quinta-feira, 7 de julho de 2011

Super Acaps Panshow abre o 2º Salão do Café



O 2º Salão do Café teve início na terça-feira (05) e atraiu muitas atenções. O evento promovido pelo Sindicato da Indústria de Torrefação e Moagem de Café do Estado do Espírito Santo (Sincafé) reuniu, no primeiro dia, grande público que foi prestigiar o café produzido no Estado.


Estiveram presentes no 2º Salão do Café autoridades como o Presidente da Findes, Lucas Izonton; o Diretor-Executivo da ABIC, Natan Herszkowicz; o Secretário Estadual da Agricultura, Enio Bergoli; o Vice-Governador do Estado, Givaldo Vieira; o Presidente do Sincafé, Egídio Malanquini; o Prefeito de Vitória, João Coser; o Presidente do Sindipães, Flávio Sérgio Bertollo; o Presidente do Banestes, Bruno Negris e o Superintendente da Acaps, Hélio Schneider.



Enio Bergoli, Lucas Izoton, Egídio Malanquini e o Vice-Governador Givaldo Vieira não perderam tempo e aproveitaram para saborear as delícias feitas com o melhor dos cafés do Estado. A imprensa esteve no local fazendo a cobertura do evento que vem movimentando setor da indústria de café do Espírito Santo.





No estande do Salão do Café foi montada uma estrutura com cafeteria, loung e cyber café para servir e acomodar confortavelmente o público, inclusive os empresários do setor.




O objetivo do 2º Salão Cafés Especiais do Espírito Santo é valorizar ainda mais o café capixaba e dar apoio às indústrias locais. O Salão é realizado durante a Super Acaps Panshow, o maior evento varejista capixaba, promovido pela Associação Capixaba de Supermercados, que serve como vitrine para os produtos das indústrias do Espírito Santo. O evento expões vários estandes com as principais empresas do varejo e acontece até hoje no Pavilhão de Carapina, na Serra.


segunda-feira, 4 de julho de 2011

Está chegando a hora!!!!




O início do 2º Salão Cafés Especiais do Espírito Santo está próximo. Faltam poucas horas para a abertura da ACAPS PANSHOW, evento que onde vai estar montado o Salão do Café. Uma estrutura moderna e confortável foi montada para você visitar e conferir o melhor dos cafés especiais do Estado.
A visitação estará liberada amanhã a partir das 14h e segue até às 22h. Não perca. Visite o 2º Salão do Café e descubra a importância dos Café Especiais do Espírito Santo.

Local: Pavilhão de Carapina - Serra
Horário: 05, 06 e 07 de julho

Coocafé: 1.200 cooperadores no ES


Presente no Espírito Santo há dez anos e com mais de mil cooperados capixabas, a Coocafé (Cooperativa dos Cafeicultores da Região de Lajinha) sediada em Minas Gerais é um exemplo de crescimento entre as cooperativas do Estado.

A cooperativa atua no Espírito Santo com lojas nos municípios de Iúna, Ibatiba e Irupi, onde reúne cerca de 1200 cooperadores. Nessas três unidades comerciais, o produtor pode adquirir insumos agrícolas, ferramentas e produtos agropecuários e veterinários para a manutenção da sua propriedade.

A Coocafé possui, ainda, um armazém em Irupi para estocar 12 mil sacas de café beneficiado, com maquinário completo de rebenefício para preparo do produto dos cooperados e prestação de serviços a terceiros.

Para manter o ritmo de crescimento, a cooperativa está ampliando sua equipe e sua estrutura com a inauguração da nova unidade comercial em Iúna. “A unidade contará com um espaço maior que a loja atual, para oferecer serviços ainda melhores ao produtor da região”, garante o diretor presidente da Coocafé Fernando Romeiro de Cerqueira.

No municípios em que atua, a cooperativa presta serviços voltados aos seus cooperadores, oferecendo assistência técnica, possibilidade de comercialização e armazém do café. “Por meio das unidades comerciais, a cooperativa permite que o cooperado adquira insumos e implementos agrícolas, com preços diferenciados e exclusividade, pois só quem é cooperado do Coocafé pode comprar nas lojas da cooperativa”, diz.

