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quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Resultado das exportações brasileiras de café atingiram os US$ 5 bilhões

Os dados, divulgados hoje pelo Cecafé (Conselho Brasileiro dos Exportadores de Café), também apontam variação positiva (20,5%) na quantidade do produto embarcado no mesmo período de 2009 (2.824.904), com crescimento de 51,5% na receita (em outubro de 2009 foi de US$ 420.917).

Conforme o levantamento, no gráfico mensal de Participação por Qualidade, o arábica responde por 88% das vendas do país, enquanto o solúvel por 9%, e o robusta por 3% das exportações.

Em relação aos mercados compradores, a Europa surge com 54% de participação da importação do produto brasileiro no período janeiro a outubro, enquanto América do Norte responde por 23%, a Ásia por 17%, e a América do Sul por 4%.

Na avaliação por países, os Estados Unidos lidera, com a aquisição de 5.306.862 sacas entre janeiro e outubro, seguido pela Alemanha, com 5.027.058, e a Itália, com 2.205.553. No quarto lugar está o Japão, com 1.813.307 sacas.

Nos principais portos de embarque o resultado foi o seguinte: Santos, com 19.681.039 sacas no período janeiro/outubro (74,7% do total), seguido de Vitória, com 3.407.045 sacas, (12,9%), e o Rio de Janeiro, com 2.504.501 sacas (9,5%).
Fonte: Communicação Assessoria Empresarial

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Café: Com bom andamento das lavouras brasileiras, preços caem em NY

Depois de três dias consecutivos de alta, os preços do café fecharam o último pregão da semana passada em queda na bolsa de Nova York. Os contratos com vencimento em março terminaram a sexta-feira cotados a US$ 1,8825 por libra-peso, em baixa de 115 pontos. Segundo a Dow Jones Newswires, o mercado segue influenciado pelo bom andamento das lavouras de café no Brasil, onde as floradas apresentam um bom grau de desenvolvimento. Além disso, a expectativa do mercado é que os preços internacionais possam cair ainda mais assim que o fluxo de cafés da América Central aumente com o avanço da colheita na região. No mercado interno, os negócios seguem lentos. O indicador Cepea/Esalq fechou a sexta-feira a R$ 319,42 por saca, queda de 1,42%.
Fonte: Valor Econômico

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Exportações brasileiras de café somaram 3,21 milhões de sacas em setembro

As exportações brasileiras de café somaram 3,21 milhões de sacas em setembro, aumento de 19,7% em comparação a setembro de 2009 e de 14,4% sobre agosto deste ano. Em receita, as vendas do mês passado somaram US$ 580,8 milhões, 48,7% a mais que o mesmo período de 2009 e 20,8% acima de agosto. De janeiro a setembro as vendas externas do país somaram 22,8 milhões de sacas, aumento de 2% sobre os nove primeiros meses de 2009, com uma receita de US$ 3,7 bilhões, valor que representa um avanço de 20% em comparação ao mesmo período do ano passado. Em 2010, EUA, Alemanha e Itália são os principais destinos.
Fonte: Revista Cafeicultura

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Cecafé aponta crescimento de 19,7% nas exportações brasileiras

Dados são referentes ao mês de setembro, que também apresentou aumento de 48,7% na receita.

As exportações brasileiras de café no mês de setembro alcançaram um volume de 3.218.212 sacas, para uma receita de US$ 580.804 milhões. Os dados, divulgados hoje pelo Cecafé, apontam variação positiva (19,7%) na quantidade do produto embarcado no mesmo mês em 2009 (2.688.160), com crescimento de 48,7% na receita (em setembro de 2009 foi de US$ 390.706 milhões).

Para Guilherme Braga, diretor geral da entidade, a receita cambial mostra o bom momento dos preços internacionais do café.

Conforme o levantamento do Cecafé, no gráfico mensal de Participação por Qualidade, o arábica responde por 86% das vendas do país, enquanto o solúvel por 10%, e o robusta por 4% das exportações.

Nos acumulado dos últimos doze meses, o Brasil exportou 30.842.097 sacas, para uma receita de US$ 4.897.050 bilhões.

Em relação aos mercados compradores, a Europa surge com 54% de participação da importação do produto brasileiro no período janeiro a setembro, enquanto América do Norte responde por 22%, a Ásia por 17%, e a América do Sul por 5%.

Na avaliação por países, os Estados Unidos lidera, com a aquisição de 4.491.766 sacas entre janeiro e setembro, seguido pela Alemanha, com 4.415.335, e a Itália, com 1.856.366. No quarto lugar está o Japão, com 1.575.293 sacas.

Nos principais portos de embarque o resultado foi o seguinte: Santos , com 17.026.494 sacas no período janeiro/setembro (74,4% do total), seguido de Vitória, com 2.978.601 sacas (13%), e o Rio de Janeiro, com 2.187.336 sacas (9,6%).

