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quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

América Central: países divulgam seus cafés em Taiwan

Organizado pelo Cato (Escritório de Comércio da América Central), foi realizado no último dia 26, em Taipei, um seminário sobre o setor cafeeiro da América Central e suas oportunidades comerciais, contando com a participação de vários exibidores da 2010 Taipei Expo Chá, Café e Bebidas procedentes da Guatemala, Honduras, El Salvador e Nicarágua, e de dezenas de empresários locais.

O vice-presidente de Honduras, Samuel Armando Reyes Rendón, esteve também presente no seminário e aponta que busca promover tanto os setores cafeeiros do seu país como as vantagens de fazer negócios internacionais com parceiros como Taiwan. "Queremos que Taiwan consuma mais café de Honduras, que é de altíssima qualidade", disse o vice-presidente, que crê que a qualidade é a chave para abrir ou ampliar mercados.

Por seu lado, Mariano Suasnávar e Luis Maldonado, diretor comercial e diretor de comercialização, respectivamente, da Acodihye (Associação de Cooperação ao Desenvolvimento Integral de Huehuetenango), da Guatemala, expressaram sua satisfação por participar da feira asiática.

Tanto Suasnávar como Maldonado expressaram sua confiança em que poderiam expandir suas vendas de café em Taiwan através de sua participação na feira, revelando que a entidade a qual pertencem agrupa 2,1 mil pequenos produtores de café, que esperam neste ano vender quatro contêineres de café, por um valor de 280 mil dólares, a Taiwan. Essa é considerada a única exposição profissional de café em Taiwan e congrega membros do setor cafeeiro local e também da China, Japão e países do sudeste asiático.

O Cato, por sua vez, foi estabelecido em 1997, com sede em Taiwan, visando promover relações comerciais, investimentos e cooperação bilateral entre Taiwan e seus aliados diplomáticos na América Central.
Fonte: Peabirus

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Paraná sedia evento internacional sobre cafés especiais

Estão programadas rodadas de negócios nacionais e internacionais para aproximar compradores e produtores do setor

Comercialização, associativismo e gestão são os temas da terceira edição da Feira Internacional de Cafés Especiais do Norte Pioneiro do Paraná (Ficafé), que acontece nos dias 25 e 26 de novembro no município de Jacarezinho. Neste ano, o evento deve atrair cerca de quatro mil visitantes, entre cafeicultores, pequenas indústrias, corretores, fabricantes de insumos e equipamentos, entidades do agronegócio, compradores de cafés especiais e outros interessados.

O objetivo é proporcionar a aproximação entre produtores e compradores de cafés especiais e possibilitar a oferta dos produtos desses empreendedores ao mercado mundial. Na programação, estão mesas de debates, painéis e palestras sobre os cenários da cafeicultura no Estado e no país, a diferenciação do produto como estratégia de comercialização e os impactos da certificação na produção e agregação de valor na cafeicultura.

Entre as novidades deste ano, estão exposição sobre o ciclo completo do café, desde o plantio, passando pelas fases de beneficiamento até a etapa final de armazenamento, além do espaço-mulher, uma área dedicada a difundir entre os consumidores e produtores rurais a arte do preparo de um bom café.

Estão programadas ainda rodadas de negócios nacionais e internacionais. Durante as rodadas, diversos lotes de cafés especiais da região estarão à disposição para degustação dos interessados. De acordo com Odemir Capello, consultor do Sebrae em Jacarezinho, as rodadas deverão acontecer paralelamente e a internacional contará com a presença de aproximadamente dez compradores do Exterior.

– Eles terão a oportunidade de conhecer o processo produtivo do café da região e de fechar negócios durante o evento ou futuramente – afirma.

Realizada pelo Sebrae no Paraná, em parceria com a Associação de Cafés Especiais do Norte Pioneiro do Paraná (ACENPP), a Ficafé conta com apoio do Banco do Brasil, da prefeitura de Jacarezinho, do Instituto Agronômico do Paraná (Iapar), da Associação dos Municípios Norte Pioneiro (Amunorpi), da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural do Estado do Paraná (Senar) e do Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater).
Fonte: Revista Cafeicultura

Cafés da Bahia brilharam nas principais provas do Brasil este mês

Assim como nas artes, na geografia e no jeito de ser da sua gente, o estado da Bahia vem mostrando que, quando o assunto é café de qualidade, também consegue ser, ao mesmo tempo, “singular e plural”. Os diferentes climas e relevos das regiões cafeeiras do estado têm permitido a revelação de resultados primorosos nos mais diversos tipos de café. Natural, despolpado, com gosto frutado ou notas de chocolate, leve ou encorpado, o estado tem uma diversidade de cafés capaz de agradar aos mais diferentes paladares. E, neste mês novembro, o café da Bahia fez bonito nas principais provas dentro e fora do estado. Na nona edição do Concurso de Qualidade Cafés da Bahia, realizado pela Associação dos Produtores de Café da Bahia (Assocafé), a surpresa ficou por conta dos municípios de origem dos ganhadores dos primeiros lugares na categoria “Despolpado”. Os postos que eram quase exclusividade de Piatã, na Chapada Diamantina, foram ocupados por Brejões, Barra do Choça e Encruzilhada. Já na categoria “Natural”, os premiados vieram dos municípios de Barreiras e São Desidério.

“Isto é uma prova de que a consciência da qualidade está se espalhando e confirma a vocação que o estado tem para a produção de cafés especiais”, diz o juiz internacional de café, Silvio Leite, integrante do corpo de jurados do Concurso.

Segundo Leite, a Bahia conseguiu resultados ímpares em uma diversidade maior de origens. “Piatã é uma referência, tanto que o mesmo café que disputou o concurso baiano, do produtor Antonio Rigno, reconhecidamente um expert, ficou em 7º lugar no concurso Cup of Excellence, da Brazil Speciality Coffee Association (BSCA), realizado na semana passada, em Minas Gerais, no qual concorreram 254 amostras”, conta Silvio Leite.

Mas, nem só de planalto vive a cafeicultura baiana. Na margem esquerda do Rio São Francisco, região Oeste da Bahia, também se produz excelência. Dos 17 campeões do Concurso de Qualidade Cafés da Bahia, cinco eram do Oeste. Segundo o presidente da Assocafé, João Lopes Araujo, esta região tem a versatilidade de produzir tanto o café despolpado, quanto o natural. Este último é preparado com a casca, tem corpo, doçura e um leve sabor de frutas secas. O Oeste se notabilizou na produção do tipo natural por causa do clima, mais seco, que impede o surgimento indesejado de fungos, já que não chove na época da colheita, nos meses maio e junho. Já o cereja despolpado é mais leve, com o que os provadores chamam de uma “acidez brilhante”, que torna a bebida excepcionalmente elegante.

