Gerais em outros países. Além do crescimento no faturamento, também aumentamos a quantidade vendida para o exterior. O nosso desempenho superou a média nacional", disse o secretário de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais, Gilman Viana.

O valor das exportações nos dez primeiros meses do ano cresceu 33% ante o mesmo período do ano passado, quando os embarques movimentaram US$ 4,6 bilhões. Na quantidade exportada, o crescimento foi de 14%, ao atingir 5,9 milhões de toneladas de produtos agropecuários enviados ao exterior. Já a média do agronegócio nacional apresentou crescimento de 16,5% no valor exportado (US$ 64 bilhões) e de 6,5% da quantidade vendida (99,3 milhões de toneladas).
Fonte: Notícias do Dia CNA

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Resultado das exportações brasileiras de café atingiram os US$ 5 bilhões

Os dados, divulgados hoje pelo Cecafé (Conselho Brasileiro dos Exportadores de Café), também apontam variação positiva (20,5%) na quantidade do produto embarcado no mesmo período de 2009 (2.824.904), com crescimento de 51,5% na receita (em outubro de 2009 foi de US$ 420.917).

Conforme o levantamento, no gráfico mensal de Participação por Qualidade, o arábica responde por 88% das vendas do país, enquanto o solúvel por 9%, e o robusta por 3% das exportações.

Em relação aos mercados compradores, a Europa surge com 54% de participação da importação do produto brasileiro no período janeiro a outubro, enquanto América do Norte responde por 23%, a Ásia por 17%, e a América do Sul por 4%.

Na avaliação por países, os Estados Unidos lidera, com a aquisição de 5.306.862 sacas entre janeiro e outubro, seguido pela Alemanha, com 5.027.058, e a Itália, com 2.205.553. No quarto lugar está o Japão, com 1.813.307 sacas.

Nos principais portos de embarque o resultado foi o seguinte: Santos, com 19.681.039 sacas no período janeiro/outubro (74,7% do total), seguido de Vitória, com 3.407.045 sacas, (12,9%), e o Rio de Janeiro, com 2.504.501 sacas (9,5%).
Fonte: Communicação Assessoria Empresarial

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Exportações de café latino-americanas caem 9,56% na safra 2009/2010

Do grupo de nove países, apenas Nicarágua e Honduras conseguiram elevar os embarques do grão no período

As exportações conjuntas de nove países latino-americanos produtores de café, exceto Brasil, caíram 9,56% no ciclo 2009/2010, em relação à colheita anterior. A informação foi divulgada nesta quarta-feira (20/10) pela Associação Nacional do Café (Anacafé), órgão guatemalteco responsável por informar sobre as vendas do grão do grupo.

O total das exportações de Colômbia, Costa Rica, El Salvador, Guatemala, Honduras, Nicarágua, México, Peru e República Dominicana somou 23,2 milhões de sacas de 60 quilos na safra recém finalizada.Na colheita do período 2008/2009, as vendas externas somaram 25,7 milhões de sacas.

Dentre os países do grupo, apenas Nicarágua e Honduras conseguiram aumentar as exportações de café entre setembro de 2009 e outubro de 2010. A Nicarágua aumentou suas vendas em 18,98%, enquanto Honduras em 4,63%.

A República Dominicana registrou baixa de 65,53% nos embarques do grão, El Salvador teve queda de 27,35%, seguido por Colômbia (-20,24%), Costa Rica (-9,46%), Peru (-8,65%), México (-7,50%) e Guatemala(-0,30%). Com informações da Agência EFE.
Fonte: Globo Rural Online

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Exportações crescem mais do que as importações

A balança comercial no mês de outubro apresentou resultado melhor do que em setembro, e o processo em que as importações cresciam mais do que as exportações se inverteu: as vendas externas cresceram 2,5% (pela média por dia útil) e as importações, pelo mesmo critério, caíram 2,2%.

Essa melhoria se deveu a um aumento do preço das commodities, a uma queda das importações de petróleo bruto e a uma queda das compras no exterior de bens de capital, processo que, em certos casos, assume aspecto negativo.

Não foi divulgado ainda o aumento de preços em relação a setembro, mas existe essa escalada para alguns produtos, em relação ao mesmo período de 2009: enquanto as exportações de café, por exemplo, cresceram em volume 28,4%, os preços acusaram elevação de 30,6%. No caso do minério de ferro as porcentagens foram, respectivamente, de 17,8% e de 156,4%, Para milho em grão, de 94,3% e 36,4%.