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Exportações brasileiras em setembro tem alta de 69.91%

As exportações brasileiras no mês de setembro, até o dia 21, totalizaram 1.489.405 sacas de café, alta de 69.91%% em relação às 876.557 sacas embarcadas no mesmo período do mês anterior. De acordo com informações do Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil), 1.304.138 sacas embarcadas são referentes a café arábica, 64.028 sacas de conilon e 121.239 sacas referentes a solúvel. Também até o dia 21, o Cecafé registrou a emissão de 2.077.843 certificados de origem, dos quais 1.816.612 são referentes a arábicas, 98.131 a conillon e 163,100 de solúvel.
Fonte: Revista Cafeicultura

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Portas abertas para o café do Brasil

Resultado das vendas externas do grão superaram a média dos últimos quatro anos tanto em receita quanto em volume; Europa é o principal destino.

O resultado das exportações brasileiras de café no mês de julho foram as maiores dos últimos quatro anos, em receita e em volume. Balanço divulgado na semana passada pelo Conselho Brasileiro dos Exportadores de Café (CeCafé) aponta para uma elevação de 25,8% na receita de US$ 391.834 (em julho de 2009 foi de US$ 311.497) e de 7,8% na quantidade do produto embarcado, que totalizou 2.441.262 sacas (60kg), em relação ao mesmo mês do ano passado quando saíram do País 2.265.493 sacas.

"A receita de julho de 2010 é R$ 320 milhões superior ao do mesmo período do ano passado", afirma Guilherme Braga, diretor geral do CeCafé. Segundo dados da entidade, no gráfico mensal de Participação por Qualidade, o arábica responde por 83% das vendas do país, enquanto o solúvel por 11%, e o robusta por 6% das exportações.

Nos acumulado dos últimos doze meses, o balanço mostra que o Brasil exportou 29.953.809 sacas, para uma receita de US$ 4.595.055.

Em relação aos mercados compradores, a Europa surge com 54% de participação da importação do produto brasileiro no período janeiro a julho, enquanto América do Norte responde por 21%, a Ásia por 17%, e a América do Sul por 6%.

Na avaliação por países, os Estados Unidos lideram, com a aquisição de 3.177.564 sacas entre janeiro e julho, seguida pela Alemanha, com 3.157.075, e a Itália, com 1.377.191. No quarto lugar está o Japão, com 1.189.689 sacas.

Nos principais portos de embarque o resultado foi o seguinte: Santos , com 12.727.306 sacas no período janeiro/julho (75,7% do total), seguido de Vitória, com 2.016.948 sacas, (12%), e o Rio de Janeiro, com 1.508.030 sacas (9%).
Fonte: Folha de Londrina

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Exportações de café crescem 25,8% em receita, a US$ 391,8 mil

O resultado das exportações brasileiras de café no mês de julho foram as maiores dos últimos quatro anos em receita e em volume. Balanço divulgado ontem pelo Conselho Brasileiro dos Exportadores de Café (CeCafé) aponta para uma elevação de 25,8% na receita, para US$ 391,8 milhões. No mesmo período do ano passado, o total obtido foi de US$ 311,4 milhões. Em volume, o aumento foi de 7,8% em relação ao mesmo mês do ano passado, atingindo 2.441.262 de sacas de 60 quilos. Em 2009, foram exportados 2.265.493 de sacas de 60 quilos.

"A receita de julho de 2010 é R$ 320 milhões superior ao do mesmo período do ano passado", afirma Guilherme Braga, diretor-geral do CeCafé.

Segundo dados da entidade, no gráfico mensal de Participação por Qualidade, o arábica responde por 83% das vendas do País, enquanto o solúvel responde por 11%, e o robusta por 6% das exportações.

Nos acumulado dos últimos 12 meses, o balanço do Cecafé mostra que o Brasil exportou 29.953.809 sacas, para uma receita de US$ 4.595.055.

Ainda de acordo com dados da entidade, em relação aos mercados compradores, a Europa surge com 54% de participação da importação do produto brasileiro no período de janeiro a julho deste ano, enquanto América do Norte responde por 21%, Ásia por 17%, e América do Sul por 6%.

Na avaliação por países, os Estados Unidos lideram, com a aquisição de 3.177.564 sacas entre janeiro e julho, seguida pela Alemanha, com 3.157.075, e a Itália, com 1.377.191. No quarto lugar está o Japão, com 1.189.689 de sacas de 60 quilos.

Nos principais portos de embarque, o resultado foi o seguinte: Santos , com 12.727.306 de sacas no período de janeiro a julho (75,7% do total), seguido de Vitória, com 2.016.948 de sacas, (12%), e Rio de Janeiro, com 1.508.030 de sacas (9%).