Dois produtores baianos também foram premiados no 7º Concurso Nacional Abic de Qualidade de Café. Na categoria Natural, o café da Fazenda Campo Aberto, da Agrifirma, de Luís Eduardo Magalhães, ficou em terceiro lugar. Na categoria Despolpado, Lessivan Marcos Pacheco, de Brejões, arrebatou o segundo lugar.

“Vibro pessoalmente a cada uma dessas vitórias, pois acompanhei de perto a evolução da atividade na Bahia. Sei que ainda vamos muito mais longe. Quero parabenizar a cada participante do concurso, especialmente aos campeões, porque provaram que estão fazendo um grande trabalho”, disse o secretário da Agricultura, Eduardo Salles.

As provas de qualidade animam o produtor. “Essa corrida pela melhor colocação é especialmente benéfica para a nossa cafeicultura e a do Brasil. No caso da Bahia, onde salvo raras exceções, os produtores de qualidade são pequenos agricultores, os concursos são a principal janela de visibilidade destes produtos. Se não têm condições de competir por escala, o fazem em excelência. Isto gera prêmios e melhores vendas, bastante remuneradores para o produtor”, conclui João Lopes Araujo.

O Concurso de Qualidade Cafés da Bahia conta com a parceria do Ministério da Agricultura (Mapa), Sebrae, Governo do Estado da Bahia/Seagri/SICM, Banco do Nordeste (BNB) Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), Federação da Agricultura do Estado da Bahia (Faeb), Aiba, Coopmac, Centro de Comércio de Café da Bahia, Agricafé, Abacafé, Empresas Tristão, e Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb).
Fonte: Revista Cafeicultura

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Cafés de São Paulo têm as maiores notas no 7º Concurso Nacional ABIC de Qualidade do Café

Os cafés paulistas foram os grandes vencedores do 7 º Concurso Nacional ABIC de Qualidade do Café, obtendo as maiores notas nas três categorias disputadas, o resultado foi anunciado nesta segunda-feira (15) durante o 18º ENCAFÉ que acontece em Natal no Rio Grande do Norte.

O Café Cereja Descascado do produtor João Antônio Garrote da cidade paulista de Itaí – SP obteve 89 pontos sendo o lote com a maior pontuação do Concurso, na categoria Café Natural o protudor Márcio Luiz Bergamo Favaro de Sarutaiá – SP ficou com a Nota 85,25, na categoria Micro Lote o produtor João Emilio Lisboa de Piraju - SP conseguiu a nota 78,75.

O 7º Concurso nacional ABIC de qualidade de café, avaliou a qualidade global dos lotes de café das categorias Cafés Naturais, Cafés Cereja Descascado e Micro Lote de apenas duas sacas de 60 quilos cada. A avaliação seguiu as metodologias do Programa de Qualidade do Café (PQC), da Abic, e da Specialty Coffee Association of America (SCAA, associação americana de cafés especiais), as analises foram realizadas no laboratório do Centro de Preparação de Café do Sindicato da Indústria de Café do Estado de São Paulo.

Abaixo a Classificação Geral:

Categoria Natural
Márcio Luiz Bergamo Favaro - Sarutaiá – SP | Nota SCAA 85,25 |Nota PQC 8,15
Maria José Junqueira Ceglia – São Lourenço – MG | Nota SCAA 79,00 | Nota PQC 7,68
Agrifirma Campo Alberto Agrop – Luiz Eduardo Magalhães - BA | Nota SCAA 76,25 | Nota PQC 7,60
Valmir Rodrigues de Souza – Jandaia do Sul - PR | Nota SCAA 74,25 | Nota PQC 7,34

Categoria Cereja Descascado
João Antônio Garrote – Itaí - SP | Nota SCAA 89,00 | Nota PQC 8,66
Lessivan Marcos de Oliveira Pacheco - Brejões - BA | Nota SCAA 84,75 | Nota PQC 8,25
Hilda Stein Krohling – Marechal Floriano - ES | Nota SCAA 83,75 | Nota PQC 8,10
Luiz Roberto Saldanha Rodrigues – Jacarezinho - PR | Nota SCAA 80,25 | Nota PQC 7,93

Categoria Micro Lote
João Emilio Lisboa – Piraju - SP | Nota SCAA 78,75 | Nota PQC 8,00
Zaldenir Gonçalves – Londrina - PR | Nota SCAA 78,75 | Nota 7,83
Fonte: NEWSCAFEICULTURA

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Comitê Diretor de Promoção e Marketing do Café (CDPM/Café) se reune em Brasília

O Comitê Diretor de Promoção e Marketing do Café (CDPM/Café) realizou uma reunião ontem em Brasília na qual o tema principal foi a participação dos "Cafés do Brasil" na 23ª Exposição Anual da Associação Norte-Americana de Cafés Especiais (23rd Annual SCAA Exposition), que ocorre entre 28 de abril e 1º de maio de 2011, em Houston, Texas, nos Estados Unidos.

Segundo o presidente da Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA), Túlio Junqueira, a presença do Brasil está confirmada em um estande com 130 metros quadrados. "É o momento de o Brasil avançar no mercado norte-americano", diz Junqueira, sobre o aumento da participação na área de cafés de alta qualidade.

Ele argumenta que a crise financeira não reduziu o consumo de cafés especiais nos Estados Unidos e que tradicionais fornecedores nesse segmento, como a Colômbia e países da América Central, não têm conseguido atender totalmente a demanda. "Outros países não apresentam a qualidade e a quantidade oferecida pelo Brasil", defende o presidente da BSCA (sigla, em inglês, de `Brazil Specialty Coffee Association`).

Conforme Junqueira, o consumo anual nos Estados Unidos, o maior consumidor mundial, gira em torno de 22 milhões de sacas. "Entre 15% e 20% desse mercado envolve cafés especiais", afirma. A produção brasileira de cafés finos é de 2 milhões de sacas por ano, informa a BSCA. São considerados, nessa classificação, critérios como aroma, bebida e paladar. A produção total de café do Brasil em 2010 é previst a em torno de 47,2 milhões de sacas, conforme dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

A participação brasileira na `23rd Annual SCAA Exposition` será feita por meio de parceria entre agentes privados e do setor público, contando, por exemplo, com o apoio da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex). Segundo Junqueira, este ano a feira homenageará o Brasil, criando um ambiente propício para negócios.

O lema da participação brasileira será "One Country, Many Flavors" (um só país, muitos sabores), e serão apresentadas no evento as regiões produtoras de cafés especiais no Brasil.
Fonte: Revista Cafeicultura

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Prêmio de R$ 400 mil para os melhores cafés capixabas

O objetivo do prêmio é identificar, premiar e incentivar os melhores produtores de café arábica da Região Serrana do Espírito Santo.