As exportações de produtos básicos apresentaram, em relação a setembro, queda de 2,1%, enquanto os semimanufaturados aumentavam 15,4%, entre os quais o açúcar e a celulose com aumento de preços. O aumento dos produtos industrializados foi de 6,5%, com destaque para a indústria de veículos e aviões.

Do lado das importações, registrou-se em relação ao mês anterior recuo de 10,6% nas importações de bens de capital, o que pode ser interpretado como uma interrupção dos investimentos na indústria; e uma redução de 20,2% nas de petróleo bruto, em consequência do aumento da produção nacional. Já as compras no exterior de matérias-primas e bens intermediários - que continuam a representar 41% do total das importações - cresceram 2,9%, em relação a setembro, e 33,1%, sobre outubro do ano passado, sugerindo um processo de desindustrialização. As importações de bens duráveis apresentaram crescimento de 2,8%, sugerindo que o comércio vai vender no Natal muitos bens importados, embora as de automóveis tenham recuado 2,3%.

Quando se analisa a distribuição geográfica das exportações, verifica-se que as vendas para a China caíram 13,9%, embora tenham aumentado 6,3% para o conjunto dos países asiáticos. A queda nas compras da China foi compensada pelo aumento das compras da Coreia.

O aumento das exportações para a União Europeia foi de 12,2%, enquanto as vendas para a Argentina apresentaram queda de 7,1% e, para os Estados Unidos, de 9,1%, por causa da crise nesse país - o que não é caso do nosso vizinho, que está em boa fase.
Fonte: O Estado de São Paulo

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Agronegócio terá superávit recorde

Apesar do dólar fraco, o agronegócio brasileiro deverá fechar o ano com superávit superior a US$ 60 bilhões. O número foi apresentado ontem, em Curitiba, pelo ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Wagner Rossi. O setor é responsável por quase metade das exportações brasileiras.

"Em 2009, essa participação chegou aos 42% e este ano será ainda maior, gerando um superávit extraordinário. Devemos chegar ao fim do ano com US$ 72 bilhões de exportações provenientes do agronegócio. E vamos importar apenas algo em torno de US$ 12 a US$ 14 bilhões", disse o ministro.

Segundo Rossi, o país está aproveitando bem este momento de ampliação do consumo de alimentos em todo o mundo. "O Brasil é hoje o grande fornecedor de proteínas, tanto de origem animal. Já exportamos alimentos para 215 países e somos os maiores exportadores de vários produtos, além dos tracionais café, açúcar e suco de laranja. Estamos nos destacando nas exportações de carne bovina, suína e de aves e já ocupamos a condição de maiores exportadores do complexo soja".

O ministro Wagner Rossi foi a Curitiba participar da abertura do Fórum Sementes de um Novo Brasil, promovido pela multinacional Syngenta, uma das maiores produtoras mundias de sementes e defensivos agrícolas e uma das líderes em pesquisa e desenvolvimento no setor de biotecnologia agrícola. ■ Agência Brasil
Fonte: BRASIL ECONÔMICO

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Brasil busca aumentar exportações de cafés finos

De olho em um consumidor cada vez mais exigente e na proliferação das maquinas de espresso domésticas entre a classe média, o Brasil pretende marcar presença no segmento de cafés finos. A verba que o Ministério da Agricultura destina para divulgação do café "made in Brazil" vem crescendo ano a ano. Foi de R$ 800 mil no ano passado e de R$ 1,5 milhão em 2010. Para 2011, a Agricultura orçou R$ 10 milhões e, mesmo após o corte da Fazenda, conseguiu assegurar R$ 5 milhões. "Queremos uma presença maior no exterior", disse o diretor do Departamento de Café do Ministério da Agricultura, Robério Silva. A estratégia, de acordo com ele, não é apenas salientar que o Brasil é o maior produtor e exportador de café mundial, mas mostrar que há uma gama diversificada do produto, com ênfase nos cafés de alta qualidade.

O diretor acabou de voltar de Genebra, onde participou de evento sobre café, e se prepara para viajar novamente, desta vez para Houston, no Texas, Estados Unidos, com o mesmo propósito. Para o presidente do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), Guilherme Braga, mesmo crescente a verba pública para difundir o café do Brasil ainda é pequena. "Esses números são ridículos. É importante que estejam crescendo, mas não se pode dizer que vão alavancar o volume de vendas", considerou. A receita cambial com exportação de café (verde, solúvel, torrado e moído) aumentou 20% de janeiro a setembro em relação ao mesmo período do ano passado, atingindo US$ 3,693 bilhões. O volume exportado no período foi de 22,8 milhões de sacas de 60 quilos, o que representou um crescimento de 2% sobre 2009 - grande parte cafés do tipo robusta, de menor qualidade.

