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sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Vietnã segue como líder das exportações mundiais de café robusta

O Vietnã segue como líder das exportações mundiais de café robusta, com seus embarques apresentando alta de 6,32% em outubro deste ano frente às 940.575 sacas remetidas no mesmo período de 2009.

No décimo mês de 2010, os vietnamitas responderam por 46,50% das exportações globais de conilon, tendo comercializado um milhão de sacas com o exterior. Os dados, preliminares, partem do relatório estatístico da Organização Internacional do Café (OIC).

De acordo com a entidade, o total embarcado por todos os países produtores, em outubro deste ano, foi de 2.150.678 sacas de robusta, montante 18,03% inferior ao registrado no décimo mês de 2009, quando a exportação mundial da variedade totalizou 2.623.772 sacas, e 13,75% menor do que as 2.493.479 sacas de setembro.

O Brasil apareceu como sexto colocado no ranking mundial, em outubro, atrás de Indonésia, Índia, Uganda e Costa do Marfim, além do próprio Vietnã. No mês retrasado, o País remeteu 112.932 sacas de conilon ao exterior, volume que implicou aumento de 65,35% em relação a outubro de 2009 (68.298 sacas) e representou apenas 5,25% do total.
Fonte: Revista Cafeicultura

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Café: Safra do Vietnã cresce com alta dos preços, mas custo da mão-de-obra preocupa

O Vietnã colhe neste ano aquela que tem tudo para ser a segunda maior safra de café de sua história. Estimativas do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) apontam para uma produção de 18,7 milhões de sacas, mas exportadores vietnamitas já falam em volumes cada vez mais próximos de 19 milhões de sacas nesta temporada 2010/11.

"Os preços estão influenciando a produção doméstica. Na safra 2005/06, a produção foi bem menor, ao redor de 15 milhões de sacas", afirma Jonathan Clark, diretor-geral da Dakman, exportadora de café do Vietnã. A maior colheita no país do Sudeste Asiático - segundo maior produtor e exportador do mundo, depois do Brasil - foi no ciclo 2006/07, quando foram produzidas 19,5 milhões de sacas de café.

Além do aumento da área plantada nos últimos anos - hoje são mais de 550 mil hectares -, os produtores do Vietnã também estão investindo na renovação dos cafezais. De acordo com Clark, os agricultores estão fazendo a enxertia de mudas novas nos troncos dos pés antigos para tentarem ter o mínimo de queda de produtividade nas lavouras.

Apesar de os preços internacionais estarem puxando a produção vietnamita, o baixo custo da mão-de-obra, até então um vantagem no país, já não está mais tão competitivo. "O preço da mão-de-obra tem subido rapidamente, ainda que a partir de níveis muito baixos. Esse aumento se dá, em média, entre 10% e 20% ao ano", diz Clark.

Um dos motivos que explicam o aumento do peso da mão-de-obra nos custos de produção do café vietnamita é o aumento da taxa de urbanização nos últimos anos. A chegada de grandes empresas ao país nos últimos anos transferiu os trabalhadores do campo para os grandes centros. Em dez anos, a população rural do Vietnã cresceu apenas 3% - pouco mais de 1,6 milhão de pessoas -, enquanto a população urbana deu um salto de 36% no mesmo período.
Fonte: Valor Econômico

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Vietnã reduziu em 19% suas exportações no mês de outubro

Maior produtor de café robusta do mundo, o Vietnã reduziu em 19% suas exportações no mês de outubro. Foram embarcadas no mês passado 57 mil toneladas de café, volume bem inferior à estimativa de 70 mil toneladas projetada para o período, segundo a Bloomberg.

Para novembro, a expectativa é que as vendas externas sejam de 80 mil toneladas, volume que se for confirmado, elevará as exportações anuais do país em 1,5% para 1,05 milhão de toneladas.

Foi o sentimento de que a colheita no Vietnã ganhará celeridade que derrubou ontem os preços do café na bolsa de Londres. Os contratos para janeiro foram cotados a US$ 1.829 por tonelada, queda de US$ 5. No mercado interno, o indicador Cepea/Esalq subiu 0,07% para R$ 358,15 por saca.
Fonte: Valor Econômico

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Exportação de café do Vietnã deve cair 2,4% em novembro

Números caem em termos de volume, mas sobem 24% em termos de valor

As exportações de café do Vietnã em novembro provavelmente cairão 2,4% em termos de volume ante igual período do ano passado, mas subirão 24% em valor, informou nesta quinta, dia 24, o Escritório Geral de Estatísticas do governo. Os embarques neste mês devem alcançar 80 mil toneladas, ou 1,33 milhão de sacas, o equivalente a US$ 143 milhões, de acordo com o órgão.

Em novembro de 2009, o país vendeu 82 mil toneladas, avaliadas em US$ 115 milhões. O escritório revisou as exportações de café do mês passado para 57 mil toneladas, abaixo das 70 mil toneladas previstas anteriormente.