O 10º Prêmio Cafuso/UCC de qualidade de café já tem 87 finalistas entre os produtores das Montanhas Capixabas. Quem obteve nota acima de 87 na avaliação sensorial, garantiu vaga na disputa de quase R$ 400 mil em prêmios em dinheiro. O resultado final será anunciado no dia 27 de novembro, durante cerimônia de premiação no Clube Recreativo Venda Nova- Creven, em Venda Nova do Imigrante.

O prêmio é uma realização das Empresas Tristão/ Real Café e da torrefadora japonesa Ueshima Coffee Company (UCC), em parceria com o Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper), órgão vinculado à Secretaria de Estado da Agricultura, Aquicultura, Abastecimento e Pesca (Seag); o Serviço Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae); Banco de Desenvolvimento do Espírito Santo (Bandes); e com a coordenação da Cooperativa dos Cafeicultores das Montanhas Capixabas (Pronova).

O objetivo do prêmio é identificar, premiar e incentivar os melhores produtores de café arábica da Região Serrana do Espírito Santo e incentivá-los na busca constante da melhoria da qualidade do café, como meio mais eficaz de conquistar novos mercados e atender a crescente demanda por produtos diferenciados.


Nesta edição, foram 560 amostras inscritas, provenientes de 18 municípios serranos. Cada produtor apresentou lotes de uma mesma propriedade, com volume mínimo de 20 sacas e máximo de 320 sacas beneficiadas. A Pronova recebeu as amostras no período de 1º de julho a 15 de outubro.

A premiação é tanto por município quanto entre todos os participantes. Para as cidades que tiveram mais de 10 candidatos, os três melhores produtores de café serão agraciados, com prêmio de R$ 3.000 para o primeiro, R$ 2.000 para o segundo e R$ 1.000 para o terceiro. Para o município que enviou a partir de 31 amostras, o valor do prêmio é maior. Serão R$ 5.000 para o vencedor, R$ 3.000 para o segundo colocado e R$ 2.000 para o terceiro. Os primeiros colocados por município disputarão entre si o prêmio máximo de R$ 20 mil. O segundo colocado geral vai ganhar R$ 15 mil e o terceiro, R$ 10 mil. Nos municípios que tiveram menos de 10 canditatos, Para os municípios que tiveram menos de 10 inscritos, só um produtor se classifica e este disputa apenas o prêmio geral.

Além da qualidade, as amostras foram avaliadas pelos critérios sócio-ambientais adotados na propriedade. Auditores analisaram a rastreabilidade, o uso de fertilizantes e de defensivos, a gestão do solo, a colheita e a pós-colheita, a gestão de resíduos, a conservação do meio ambiente e a saúde e segurança do trabalhador.
Dessa forma, vencem os cafés que obtiverem maior pontuação com a soma da avaliação sensorial (nota máxima de 80 pontos) e dos critérios sócio-ambientais (com máxima de 20).

Os organizadores do 10º Prêmio Cafuso/UCC se propõem a comprar todos os lotes inscritos que não apresentarem defeitos, pagando a cotação cheia de fechamento da Bolsa de Mercadorias e Futuros- BM&F, para vencimento de dezembro de 2010, com ágio de R$ 20,00 por saca para os lotes devidamente aprovados e entregues na Triscafé. Já para os finalistas de cada município, será pago posteriormente um ágio de R$ 30 por saca sobre o lote inscrito.

FINALISTAS DO PRÊMIO CAFÉ DAS MONTANHAS DO ESPÍRITO SANTO 2010

Afonso Claudio

Benice Braga Sutil
Dalmo Ruckdeschel
Delmo Ruckdeschel
Francisco Braga
João Turra Nunes
Joelso Ancelmo Braga
Jose Lino Tomoteo Braga
Zélio Antonio Zambom

Alfredo Chaves

Jhonatas Afonso Sartori Zucolotto

Brejetuba

Alessandro José Côco
Florentino Meneguetti
Lourival de Souza Paula
Luiz Ambrozim
Mozaniel Silva de Lima
Pedro Antônio de Paula
Rodrigo Côco

Castelo

Aguinaldo Antonio Altoé
Genesio Thomas Thomazine
João Luiz Spavier
Jose Romao Sobrinho
Luiz Carlos Cecotti
Marciana Ferreira Luzorio Altoé
Marcos Antonio Nalli
Mario Jose Zardo
Rafael Jose Dalfior
Solimar Tomazini
Vagner Dias Sartori

Conceição do Castelo

Gessi Belinho da Silva
Luciano Clemente Lopes
Luiz Gonzaga Cunha
Maria Luzia de Vargas Pinto
Renata Vargas Rigo de Souza

Domingos Martins

Adriano Orlando Wruck

Ibatiba

Alex Sandro Souza Pereira
Antônio Gomes Pereira
Genival Amorim Pereira
José Ribamar Scussulim
Maria Aparecida Souza Gomes

Itaguaçú

Geraldo Francisco Casagrande

Itarana

Alfredo Schultz
Aristeu Possimoser
Arnaldo Krause
Geraldo Grinewald
Lurdiane C. Vhlig Krause

Iúna

Adair Leocádio Pereira
Aildo Davino de Assis
André Cesário Louback
José Davino Gomes
Leandro Souza Pereira

Marechal Floriano

Carlos Roberto Borgo
Clarindo Busato
Felipe Huber
Hilda Stein Krokling
Izael Francisco Evald
Jose Carlos Veltem
Luzinete Endlick

Muniz Freire

Antonio Marcos de Oliveira Paulucio
Antonio Pessim
Antonio Ronaldo Pessim
Jose Manoel Paulucio
Luiz Daniel Paulucio

Santa Maria de Jetibá

Nicolau Arnholz

Santa Teresa

Jorge Emilio Covre
Nicoly Gomes Covre
Pio Angelico Corteletti
Sérgio Rocon
Valdir Elói Erler

São Roque do Canaã

Fernando Margon Zufelatto
Jeronimo Mille Neto
Lafaiete Francisco Alves
Maiqui Geraldo Demuner
Verandina Margon Zufelatto

Vargem Alta

Anilton Afonso Meniguite
Jose Carlos Marchioro
Jose Luiz Machado
Laerte Carlos Venturim
Marcos Marchioro
Pedro Zucolotto
Sergio Daniel Peterli
Solimar Venturim
Valdir Jose Campos
Zeferino Pasti

Venda Nova do Imigrante

Clarindo Brioschi
João Manegoni
Leandro Carnielli
Maykon Jose Botacim Tonole
Ricardo Brunoro
Fonte: Incaper

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Brasil busca aumentar exportações de cafés finos

De olho em um consumidor cada vez mais exigente e na proliferação das maquinas de espresso domésticas entre a classe média, o Brasil pretende marcar presença no segmento de cafés finos. A verba que o Ministério da Agricultura destina para divulgação do café "made in Brazil" vem crescendo ano a ano. Foi de R$ 800 mil no ano passado e de R$ 1,5 milhão em 2010. Para 2011, a Agricultura orçou R$ 10 milhões e, mesmo após o corte da Fazenda, conseguiu assegurar R$ 5 milhões. "Queremos uma presença maior no exterior", disse o diretor do Departamento de Café do Ministério da Agricultura, Robério Silva. A estratégia, de acordo com ele, não é apenas salientar que o Brasil é o maior produtor e exportador de café mundial, mas mostrar que há uma gama diversificada do produto, com ênfase nos cafés de alta qualidade.