Não há dúvidas, de acordo com Braga, de que a tendência é de crescimento das vendas, principalmente dos cafés chamados "especiais", que possuem maior valor agregado. "O consumidor está mais exigente, e também disposto a pagar um pouco mais pelo produto de boa qualidade." O diretor do Cecafé estimou que as vendas dos cafés finos ou de melhor qualidade representem de 15% a 20% das exportações totais. Apesar da fatia ainda ser pequena, salientou, é considerável tendo em vista que há 10 anos o Brasil praticamente não vendia esse tipo de produto no exterior.

Além do Ministério da Agricultura e do setor privado, que se empenham no marketing internacional do produto, a Agência Brasileira de Promoção de Exportação e Investimentos (Apex-Brasil) também tem ampliado a atuação no exterior. Uma das mais recentes campanhas foi a da fórmula Indy, nos Estados Unidos, totalmente voltada para o tema "Cafés do Brasil". "Em 20 anos, nunca tivemos isso", comemorou o coordenador de Projetos Setoriais da Apex, Juarez Leal. "Os Estados Unidos são o mercado prioritário para nós", acrescentou. Mas países como Japão e os do Norte da Europa mostram cada vez mais interesse e aceitação do produto brasileiro, conforme o coordenador.

Como a agência não trabalha com commodities, o foco da atuação no caso dos cafés é o produto de maior qualidade, premium e especiais. O lado bom de trabalhar com o café, segundo Leal, é a aceitação do produto no exterior. "Os importadores brigam a tapa pelo café brasileiro", exagera. Mesmo assim, de acordo com ele, ações de marketing são necessárias porque a maior parte das vendas nacionais ainda é do café tipo robusta, o que apresenta menor qualidade. Por isso, não há segredo, explica o coordenador da Apex: "Quem quer vender tem de estar lá fora. É preciso mostrar a qualidade do produto", considerou. Até porque muitas vezes, disse Leal, o importador tem mais interesse na "história do produto" do que necessariamente no produto em si. E alguém precisa contá-la.
Fonte: Só Notícias

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Exportações de café do Vietnã devem aumentar 27% para 70 mil toneladas

As exportações de café do Vietnã devem aumentar 27% para 70 mil toneladas (1,17 milhão de sacas de 60 quilos), na comparação com o mesmo período do ano passado, de acordo com estimativa do Escritório Geral de Estatísticas, do governo do país. Em receita, as vendas devem render US$ 118 milhões, uma elevação de 49,4%.

Em outubro de 2009, o país exportou 55 mil t por US$ 79 milhões. O órgão revisou a exportação de setembro de 55 mil t para 58 mil t. O Vietnã é o maior exportador de café da variedade robusta no mundo. As informações são da Dow Jones.
Fonte: Revista Cafeicultura

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Exportações de café latino-americanas caem 9,56% na safra 2009/2010

Do grupo de nove países, apenas Nicarágua e Honduras conseguiram elevar os embarques do grão no período

As exportações conjuntas de nove países latino-americanos produtores de café, exceto Brasil, caíram 9,56% no ciclo 2009/2010, em relação à colheita anterior. A informação foi divulgada nesta quarta-feira (20/10) pela Associação Nacional do Café (Anacafé), órgão guatemalteco responsável por informar sobre as vendas do grão do grupo.

O total das exportações de Colômbia, Costa Rica, El Salvador, Guatemala, Honduras, Nicarágua, México, Peru e República Dominicana somou 23,2 milhões de sacas de 60 quilos na safra recém finalizada.Na colheita do período 2008/2009, as vendas externas somaram 25,7 milhões de sacas.

Dentre os países do grupo, apenas Nicarágua e Honduras conseguiram aumentar as exportações de café entre setembro de 2009 e outubro de 2010. A Nicarágua aumentou suas vendas em 18,98%, enquanto Honduras em 4,63%.

A República Dominicana registrou baixa de 65,53% nos embarques do grão, El Salvador teve queda de 27,35%, seguido por Colômbia (-20,24%), Costa Rica (-9,46%), Peru (-8,65%), México (-7,50%) e Guatemala(-0,30%). Com informações da Agência EFE.
Fonte: Globo Rural Online

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Exportações de café da Índia devem atingir uma máxima recorde em 2010

As exportações de café da Índia, terceiro maior produtor do grão na Ásia, devem atingir uma máxima recorde em 2010, motivadas pela firme demanda externa e por uma boa produção, disseram executivos da indústria nesta sexta-feira.