Contratos futuros

O café brasileiro pode virar referência nos contratos negociados em bolsas internacionais. Produtores e exportadores do Brasil vêm negociando duas alternativas: uma delas seria incluir o café do Brasil no contrato da Bolsa de Nova York; outra seria criar um modelo especifico para o grão nacional na Bolsa de Chicago. Para se proteger contra as oscilações no preço, os brasileiros negociam na Bolsa de Nova York. O problema é que lá fora não existe um contrato especifico para o café brasileiro, a referencia são outros paises produtores, como a Colômbia. O setor acredita que a situação acaba distorcendo os preços.

As exportações brasileiras de café no mês de julho foram as maiores dos últimos quatro anos: a receita subiu 25,8% e o volume, 7,8%. Os números são do CeCafé.
Fonte: Revista Cafeicultura

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Café representa 6,9% das exportações brasileiras

O café representou 6,9% de todas as exportações brasileiras do agronegócio no acumulado dos cinco primeiros meses (janeiro a maio) deste ano em receita. É o que mostra o informe estatístico de café mensal do Departamento do Café, da Secretaria de Produção e Agroenergia do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Como comparativo, em 2009 o café representou 6,6% das exportações do agronegócio.

No acumulado de 2010 até maio, as exportações totais de café renderam US$ 1,9 bilhão, com volume total de 12,4 milhões de sacas. Em 2009, foram exportadas no total 30,5 milhões de sacas, com receita de US$ 4,3 bilhões.

O consumo brasileiro de café em 2010 é estimado em 19,3 milhões de sacas, com aumento de 4,9% no comparativo com o consumo de 2009, de 18,4 milhões de sacas.

Os estoques do Funcafé (Fundo de Defesa da Economia Cafeeira) seguem em 500.000 sacas e o Funcafé tem orçamento de US$ 2,846 bilhões para 2010, contra US$ 2,844 bilhões de 2009.
Fonte: Notícias Agrícolas

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Exportações brasileiras de café alcançaram, em maio, volume de 2,48 milhões de sacas

As exportações brasileiras de café alcançaram, em maio, volume de 2,48 milhões de sacas, para uma receita de US$ 391,8 milhões. O balanço mostra ligeira queda de 0,6% na quantidade embarcada em relação ao mesmo mês de 2009 (2.497.938), mas, em contrapartida, houve variação positiva de 19,3% nas vendas faturadas no período analisado. Conforme o balanço do Cecafé, o arábica responde por 84% das vendas do país, enquanto o solúvel por 11%, e o robusta por 5% das exportações. No acumulado do ano-safra, as projeções são de que o Brasil vai exportar 29,981 milhões de sacas, apurando no exterior US$ 4,5 bilhões. Em relação aos mercados compradores, a Europa exibiu 55% de participação nas compras do grão brasileiro.
Fonte: Revista Cafeicultura

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Crise deve prejudicar exportações brasileiras

Diante do consenso de que a Europa passará por uma segunda onda de recessão, derivada das medidas implementadas para controlar os déficits fiscais dos países da região, os economistas brasileiros estão de olho no impacto que isso terá no País. Principalmente, na balança comercial e no volume de Investimentos Estrangeiros Diretos (IED).

As estimativas para essas variáveis ainda não foram prejudicadas, mas isso pode ser uma questão de tempo. Afinal, em conjunto, a Europa é responsável por 22% das exportações do País. Nos investimentos, a importância é ainda maior, de 40%, no acumulado deste ano.

Quando se analisa o impacto de cada país isoladamente, é no investimento que os países mais atingidos pela crise têm maior peso. De janeiro a abril, a Espanha, sozinha, respondeu por 4% dos investimentos estrangeiros no Brasil. Portugal ficou com 3,1%. Na pauta de exportações, esses dois países não têm expressão individual. A Grécia não é destaque em nenhum dos dois setores.

O problema é que, se o déficit fiscal atinge mais fortemente as economias periféricas da Europa, a recessão deve ser mais disseminada, já que todos estavam apenas esboçando uma recuperação após a crise de 2008. De acordo com os últimos dados de PIB, a Europa cresceu 0,2% no primeiro trimestre de 2010 ante o último trimestre de 2009. Em relação ao primeiro trimestre do ano passado, a alta foi de 0,5%.

Balança comercial. O economista-sênior do BES, Flávio Serrano, acredita que a primeira variável a sentir os efeitos dessa recessão europeia será a balança comercial. A sua percepção é de que o ajuste para cima no superávit comercial de 2010, captado pela pesquisa Focus divulgada segunda-feira, ainda é decorrente da maré de alta nos preços das commodities do início do ano até abril.