O diretor acabou de voltar de Genebra, onde participou de evento sobre café, e se prepara para viajar novamente, desta vez para Houston, no Texas, Estados Unidos, com o mesmo propósito. Para o presidente do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), Guilherme Braga, mesmo crescente a verba pública para difundir o café do Brasil ainda é pequena. "Esses números são ridículos. É importante que estejam crescendo, mas não se pode dizer que vão alavancar o volume de vendas", considerou. A receita cambial com exportação de café (verde, solúvel, torrado e moído) aumentou 20% de janeiro a setembro em relação ao mesmo período do ano passado, atingindo US$ 3,693 bilhões. O volume exportado no período foi de 22,8 milhões de sacas de 60 quilos, o que representou um crescimento de 2% sobre 2009 - grande parte cafés do tipo robusta, de menor qualidade.

Não há dúvidas, de acordo com Braga, de que a tendência é de crescimento das vendas, principalmente dos cafés chamados "especiais", que possuem maior valor agregado. "O consumidor está mais exigente, e também disposto a pagar um pouco mais pelo produto de boa qualidade." O diretor do Cecafé estimou que as vendas dos cafés finos ou de melhor qualidade representem de 15% a 20% das exportações totais. Apesar da fatia ainda ser pequena, salientou, é considerável tendo em vista que há 10 anos o Brasil praticamente não vendia esse tipo de produto no exterior.

Além do Ministério da Agricultura e do setor privado, que se empenham no marketing internacional do produto, a Agência Brasileira de Promoção de Exportação e Investimentos (Apex-Brasil) também tem ampliado a atuação no exterior. Uma das mais recentes campanhas foi a da fórmula Indy, nos Estados Unidos, totalmente voltada para o tema "Cafés do Brasil". "Em 20 anos, nunca tivemos isso", comemorou o coordenador de Projetos Setoriais da Apex, Juarez Leal. "Os Estados Unidos são o mercado prioritário para nós", acrescentou. Mas países como Japão e os do Norte da Europa mostram cada vez mais interesse e aceitação do produto brasileiro, conforme o coordenador.

Como a agência não trabalha com commodities, o foco da atuação no caso dos cafés é o produto de maior qualidade, premium e especiais. O lado bom de trabalhar com o café, segundo Leal, é a aceitação do produto no exterior. "Os importadores brigam a tapa pelo café brasileiro", exagera. Mesmo assim, de acordo com ele, ações de marketing são necessárias porque a maior parte das vendas nacionais ainda é do café tipo robusta, o que apresenta menor qualidade. Por isso, não há segredo, explica o coordenador da Apex: "Quem quer vender tem de estar lá fora. É preciso mostrar a qualidade do produto", considerou. Até porque muitas vezes, disse Leal, o importador tem mais interesse na "história do produto" do que necessariamente no produto em si. E alguém precisa contá-la.
Fonte: Só Notícias

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Especiais: regiões querem autonomia em promoção e marketing

Criada em 1991 para representar os cafés especiais produzidos no Brasil após o fim do Instituto Brasileiro do Café (IBC), a Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA) pode ter sua abrangência reduzida. Isso porque associações regionais de produtores querem mais autonomia para divulgar e promover seus cafés especiais, valorizando as regiões em que são produzidos.

"Ninguém nega a importância que a BSCA teve, mas os tempos mudaram e a entidade já não consegue mais ter uma abrangência nacional", afirma Gabriel Afonso Mei Alves de Oliveira, da Associação de Cafés Especiais da Alta Mogiana (AMSC). Segundo ele, a região da alta mogiana, no interior paulista, está pleiteando o registro de identificação geográfica junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi). A expectativa é que p selo saia no início de 2011.

A BSCA reconhece que, de fato, não representa nenhuma região específica. "O Brasil é um país de muitos sabores e é legítimo que as regiões defendam seus cafés, mas alguém tem que segurar o cabo desse guarda-chuva", afirma Túlio Junqueira, presidente da BSCA, ao lembrar que a entidade tem associados de todas as regiões produtoras. Ele lembra que os recursos obtidos juntos à Apex-Brasil são públicos e todas as associações regionais podem utilizar, participando das feiras onde a BSCA está presente.
Fonte: Valor Econômico

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

CNC comemora aprovação dos cafés brasileiros na bolsa de NY

O Conselho Nacional do Café (CNC) comemorou a notícia de que o Comitê do Café da Bolsa de Nova York aprovou na noite de quarta-feira o início das negociações com os cafés lavado e semi-lavados do Brasil. Até agora são negociados somente cafés lavados de outras nações, como Colômbia e países da América Central, perfazendo um total de 19 países latino-americanos.

O presidente do CNC, Gílson Ximenes, disse que a notícia é muito favorável para os produtores do Brasil. "Desde 2004 vinham essas tratativas e isso é muito importante para a firmeza e sustentação do mercado e para a hegemonia da cafeicultura brasileira no mundo", afirmou.

Ximenes observou que o café brasileiro é de excelente qualidade, e tem melhorado cada vez mais os seus grãos. Observa que a escassez recente de grãos arábica lavados colombianos e da América Central foi um fator a mais para a bolsa abrir suas portas para o café brasileiro, mas ressaltou que o que de fato está por garantir a negociação dos grãos do país é a ótima qualidade do produto nacional.

Para o dirigente do CNC, vai diminuir o deságio dos cafés brasileiros em relação ao que hoje ocorre na Bolsa de NY, no comparativo com cafés colombianos e centrais, por exemplo. Ximenes reitera que o café brasileiro é de qualidade superior, que continua sendo aprimorada, e essa notícia é muito positiva para o país se consolidar no mundo não só como maior país produtor e expor tador do grão, mas também como produtor de grãos de altíssima qualidade.

O Ministério da Agricultura e Pecuária ainda não recebeu o comunicado oficial da decisão, informou o diretor do Departamento do Café do Mapa, Robério Silva. O diretor não quis prever quando a direção da Bolsa - o Board (NYBOT) - vai referendar a decisão do comitê, mas acredita que poderá ser um processo rápido.

Segundo Robério Silva o efeito da aprovação deverá ser sentido entre 18 e 24 meses, depois que forem encerrados os contratos de café que se encontram em aberto na Bolsa. Por isso, não serão sentidos resultados imediatos nos preços. Mas a médio prazo os produtores poderão ter mais liquidez e conquistar novos mercados.

O Brasil nunca negociou estes tipos de café em Nova York porque a produção do s lavados e semi-lavados iniciou há apenas cinco anos no país.