Os embarques indianos caíram 12% em 2009 devido à estagnação da produção e à crise econômica global. Compradores reduziram os estoques ao mínimo possível neste período, mas voltaram a abastecer as reservas, conforme as economias mundiais se recuperavam. "Eu acho que 255 mil a 260 mil toneladas é um bom número de exportação para este ano, incluindo o volume reexportado", disse M.P. Devaiah, gerente geral da Allanasons Ltd., terceira maior exportadora de café do país.

A Índia embarca cerca de dois terços da produção doméstica, principalmente para Europa. Alemanha, Itália, Rússia e Bélgica respondendo por mais da metade da demanda geral. O país exportou uma quantia recorde de 253.524 toneladas em 2000, de acordo com dados do Conselho de Café.

"Nós já alcançamos cerca de 240 mil toneladas neste ano. Eu acho que iremos superar 250 mil toneladas", disse Ramesh Rajah, presidente da Associação de Exportadores de Café da Índia. Entre 1º de janeiro e 12 de outubro de 2010, os embarques indianos subiram quase 60% frente igual período do ano passado, para 238.059 toneladas, incluindo ofertas reexportadas, mostraram dados do conselho.

A Índia importa café e, depois, exporta a maior parte deste volume após o processo de blending. O país embarcou 187.347 toneladas de café em 2009. A produção doméstica do grão é estimada em 289.600 toneladas no ano-safra encerrado em 30 de setembro, alta de 10,4% em relação ao mesmo intervalo de 2009, informou o Conselho de Café.

Devaiah informou que a safra indiana em 2010/11 deve ficar ligeiramente abaixo das 308 mil toneladas previstas pelo conselho, mas não forneceu nenhum número específico. "A produção do tipo robusta foi muito boa no ano passado. Eu não estou certo se alcançará o mesmo patamar neste ano", afirmou ele.

Em setembro, Rajah afirmou que a produção de café da Índia na temporada iniciada em 1º de outubro de 2010 atingiria cerca de 304 mil toneladas. A colheita do tipo arábica normalmente acontece em novembro, enquanto a do robusta começa em fevereiro. As informações são da Dow Jones.
Fonte: Revista Cafeicultura

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Exportações de café totalizam 792.083 sacas no mês de maio.

As exportações brasileiras no mês de Maio, mais especificamente até o dia 13, totalizaram 792.083 sacas de 60kg de café, registrando alta de 31.54% em relação às 542.218 sacas embarcadas no mesmo período do mês anterior. De acordo com informações do Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil), 701.912 sacas embarcadas são referentes a café arábica, 17.631 a conillon e 72.540 referentes a solúvel.

O porto de Santos exportou 673.175 sacas, o porto de Vitória embarcou 77.445 sacas, o porto do Rio de Janeiro enviou 2.900 sacas, o porto de Sepetiba exportou 1.440 sacas, enquanto os outros portos exportaram 11.123 sacas de café.

Também até o dia 13, o Cecafé registrou a emissão de 1.065.603 certificados de origem, dos quais 900.001 são referentes a arábicas, 69.288 a conillon e 96.314 de solúvel.
Fonte: Coffee Break

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Exportações brasileiras de café somaram 3,21 milhões de sacas em setembro

As exportações brasileiras de café somaram 3,21 milhões de sacas em setembro, aumento de 19,7% em comparação a setembro de 2009 e de 14,4% sobre agosto deste ano. Em receita, as vendas do mês passado somaram US$ 580,8 milhões, 48,7% a mais que o mesmo período de 2009 e 20,8% acima de agosto. De janeiro a setembro as vendas externas do país somaram 22,8 milhões de sacas, aumento de 2% sobre os nove primeiros meses de 2009, com uma receita de US$ 3,7 bilhões, valor que representa um avanço de 20% em comparação ao mesmo período do ano passado. Em 2010, EUA, Alemanha e Itália são os principais destinos.
Fonte: Revista Cafeicultura

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Cecafé aponta crescimento de 19,7% nas exportações brasileiras

Dados são referentes ao mês de setembro, que também apresentou aumento de 48,7% na receita.