No ano-safra 2010/11, iniciado em 1º de outubro de 2010, o Vietnã já embarcou 137 mil toneladas, ou 2,28 milhões de sacas de 60 quilos cada, volume inalterado em relação ao mesmo intervalo de 2009/10. As exportações até agora somaram US$ 240 milhões, alta de 24% na comparação anual. Informações da Agência Estado.
Fonte: Canal Rural

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Café fecha em alta na Bolsa de NY com clima adverso no Vietnã

Incertezas relacionadas à oferta do Vietnã, derivadas de adversidades climáticas no país, voltaram a oferecer sustentação ao café ontem na bolsa de Nova York, informou a agência Dow Jones Newswires. Os contratos com vencimento em dezembro encerraram a sessão negociados a US$ 2,0810 por libra-peso, em alta de 295 pontos, ao passo que os futuros para entrega em março de 2011 subiram 305 pontos e fecharam a US$ 2,1070. No Brasil, que viu suas exportações da commodity baterem recorde mensal em outubro, o indicador Cepea/Esalq para a saca de 60 quilos do café arábica posto na cidade de São Paulo, registrou valorização de 1,57% e alcançou R$ 353,66. Em novembro, a variação acumulada em novembro passou a ser positiva (0,93%).
Fonte: Valor Econômico

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Café: Com atraso na colheita do Vietnã, preços se sustentam em NY

O atraso da colheita no Vietnã em decorrência das chuvas voltou a oferecer sustentação às cotações do café ontem no mercado internacional, conforme relato da Dow Jones Newswires. Na bolsa de Nova York, os contratos com vencimento em março de 2011 fecharam a US$ 2,0155 por libra-peso, ganho de 175 pontos em relação à véspera. Traders da bolsa de Londres, onde também houve alta e o atual patamar de negociações é elevado como no mercado nova-iorquino, que testa máximas em 13 anos, temem que os atrasos vietnamitas comprometam prazos de entrega acordados com importadores. No mercado doméstico, o indicador Cepea/Esalq para a saca de 60 quilos do café arábica posta na cidade de São Paulo caiu 4,01% na segunda-feira, para R$ 336,35.
Fonte: Valor Econômico

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Exportações de café do Vietnã devem aumentar 27% para 70 mil toneladas

As exportações de café do Vietnã devem aumentar 27% para 70 mil toneladas (1,17 milhão de sacas de 60 quilos), na comparação com o mesmo período do ano passado, de acordo com estimativa do Escritório Geral de Estatísticas, do governo do país. Em receita, as vendas devem render US$ 118 milhões, uma elevação de 49,4%.

Em outubro de 2009, o país exportou 55 mil t por US$ 79 milhões. O órgão revisou a exportação de setembro de 55 mil t para 58 mil t. O Vietnã é o maior exportador de café da variedade robusta no mundo. As informações são da Dow Jones.
Fonte: Revista Cafeicultura

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Produção vietnamita de café deve ser menor do que em 2009/10m outubro

A produção vietnamita de café no próximo ano-safra, que começa em outubro, deve ser menor do que em 2009/10, informou nesta terça-feira a Associação de Café e Cacau do Vietnã (Vicofa, na sigla em inglês).

A entidade não forneceu números detalhados, mas a mídia estatal informou no começo deste ano que o país deve produzir 1,08 milhão de toneladas, ou 18 milhões de sacas de 60 quilos cada, em 2009/10. As áreas de cultivo do país serão mantidas em 500 mil hectares no novo ano-safra, mas a produtividade deve ser mais baixa, revelou a Vicofa em um comunicado.

Segundo a associação, 30% dos cafezais estão com idade avançada e produzem cerejas menores. A Vicofa observou ainda que prolongadas estiagens també m estão prejudicando a produtividade da safra doméstica.

De acordo com a entidade, a produção de café nas províncias de Gia Lai e Kon Tum, que estão entre as principais regiões cafeeiras do Vietnã, provavelmente recuará 20% em 2010/11 devido aos danos provocados por tempestades no final do ano passado.
Fonte: Revista Cafeicultura

terça-feira, 29 de junho de 2010

Exportações de café do Vietnã devem subir 15,3% em junho

As exportações de café do Vietnã em junho provavelmente subirão 15,3% em termos de volume e 11,3% em valor na comparação com igual período de 2009, informou hoje o Escritório Geral de Estatísticas do governo. Segundo o órgão, os embarques do produto neste mês devem alcançar 90 mil toneladas, ou 1,5 milhão de sacas de 60 quilos cada, avaliadas em US$ 128 milhões.

Em junho de 2009, o país exportou 78 mil toneladas, somando US$ 115 milhões. O escritório ajustou as exportações efetuadas em maio para 100 mil toneladas, ante previsão inicial de 95 mil toneladas. Até agora no ano-safra iniciado em 1º de outubro, o Vietnã embarcou 930 mil toneladas, ou 15,5 milhões de sacas de 60 quilos, 3% abaixo da quantia registrada no mesmo intervalo de 2008/09. As informações são da Dow Jones.
Fonte: Portal IG

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Suspensa importação de 2 milhões de sacas de café do Vietnã

Uma tentativa de produtores de café solúvel do Brasil de importar do Vietnã 2 milhões de sacas de um café conilon de qualidade e preço inferior ao brasileiro, e exportá-lo pelo regime de drawback (compra, beneficiamento e exportação) foi denunciada ontem no Senado porque prejudica o Brasil e principalmente a economia capixaba.

Segundo o senador Gerson Camata (PMDB), que ocupou a tribuna da Casa para fazer a denúncia, um pedido de exportação feito a Câmara de Comércio Exterior (Camex) do Ministério da Indústria e Comércio chegou a ser votado mas teve seus efeitos suspensos devido a reação política. O pedido foi feito pela Associação Brasileira da Indústria de Café Solúvel (Abics).

"Essa medida quase perpetrada ameaça a produção e a rentabilidade de milhares de agricultores e dezenas de municípios: só no ES são mais de 120 mil familias que vivem da atividade, disse Camata.

O senador lembrou ainda que a tentativa foi feita numa época critica, quando o preço do café no Brasil está R$ 146 reais a saca, e o custo de produção em torno de R$ 180 reis.

A tarde Camata conseguiu falar com o ministro Alexandre Padilha, (Relações Institucionais) que ficou de pedir ao ministro da Indútria e Comércio, João Jorge Filho, para mudar o voto que deu a favor da importação, na próxima reunião da Camex dia 18 de maiodia 18 de maio.
Fonte: Jornal A Tribuna