O secretário de Produção e Agroenergia do Mapa, Manoel Bertone, disse que a decisão faz justiça ao Brasil porque o país é o maior exportador de café do mundo.
Fonte: Revista Cafeicultura

Brasil quer marcar presença no segmento de cafés finos pelo mundo

De olho em um consumidor cada vez mais exigente e na proliferação global de máquinas de café nas casas de classe média, o Brasil quer marcar presença no segmento de cafés finos pelo mundo. A verba do Ministério da Agricultura para divulgar o café "made in Brazil" no exterior, que foi de R$ 800 mil no ano passado, em 2010 passou para R$ 1,5 milhão. Para o próximo ano, a Pasta solicitou a quantia de R$ 10 milhões e, mesmo com o corte do orçamento, conseguiu separar R$ 5 milhões para eventos que levarão a qualidade do produto para o mundo todo.

"Queremos uma presença maior no exterior", disse o diretor do Departamento de Café do Ministério da Agricultura, Robério Silva. A estratégia, de acordo com ele, não é apenas salientar que o Brasil é o maior produtor e exportador de café mundial, mas oferecer aos clientes uma gama diversificada do produto, com ênfase nos cafés de alta qualidade. O diretor acabou de voltar de um evento de café em Genebra e participará também de outra celebração do produto, em Houston, Estados Unidos, em que o Brasil será país tema.

De acordo com Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), a receita cambial com exportação de café (verse, solúvel, torrado e moído) aumentou 20% de janeiro a setembro em relação ao mesmo período do ano passado, com o faturamento passando de US$ 3,066 bilhões para US$ 3,693 bilhões. O volume da exportação brasileira no período totalizou 22,8 milhões de sacas de 60 quilos, o que representou um crescimento de 2% sobre 2009 (22,3 milhões de sacas) - a maioria de cafés do tipo robusta, de menor qualidade.

O montante reservado pelo Ministério ainda é pouco, na avaliação do diretor-geral da entidade, Guilherme Braga. Mas já é um começo. "Esses números são ridículos. É importante que estejam crescendo, mas não se pode dizer que vão alavancar o volume de vendas", considerou.

Não há dúvidas, de acordo com Braga, de que a tendência é de crescimento das vendas, principalmente dos cafés chamados "especiais", que possuem maior valor agregado. "O consumidor está mais exigente, mas também está disposto a pagar um pouco mais pelo produto de boa qualidade", explicou. O diretor do Cecafé estimou que as vendas dos cafés finos ou de melhor qualidade representem de 15% a 20% das exportações totais. Apesar da fatia ainda ser pequena, salientou, é considerável tendo em vista que há 10 anos o Brasil praticamente não vendia esse tipo de produto no exterior.

Além do Ministério da Agricultura e do setor privado, que se empenham no marketing internacional do produto, a Agência Brasileira de Promoção e Exportação e Investimentos (Apex-Brasil) também tem ampliado a atuação no exterior. Uma das mais recentes campanhas foi a da fórmula Indy, nos Estados Unidos, totalmente voltada para o tema "cafés do Brasil". "Em 20 anos, nunca tivemos isso", comemorou o coordenador de Projetos Setoriais da Apex, Juarez Leal. "Os Estados Unidos são o mercado prioritário para nós", acrescentou. Mas países como Japão e os do Norte da Europa mostram cada vez mais interesse e aceitação do produto brasileiro, conforme o coordenador.

Como a agência não trabalha com commodities, o foco das atuações no caso dos cafés é os de maior qualidade, como Premium e especiais. No total, a Apex desenvolve atuações para produtos de 70 segmentos diferentes. A cada dois anos, a disputa para ser o setor escolhido fica mais acirrada e o café tem estado nelas.

O lado bom de trabalhar com o café, segundo Leal, é a aceitação do produto no exterior. "Os importadores brigam a tapa pelo café brasileiro", relatou. Mesmo assim, de acordo com ele, ações de marketing são necessárias porque a maior parte das vendas nacionais ainda é do café tipo robusta, o que apresenta menor qualidade. Por isso, não há segredo, explica o coordenador da Apex. "Quem quer vender tem de estar lá fora. É preciso mostrar a qualidade do produto", considerou. Até porque muitas vezes, disse Leal, o importador tem mais interesse sobre a "história do produto" do que necessariamente por ele. E alguém precisa contá-la.
Fonte: ABIC

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Concurso elege os cinco melhores cafés de Cachoeiro

As amostras de café passaram por uma avaliação criteriosa dos jurados

Os produtores dos cinco melhores cafés de Cachoeiro de Itapemirim já estão escolhidos. Depois de uma avaliação criteriosa do corpo de jurados, que incluiu análise de amostras e vistoria nas propriedades, foram eleitos os vencedores do 1º Concurso de Qualidade e Sustentabilidade do Café do município. A realização é da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Rural, em parceria com o Incaper.

Os nomes ainda não foram divulgados. Para manter o suspense, os ganhadores só serão conhecidos na solenidade de premiação, que será realizada no dia 22 de outubro, às 19h, na Ceasa Sul.

Para selecionar os cinco primeiros colocados, os jurados fizeram uma seleção criteriosa das amostras dos 29 inscritos. O trabalho incluiu avaliação de grãos entregues pelos produtores, coleta de novas amostras nas propriedades, avaliação dessa segunda amostra e aplicação de um questionário de sustentabilidade.

Depois da avaliação de todos os resultados, o corpo de jurados chegou aos cinco nomes dos produtores, que irão receber prêmios em dinheiro, além de outros cinco nomes que receberão certificados de participação no concurso.

Confira a premiação:

1º lugar – R$ 5 mil
2º lugar – R$ 3 mil
3º lugar – R$ 2 mil
4º lugar – R$ 1,5 mil
5º lugar – R$ 1 mil
Fonte: Revista Cafeicultura

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Mercado de cafés especiais procura baristas

Segundo a Associação Brasileira de Café e Barista (ACBB), o Brasil deve se tornar até o ano que vem o maior mercado consumidor de café do mundo, superando os Estados Unidos. Boa parte desse crescimento pode ser atribuída ao mercado de cafés especiais, que, de acordo com a ACBB, cresce 20% ao ano no País.

A associação aponta que esse interesse pode ser medido pela grande quantia de empresas da área que estão vindo para o Brasil, entre elas fabricantes de máquinas e lojas especializadas, como a americana Starbucks. ”Está havendo crescimento do mercado de cafés especiais em todo o mundo. É uma moda entre os jovens”, diz Geórgia Franco, diretora da ACBB e barista.

Nesse cenário, aumenta também a demanda por baristas, os mestres em preparar bebidas cujo ingrediente principal é o café. Esses profissionais não são apenas operadores de máquinas de café: altamente capacitados, eles preparam opções cada vez mais especializadas e refinadas para o freguês.