As exportações brasileiras de café no mês de setembro alcançaram um volume de 3.218.212 sacas, para uma receita de US$ 580.804 milhões. Os dados, divulgados hoje pelo Cecafé, apontam variação positiva (19,7%) na quantidade do produto embarcado no mesmo mês em 2009 (2.688.160), com crescimento de 48,7% na receita (em setembro de 2009 foi de US$ 390.706 milhões).

Para Guilherme Braga, diretor geral da entidade, a receita cambial mostra o bom momento dos preços internacionais do café.

Conforme o levantamento do Cecafé, no gráfico mensal de Participação por Qualidade, o arábica responde por 86% das vendas do país, enquanto o solúvel por 10%, e o robusta por 4% das exportações.

Nos acumulado dos últimos doze meses, o Brasil exportou 30.842.097 sacas, para uma receita de US$ 4.897.050 bilhões.

Em relação aos mercados compradores, a Europa surge com 54% de participação da importação do produto brasileiro no período janeiro a setembro, enquanto América do Norte responde por 22%, a Ásia por 17%, e a América do Sul por 5%.

Na avaliação por países, os Estados Unidos lidera, com a aquisição de 4.491.766 sacas entre janeiro e setembro, seguido pela Alemanha, com 4.415.335, e a Itália, com 1.856.366. No quarto lugar está o Japão, com 1.575.293 sacas.

Nos principais portos de embarque o resultado foi o seguinte: Santos , com 17.026.494 sacas no período janeiro/setembro (74,4% do total), seguido de Vitória, com 2.978.601 sacas (13%), e o Rio de Janeiro, com 2.187.336 sacas (9,6%).

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Exportações de café da Índia devem superar 240 mil toneladas em 2010, maior nível em quatro anos

As exportações de café da Índia devem superar 240 mil toneladas em 2010, maior nível em quatro anos, devido à produção maior e à firme demanda externa, disse nesta quarta-feira Ramesh Rajah, presidente da Associação dos Exportadores de Café da Índia.

Em 2009, os embarques atingiram 187.347 toneladas, segundo dados do Conselho de Café. O país exporta cerca de dois terços da produção local, principalmente para Europa, com Alemanha, Itália, Rússia e Bélgica respondendo por mais da metade da demanda geral. No período de 1º de janeiro a 17 de setembro de 2010, as exportações do grão subiram quase 60% frente ao mesmo intervalo do ano anterior, para 220.458 toneladas.

A Índia, segundo maior produtor do grão na Ásia, deve colher 289.600 toneladas no ano-safra 2009/10, que termina amanhã (dia 30), alta de 10,4% em relação à última temporada, informou o conselho. Segundo Rajah, a produção indiana deve alcançar cerca de 304 mil toneladas em 2010/11, ligeiramente abaixo das 308 mil toneladas previstas em junho pelo Conselho de Café.

Chuvas excessivas em importantes áreas de cultivo afetaram a safra, de acordo com autoridades da indústria. Karnataka é o principal Estado produtor da Índia. Kerala e Tamil Nadu, também no sul do país, são outras regiões de destaque. "Uma queda [na produção] é esperada em Tamil Nadu e em algumas partes de Karnataka", disse Rajah, acrescentando que as atuais condições da safra são boas e as entregas devem ser efetuadas no prazo. O café arábica é normalmente colhido em novembro, e o robusta em fevereiro.
Fonte: Revista Cafeicultura

Café: Exportações devem atingir US$ 5 bilhões

As exportações de café verde totalizaram 19,6 milhões de sacas de 60 kg em 2010 (até agosto, dado mais recente), de acordo com o Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé).

A cifra praticamente repete o dado do mesmo período de 2009. No entanto, a receita disparou com a alta dos preços. Em 2009, até agosto, o faturamento das exportações da commodity foi de US$ 2,68 bilhões. Este ano, a cifra atingiu US$ 3,11 bi, ou US$ 430 milhões a mais. Até o fim do ano, a previsão da Cecafé é que os embarques fiquem iguais aos do ano passado, entre 30 milhões e 30,5 milhões de sacas. Já a receita deve bater o recorde dos US$ 5 bilhões, superando os US$ 4,27 bilhões do ano passado e o recorde anterior, de US$ 4,75 em 2008. Os maiores mercados compradores são a União Europeia e os Estados Unidos. A UE respondeu por 50% das vendas externas do setor neste ano, até agosto, com forte participação da Alemanha e Itália. Os EUA ficam em segundo lugar, destino de 20% das exportações do produto.
Fonte: Brasil Econômico