Unidades da Coocafé:

- Iúna: 579 cooperados

- Ibatiba: 440 cooperados

- Irupi: 237 cooperados

Fonte: Caderno especial – Dia Internacional do Cooperativismo de A Gazeta – 02/07/2011

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Beleza do café













A conceituada marca Kapeh trouxe ao Brasil, durante a 6ª edição da Feira Internacional de Cosméticos e Beleza (Beauty Fair), novidades que prometem fazer sucesso com o público feminino e masculino. Desenvolvendo produtos de beleza a partir de extrato de café, a marca investe cada vez mais em novas idéias, técnicas e conceitos para criar itens cheios de brasilidade.

A novidade, lançada no verão 2011 está na estética inovadora. Seus novos sabonetes vêm em formatos de grãos de café, desenvolvidos com óleo de palma 100% vegetal em três versões: café verde, café maduro e café torrado.O grande destaque desse lançamento fica por conta das propriedades energizantes e revitalizantes do extrato do café, perfume suave e delicado, além da intensa hidratação e efeito emoliente proporcionados pela manteiga de karité.


Café agroflorestal é tema de simpósio no Maciço de Baturité

Especialistas das principais instituições de pesquisa em cafeicultura do Brasil discutirão com pequenos produtores do Maciço de Baturité, no Ceará, alternativas de reforço à produção agroecológica na região. Na pauta, também estará a busca por certificações para o acesso ao comércio justo (fair trade). O I Simpósio de Revitalização do Cultivo de Café Agroflorestal do Maciço de Baturité ocorre entre os dias 28 e 30 de junho, no hotel Escola SENAC, em Guaramiranga (a 110 km de Fortaleza). O evento é organizado pela Embrapa Agroindústria Tropical e pela Embrapa Café (Brasília-DF).

No evento, estarão reunidos produtores, técnicos, pesquisadores das principais instituições nacionais de pesquisa na área, representantes das prefeituras da região e de instituições de fomento. A ação conta com o patrocínio do Banco do Nordeste e com o apoio do Grupo Três Corações, do Sebrae e da Prefeitura Municipal de Guaramiranga.

Um dos palestrantes, Sérgio Parreiras Pereira, pesquisador do Instituto Agronômico de Campinas (IAC), explica que a cafeicultura no Maciço de Baturité é uma das poucas no Brasil em sistema agroflorestal tradicional e orgânico, o que favorece a busca pela Indicação Geográfica (garantia da origem de um produto ou de suas qualidades e características regionais que pode ser apresentada como Indicação de Procedência ou Denominação de Origem).

O café do Maciço de Baturité é cultivado sob a sombra de árvores da Mata Atlântica, isso contribui para melhoria da qualidade do grão e evita a ocupação e exploração desordenada dos recursos naturais. “O sistema agroflorestal possibilita a manutenção da biodiversidade no Maciço”, salienta Sérgio Parreiras. Outras vantagens do cultivo agroecológico são a proteção do solo e a promoção do equilíbrio biológico natural da região, que é uma Área de Proteção Ambiental.

O coordenador do evento, Francisco Xavier, pesquisador da Embrapa Agroindústria Tropical, diz que a ideia é envolver produtores, pesquisadores, estudantes, instituições públicas e privadas na identificação de demandas de P&DI. Um segundo passo será a elaboração de projetos para gerar e adaptar tecnologias que visem ao desenvolvimento sustentável da cafeicultura familiar na região.

Atualmente, conforme Francisco Xavier, a produção de café no Maciço de Baturité é muito baixa, cerca de 15 mil sacas por ano. “Isso acontece por conta da acomodação do setor produtivo, falta de pesquisas, financiamento e de assistência técnica”. Ele completa que a bebida produzida do café do Maciço de Baturité apresenta excelente qualidade e que no passado foi exportada para a Bélgica e para a Suécia.

Fonte: Embrapa

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Os benefícios do café para a saúde




Você sabia que beber café pode ser a solução para muitas doenças?

O café é uma das bebidas mais consumidas em todo o mundo, apesar de alguns preconceitos. Entretanto, tomar um "cafezinho" em doses moderadas pode trazer à saúde mais benefícios que o simples prazer de degustar a tradicional bebida.


O café é uma bebida rica em minerais, contém vitamina B, ácidos clorogênicos, antioxidantes naturais, nutrientes que ajudam a prevenir a depressão e suas consequências como o tabagismo, alcoolismo e consumo de drogas.