”A partir do momento em que o consumidor diferencia o café bem tirado, o mercado vai valorizar cada vez mais os bons profissionais”, aponta Geórgia. Ela é organizadora da etapa paranaense do Campeonato Brasileiro de Barista, realizada no Mercado Municipal de Curitiba entre quinta-feira da semana passada e o último domingo.

Cléia Junqueira, também diretora da ACBB, destaca que essas competições refletem o interesse crescente pela carreira de barista. ”Os campeonatos brasileiros e as regionais ajudam muito a divulgar a profissão”, afirma a diretora, que estima que o Brasil tem atualmente cerca de seis mil baristas realmente qualificados e especializados. ”Há mercado no Brasil inteiro”, diz Cléia.

Há possibilidade de bons salários na profissão: as diretoras descrevem que os profissionais começam geralmente recebendo salário mínimo, mas os ganhos podem passar dos R$ 3 mil. ”Para ser barista, é necessário, em primeiro lugar, gostar de café, obviamente. Segundo, ter um pouco de aptidão”, explica Geórgia. ”Aptidão, no sentido de ser detalhista, organizado”, complementa Cléia.

Tramita atualmente no Congresso Nacional um projeto de lei para a regulamentação da profissão de barista no Brasil. A matéria propõe que o profissional deve possuir diploma de curso, em nível técnico ou equivalente, expedido por estabelecimento devidamente registrado no órgão competente, e submeter-se a cursos de especialização reconhecidos por órgãos de notório conhecimento na técnica e que estejam devidamente cadastrados junto a órgãos de fiscalização estatal. ”O profissional terá que passar por provas teóricas, práticas e sensoriais”, explica Geórgia.
Fonte: Revista Cafeicultura

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Cafés especiais do Brasil se consolidam no mercado japonês

Evento em Tóquio contou com a presença de cafeicultores brasileiros

De 22 a 24 de setembro, a Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA, na sigla em inglês), em parceria com a Apex-Brasil e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), organizou a participação dos cafeicultores brasileiros na Exposição e Conferência Mundial de Cafés Especiais, em Tóquio, Japão.

Segundo o produtor Túlio Junqueira, presidente da BSCA, o mercado asiático, principalmente Japão e Coréia, vem demonstrando uma tendência evolutiva para o nicho de cafés especiais. "O evento foi importante porque, mais uma vez, o Brasil marcou presença crescente neste mercado, com boa aceitação de nossos produtos", destaca.

O vice-presidente da entidade, Luiz Paulo Pereira Dias Filho, compartilha a opinião, dizendo que, a cada exposição e conferência mundial organizada pela Associação Japonesa de Cafés Especiais (SCAJ), o Brasil ganha espaço no mercado. "Estamos demonstrando, ano a ano, que nossos cafés têm potencial para agradar a todos os paladares, sendo aceito em quaisquer mercados, indo ao encontro do proposto por nosso slogan: 'one country, many flavours' (um país, muitos sabores)", aponta.

A diretora executiva da BSCA, Vanúsia Nogueira, completa, ressaltando a confiabilidade dos cafés especiais brasileiros - "além da qualidade comprovada mundialmente, o Brasil se consolida como um fornecedor fiel, com os compradores sem receio de fechar negócios com nossos produtores", atesta.

O balanço da Exposição e Conferência Mundial comprova a consolidação do Brasil como provedor confiável e de produto com qualidade excepcional. Entre contatos fechados e em prospecção, a BSCA estima que sejam movimentados cerca de R$ 1 milhão, valor referente à negociação de aproximadamente 2 mil sacas de café. "A feira nos mostrou que o mercado japonês está absorvendo os novos patamares de preço do mercado de café, tanto que, neste ano, novos players nos procuraram para iniciar trabalhos conjuntos", relata Vanúsia.

Um dos destaques do evento foi a apresentação "Sabor da Safra 2010 - The Taste of the Harvest", ação liderada pelo presidente da Agricafé, Sílvio Leite, um dos maiores experts em café do mundo, e o presidente da SCAJ, Hidetaka Hayashi. Em sessões de cupping, 37 degustadores de renomadas cafeterias e empresas compradoras puderam avaliar, na xícara, a qualidade global de 31 amostras dos associados da BSCA. "É exatamente nesses programas de demonstração dos nossos cafés que a gente ganha espaço. Mostramos que temos condição para ocupar a posição de produtor dos melhores cafés especiais do mundo", anota Luiz Paulo.

Cafés do Brasil - Durante a Exposição e Conferência Mundial de Cafés Especiais, no Japão, os presidentes da BSCA e da Agricafé, Túlio Junqueira e Sílvio Leite, respectivamente, ministraram uma palestra em seminário institucional sobre os Cafés do Brasil, apresentando as diversas regiões produtoras, as certificações brasileiras, o histórico dos cafés especiais no País, a atuação da BSCA, demonstrando a importância das ações da entidade aos cafeicultores, e a diferenciação dos métodos de avaliação para cafés commodities (usual) e o sistema criado especialmente para cafés especiais, como Cup of Excellence e SCAA, adotados pela BSCA. "Essa apresentação permitiu que os participantes soubessem que os cafés brasileiros, além de especiais, possuíam a certificação BSCA e o diferencial que ela agrega", conclui Junqueira.

Identidade visual - Outro ponto inovador no evento deste ano foi a apresentação da delegação brasileira. A Apex-Brasil criou uma identidade visual para stand, folders e uniforme da equipe de trabalho, que exalta as cores do País, sob o slogan "One country, many flavours".

De acordo com Cláudia Marinelli, coordenadora geral de Planejamento e Estratégias do Departamento do Café do Mapa, esse novo visual foi muito bem aceito pelos brasileiros e, principalmente, pelos participantes da feira no Japão. "A linha adotada pela Apex-Brasil cria uma identidade visual moderna e, vista a aceitação pública, acredito que poderá ser utilizada nos próximos eventos internacionais, de maneira que se consolide como a imagem de todos os nossos cafés no exterior", afirma.

A coordenadora diz que o stand brasileiro se destacou não apenas por essa nova identidade, mas também pelos serviços apresentados. "A atratividade visual era nítida e, aliada a ela, proporcionamos a degustação de aproximadamente 1.500 doses dos cafés especiais brasileiros. É gratificante ver que todo o trabalho, envolvendo o Taste, o seminário institucional, a nova identidade visual e a degustação foram sucesso de público e crítica. Isso nos dá a certeza de que estamos caminhando na direção certa", finaliza Cláudia.
Fonte: Revista Cafeicultura

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Cafés brasileiros na Expo Xangai 2010

O início da primavera no Brasil (23/09) marcou também o dia do café brasileiro, torrado em grãos ou torrado e moído, na China, onde está sendo realizada a Expo Xangai 2010, mostra universal aberta em 1º de maio e que termina dia 31 de outubro. Além de degustações no Pavilhão do Brasil, 30 distribuidores brasileiros que já vendem cafés do Brasil para o mercado chinês, atendendo a restaurantes, hotéis e redes de fast-food, participaram com seus parceiros. A iniciativa foi da ABIC – Associação Brasileira da Indústria de Café em parceria com a Apex-Brasil, e teve como objetivo promover os cafés gourmet, a cultura e a atividade sustentável da agroindústria do país junto aos consumidores chineses. Entre as empresas brasileiras presentes estavam a Cia. Cacique, com o seu Café Pelé, e a Agrofood, que está comemorando três anos de vendas do Café Machado para a China.