"Isso foi interrompido", disse Serrano, acrescentando que os preços das commodities vão parar de subir e a tendência é de que a balança comercial fique um pouco abaixo das estimativas atuais - US$ 13,75 bilhões na Focus de ontem. "Na situação atual, com as commodities estáveis ou em queda e a atividade doméstica em alta, a balança comercial deve ter saldo um pouco menor." O BES mantém projeção de superávit de US$ 13,5 bilhões de antes do agravamento da crise, mas não descarta revisão para baixo.

Para a economista- chefe da Rosemberg Associados, Thaís Zara, depois do impacto inicial nos investimentos em carteira, principalmente ações, a crise europeia deve afetar mais o investimento. Ela ressalta a importância de Espanha e Portugal nessa variável. Thaís avalia, no entanto, que o impacto será mais no longo prazo. "A recessão europeia tem impacto, mas vai demorar um pouco a ser sentida. Isso deve ser percebido no fim do ano e início de 2011, a menos que haja uma restrição de liquidez, o que não é o mais provável."

Um outro economista de mercado, que prefere não ser identificado, ressalta que a recessão da Europa, por enquanto, não deve ter o mesmo impacto global da quebra do Lehman Brothers, em 2008.

Ainda assim, concorda que pode haver redução das exportações brasileiras. Ele também vislumbra estagnação ou queda nos preços das commodities, com o novo cenário. "Se a crise da Europa afetar o restante do mundo mais fortemente do que se espera, então os efeitos serão maiores e não sabemos exatamente o que ocorrerá", alerta esse economista.

O economista da corretora Gradual, André Perfeito, concorda: "Se houver um colapso do euro, não tem como precificar; então, tudo que estamos vendo é pouco". Porém, ele não vê essa possibilidade. Perfeito está entre os mais otimistas e acredita que a economia real da Europa está mais forte do que se avalia.
Fonte: O Estado de S.Paulo

terça-feira, 9 de março de 2010

Exportações de café recuam 15%

Como era esperado, o ciclo de baixa da bienualidade do café começou a ter impactos sobre as exportações brasileiras, que atingiram em fevereiro o menor patamar desde agosto de 2008. No mês passado, os embarques nacionais ainda da safra 2009/10 somaram 2,22 milhões de sacas, 10,5% menos que em janeiro e 15,1% abaixo de fevereiro do ano passado, quando a cafeicultura estava no fim de seu último ciclo de alta, de acordo com o Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé).

Em receita, as vendas externas do mês passado renderam ao país US$ 361,36 milhões, queda de 6,2% em comparação a janeiro, mas um aumento de 1,1% ante fevereiro de 2008. O resultado da equação "volume menor e receita maior" elevou o preço médio de exportação para US$ 162,17 por saca, o mais alto desde outubro de 2008.

"Essa queda no volume já era esperada. A safra colhida a partir do meio do ano passado foi pequena e a disponibilidade de produto para exportação está cada vez menor. Acredito que essa tendência deve se manter até a entrada da próxima safra, a partir de junho deste ano", afirma Sérgio Carvalhaes, diretor do Escritório Carvalhaes.

Do total embarcado em fevereiro, o principal destaque foi o café torrado. O produto com maior valor agregado somou 7,4 mil sacas, volume quase quatro vezes maior que o exportado em fevereiro de 2009 e duas vezes superior ao de janeiro deste ano. As vendas externas de café torrado renderam no mês passado US$ 2,2 milhões, duas vezes mais que fevereiro e 4,2 vezes acima do mesmo período do ano passado.

No caso do café solúvel, foram exportadas 217,17 mil sacas no mês passado, queda de 2,5% ante fevereiro de 2009 e de 8,6% em comparação a janeiro. Em receita, os US$ 35,8 milhões obtidos representam queda de 3,8% ante o mesmo período do ano passado e de 6,7% sobre o primeiro mês do ano.

O maior volume e a maior receita ainda se concentram no café verde. Juntas, as exportações de café arábica e de conillon representaram 90% do volume embarcado no mês passado e 89,5% da receita obtida com as vendas. Foram 2,003 milhões de sacas exportadas em fevereiro - 1,98 milhão de sacas de café arábica e 21,99 mil de conillon -, uma retração de 10,9% sobre janeiro e de 16,5% ante o mesmo período do ano passado.

A receita com as exportações de café verde renderam ao país no mês passado US$ 323,29 milhões - US$ 320,92 milhões de arábica e US$ 2,37 milhões de conillon -, queda de 6,5% em comparação a janeiro, porém aumento de 1,1% ante fevereiro do ano passado.

"Os importadores sabem que a safra de junho será grande e também reduzem a demanda. De qualquer forma, os preços subiram nos últimos 12 meses e a tendência no longo prazo é de alta", afirma Carvalhaes.
Fonte: Revista Cafeicultura