A Expo Xangai conta com a participação de 190 países e de 50 organismos internacionais, incluindo ONGs e deverá ser visitada por 70 milhões de pessoas durante os seis meses de realização. Trata-se do terceiro maior evento internacional do mundo, atrás apenas dos Jogos Olímpicos e da Copa do Mundo.

As exposições universais ou mundiais são grandes feiras das nações, organizadas por um país que convida os outros pelos canais diplomáticos. Tiveram início no século XIX com o objetivo de apresentar ao público os avanços tecnológicos das nações. A primeira foi em Londres, em 1851, e seu maior legado é o Palácio de Cristal. O mais famoso legado das expos, porém, é a Torre Eiffel, construída para a feira de Paris de 1889. Atualmente, as exposições universais - como a Expo Xangai - se realizam a intervalos regulares de cinco anos e têm duração de seis meses. Entre uma e outra, ocorrem as exposições internacionais, que duram três meses.

Mais informações no portal http://www.expo2010brasil.com.br/
Fonte: Agrolink

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Cafés do Brasil – Indy 300

Com o objetivo de tornar o termo Cafés do Brasil mais conhecido pelos americanos, que são os maiores consumidores de café do mundo e principais compradores dos grãos brasileiros, Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e a Associação Brasileira da Indústria de Café (ABIC) está realizando uma série de promoções associadas à Fórmula Indy. A prova que encerra a temporada da Fórmula Indy 2010, no próximo dia 2 de outubro, no circuito de Homestead, em Miami, EUA, será intitulada “Cafés do Brasil – Indy 300”. Nos Estados Unidos, o evento só perde em público torcedor para o futebol americano, motivo pelo qual foi escolhido desde 2009 para ser vitrine do produto brasileiro.
Fonte: Revista Cafeicultura

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

1º Salão de Cafés Especiais do ES recebeu autoridades

Egidio Malanquini, presidente do Sincafé (Sindicato da Indústria de Torrefação e Moagem de Café do Estado do Espírito Santo), considerou um sucesso a primeira edição do Salão de Cafés Especiais do Espírito Santo, que aconteceu no Pavilhão de Carapina, paralelo à Acaps. Ele afirma que a meta principal do evento foi atingida: mostrar ao grande público a alta qualidade dos cafés capixabas. O evento foi prestigiado por autoridades locais, pelo presidente da Findes, Lucas Izoton e pelo diretor executivo da Abic (Associação Brasileira da Indústria do Café), Natan Herszkowicz.
Fonte: Iá! Comunicação

quinta-feira, 29 de julho de 2010

BSCA divulga regulamento do 11º Concurso de Qualidade Cafés do Brasil

A Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA, na sigla em inglês) divulgou o regulamento para o 11º Concurso de Qualidade Cafés do Brasil – Cup of Excellence Brazil 2010, evento que organiza em parceria com Alliance for Coffee Excellence (ACE), Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e Agricoffee, contando com o apoio de Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic), Conselho Nacional do Café (CNC) e Centro de Excelência do Café do Sul de Minas (CEC).

O concurso, que será auditado pela BCS ÖKo-Garantie-Brasil, é aberto a todos os produtores brasileiros de café da espécie “Coffea Arabica”, colhidos na safra 2010 pelos sistemas de preparo de via seca (Café Natural) e via úmida (despolpados, cereja descascado e cereja descascado desmucilado). Os interessados podem se inscrever através do site da BSCA — http://www.bsca.com.br/ —, com o período para recebimento das amostras, na fase de pré-seleção, estendendo-se de 23 de agosto a 28 de setembro de 2010.

Os exemplares que forem postados pelo correio, via Sedex ou PAC, deverão chegar ao endereço mencionado dentro do prazo. Por isso, devem ser enviados com alguns dias de antecedência, conforme tempo de entrega da cidade ou Estado até Machado (MG). Assim, a BSCA não se responsabiliza pelas amostras que não forem recebidas dentro da data estabelecida.

De acordo com o regulamento, o produtor (CPF, CNPJ ou inscrição estadual) ou unidade produtora poderá inscrever quantos lotes desejar, desde que sejam de produção própria. Cada lote deverá conter uma quantidade mínima de 20 sacas de 60,5 kg de café beneficiado e um número máximo de 150 sacas beneficiadas, que esteja livre, desembaraçado e disponível para comercialização. Cada saca do lote inscrito deverá estar marcada nos dois lados com o nome do produtor.

A prova das amostras inscritas na fase de pré-seleção será realizada pela Comissão de Degustadores, composta por experientes profissionais selecionados e aprovados pela ACE, os quais as classificarão quanto a tipo, cor, aspecto, umidade, defeitos e qualidade de bebida, no período de 04 a 08 de outubro de 2010, selecionando aquelas que seguirão para a Fase Nacional. A divulgação do resultado está prevista para o dia 10 de outubro.

Os lotes selecionados para as fases Nacional e Internacional deverão ser beneficiados, preparados e depositados em um dos armazéns credenciados (vide regulamento em anexo), até o dia 29 de outubro de 2010. Após esta data, não serão aceitos depósitos de lotes participantes.

Na Fase Nacional, os lotes pré-selecionados passarão pela prova no período de 08 a 12 de novembro de 2010, com o anúncio dos semifinalistas previsto para o dia 13 de novembro. Essas amostras passarão, então, pelo crivo da Comissão Julgadora Internacional, entre 15 e 19 de novembro, a qual fará o anúncio dos vencedores que participarão do leilão "Cup of Excellence", a ser realizado no dia 18 de janeiro de 2011.

Cup of Excellence 2009 — Idealizados e organizados pela BSCA desde 1999, o Concurso e o Leilão vêm se consolidando, anualmente, como os principais instrumentos de divulgação e promoção da alta qualidade dos cafés especiais produzidos nas diversas regiões do Brasil. Em 2009, o concurso contou com 26 finalistas e o lote campeão, do produtor Cândido Vladimir Ladeia Rosa, de Piatã, na Chapada Diamantina (BA), com nota 91,08, teve cada uma de suas 19 sacas vendidas a R$ 5.631,00, valor completamente acima da cotação para cafés de qualidade no mercado naquela data, que era R$ 290,00 por saca (19/01/2010).

O preço médio registrado no Leilão passado foi de R$ 1.713,87 a saca, fato que demonstra que o Concurso é o que mais paga entre todos os realizados no Brasil e vem ao encontro da missão da BSCA, que é a de representar nacionalmente os produtores de cafés especiais e realizar um trabalho extremamente sério de divulgação da excelência da produção brasileira.

Mais informações podem ser obtidas junto à BSCA, através do telefone (35) 3295-7622 ou do e-mail info@bsca.com.br.
Fonte: Revista Cafeicultura

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Salão de Cafés Especiais: vitrine e palco de negócios

Autoridades capixabas prestigiaram a abertura do 1º Salão de Cafés Especiais do Espírito Santo, realizado pelo Sincafé (Sindicato da Indústria de Torrefação e Moagem de Café do Espírito Santo) em parceria com a Abic (Associação Brasileira das Indústrias de Café), Sistema Findes e Governo do Estado. O governador Paulo Hartung aproveitou a oportunidade e experimentou os drinks feitos com café criados exclusivamente para o evento.

Segundo o Sincafé, a expectativa é de que cerca de 30 mil visitantes passem pelo evento, que foi criado com o objetivo de destacar a importância e a qualidade do café produzido no Estado. "Essa iniciativa é pioneira no país. Vamos mostrar a alta qualidade do grão produzido em terras capixabas", diz Egidío Malanquini, presidente do Sincafé.

Malanquini afirma que o Salão de Cafés Especiais do Espírito Santo acompanha uma nova tendência, onde o consumidor busca cada vez mais cafés com alto nível de qualidade, com ares de sofisticação, estilo, variações e harmonizações entre a gastronomia e a bebida café.

O diretor executivo da Abic, Natan Herszkowicz, esteve no evento e afirmou que o Salão está alinhado com o momento moderno que o café atravessa, crescendo a cada dia e oferecendo produtos diferentes, novas vagas de empregos, além de apresentar um crescimento social, por promover a integração entre os diversos setores, e consequentemente um produto com melhor oferta e de melhor qualidade, como o café gourmet.

Segundo Herszkowicz, 97% da população acima de 15 anos consume café uma vez por dia dentro do lar. Fora do lar, o consumo de café cresceu 170% entre 2004 e 2009. O consumo de cafés especiais no lar na classe A cresceu 9% entre 2004 e 2009 e apresenta crescimento também nas classes B, C e D.

As redes de supermercados Carone e Perim assumiram o compromisso de revender somente cafés com o selo do Programa de Qualidade do Café (PQC). A assinatura do convênio celebrada entre as redes, o Sincafé (Sindicato da Indústria de Torrefação e Moagem de Café do Estado do Espírito Santo) e a Abic (Associação Brasileira da Indústria do Café) aconteceu na abertura do Salão de Cafés Especiais.

Drinks

Em um ambiente confortável, que traduz todo o requinte e sofisticação de uma moderna cafeteria, os visitantes puderam degustar diversos drinks onde o produto principal é o café. Bebidas como Spirit of Lyon, Sowetochoco e Café Cardeal, feito com sorvete de creme, licor de amarula, creme de cacau, café, chantily e chocolate em pó foram servidas no evento.
Fonte: CaféPoint

Sincafé espera 30 mil visitantes no 1º Salão de Cafés Especiais do ES

Trinta mil visitantes. Esse é o público que o Sincafé (Sindicato da Indústria de Torrefação e Moagem de Café do Estado do Espírito Santo) espera no 1º Salão de Cafés Especiais do Espírito Santo. Quem visitar o evento, que vai acontecer no período de 13 a 15 de julho, no Pavilhão de Carapina, poderá degustar drinks e sobremesas a base do grão e aprender diversas receitas onde o café é o principal ingrediente.
Fonte: Iá! Comunicação

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Autoridades prestigiam o Salão de Cafés Especiais do Espírito Santo

O governador Paulo Hartung e o vice Ricardo Ferraço visitaram o evento, que acontece no Pavilhão de Carapina

Foto: Assessoria de Comunicação/ Seag

Egídio Malanquini recebe autoridades no 1º Salão de Cafés Especiais do ES

Autoridades capixabas prestigiaram a abertura do 1º Salão de Cafés Especiais do Espírito Santo, realizado pelo Sincafé (Sindicato da Indústria de Torrefação e Moagem de Café do Espírito Santo) em parceria com a Abic (Associação Brasileira das Indústrias de Café), Sistema Findes e Governo do Estado. O governador Paulo Hartung aproveitou a oportunidade e experimentou os drinks feitos com café criados exclusivamente para o evento.

Segundo o Sincafé, a expectativa é de que cerca de 30 mil visitantes passem pelo evento, que foi criado com o objetivo de destacar a importância e a qualidade do café produzido no Estado. “Essa iniciativa é pioneira no país. Vamos mostrar a alta qualidade do grão produzido em terras capixabas”, diz Egidío Malanquini, presidente do Sincafé.

Malanquini afirma que o Salão de Cafés Especiais do Espírito Santo acompanha uma nova tendência, onde o consumidor busca cada vez mais cafés com alto nível de qualidade, com ares de sofisticação, estilo, variações e harmonizações entre a gastronomia e a bebida café.

O diretor executivo da Abic, Natan Herszkowicz, esteve no evento e afirmou que o Salão está alinhado com o momento moderno que o café atravessa, crescendo a cada dia e oferecendo produtos diferentes, novas vagas de empregos, além de apresentar um crescimento social, por promover a integração entre os diversos setores, e consequentemente um produto com melhor oferta e de melhor qualidade, como o café gourmet.

Segundo Herszkowicz, 97% da população acima de 15 anos consume café uma vez por dia dentro do lar. Fora do lar, o consumo de café cresceu 170% entre 2004 e 2009. O consumo de cafés especiais no lar na classe A cresceu 9% entre 2004 e 2009 e apresenta crescimento também nas classes B, C e D.

Compromisso

As redes de supermercados Carone e Perim assumiram o compromisso de revender somente cafés com o selo do Programa de Qualidade do Café (PQC). A assinatura do convênio celebrada entre as redes, o Sincafé (Sindicato da Indústria de Torrefação e Moagem de Café do Estado do Espírito Santo) e a Abic (Associação Brasileira da Indústria do Café) aconteceu na abertura do Salão de Cafés Especiais.

Drinks

Em um ambiente confortável, que traduz todo o requinte e sofisticação de uma moderna cafeteria, os visitantes puderam degustar diversos drinks onde o produto principal é o café. Bebidas como Spirit of Lyon, Sowetochoco e Café Cardeal, feito com sorvete de creme, licor de amarula, creme de cacau, café, chantily e chocolate em pó foram servidas no evento.

Serviço

1º Salão de Cafés Especiais do Espírito Santo
Local: Pavilhão de Carapina
Horário: 16 às 23 horas
Entrada gratuita
Fonte: Iá! Comunicação