A recomendação dos especialistas é de um consumo de 3 a 4 xícaras diárias (cerca de 500 mg de cafeína), o que estimula a atenção, concentração, memória e o aprendizado escolar. O consumo diário e moderado de café pelos adultos também pode ajudar a combater a depressão, a quarta principal causa de morte no mundo atualmente, mas que poderá vir a ser a segunda em 2020, conforme informações da OMS (Organização Mundial da Saúde), depois do infarto do miocárdio.


Fonte: Jéssyleine Kovatch Reis

sexta-feira, 17 de junho de 2011

2º Salão Cafés Especiais do Espírito Santo




Reforçando o sucesso da primeira edição, este ano o 2º Salão de Cafés Especiais do Espírito Santo vem reunir os principais produtores e empresários do setor no Estado. O objetivo do evento este ano é posicionar o café capixaba entre os melhores.


O 2º Salão do Café será realizado durante Acaps Panshow. Na programação a ABIC vai promover palestras que abordarão temas como: Selo de pureza ABIC, agora é lei!, Regulamento Técnico do Café e Normas Correlatas e Como fazer um bom café. No evento, também serão repassadas às indústrias de café do Estado não filiadas ao SINCAFÉ, a importância e os benefícios de ser filiado.


Dias: 05, 06 e 07 de julho de 2011

Horários: das 14h às 22h

Local: Pavilhão de Carapina, na Serra.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Pretinho nada básico: café vira matéria-prima para cosméticos

Zero Hora - Porto Alegre/RS - ESTILO DE VIDA - 30/05/2011 - 17:31:06

Difusores de ambientes, sabonetes e xampus são feitos a base do grão e da flor

Foto:XX / Divulgação
Foto:XX / Divulgação

Grãos de café moídos e seus derivados são agentes esfoliantes naturais

Uma das maiores paixões dos brasileiros está conquistando outro mercado. Depois de agradar os paladares mais exigentes, o café também vira matéria-prima para cosméticos. São difusores de ambientes, sabonetes e xampus feitos a base do grão e da flor. Além do cheiro, os produtos são ricos em propriedades medicinais.

Confira as propriedade e os benefícios do café:

Antioxidante: o café verde é extremamente rico (3x mais que o chá verde, por exemplo) em substâncias antioxidantes, que protegem a pele da ação maléfica dos radicais livres que causam o envelhecimento.

Redutor: o café apresenta alta concentração de cafeína, substância que estimula a queima de gordura. Pode ser usada para redução de medidas e eliminação da celulite.

Esfoliante: os grãos de café moídos e seus derivados são agentes esfoliantes naturais, que estimulam a renovação celular e a circulação sanguínea, eliminando toxinas e células mortas.

Protetor Solar: outro grande potencial do extrato de café é a fotoproteção, por conter flavonóides que ajudam a impermeabilizar a membrana da pele contra os raios UV.

Demais Propriedades: o café possui ainda efeito anti-inflamatório e antiedema, capaz de acalmar a pele, além de um excelente efeito adstringente, promovendo uma limpeza eficaz e a neutralização de fortes odores.

terça-feira, 31 de maio de 2011

Café e Saúde


Por que o café faz bem?

O café não é remédio, mas a comunidade médico-científica já considera a planta como funcional (previne doenças mantendo a saúde) ou mesmo nutracêutica (nutricional e farmacêutico). Isso porque o café não possui apenas cafeína, mas também potássio, zinco, ferro, magnésio e diversos outros minerais, embora em pequenas quantidades. O grão do café também possui aminoácidos, proteínas, lipídeos, além de açúcares e polissacarídeos. Mas, o principal segredo: possui uma enorme quantidade de polifenóis antioxidantes, chamados ácidos clorogênicos. Durante a torra do café, esses ácidos clorogênicos formam novos compostos bioativos: os quinídeos. É nessa etapa também que as proteínas, aminoácidos, lipídeos e açúcares formam os quase mil compostos voláteis responsáveis pelo aroma característico do café. É toda essa composição que faz do café uma bebida natural e saudável.

Os benefícios à saúde




Prof. Dr. Darcy Roberto Lima

O Programa Café e Saúde tem como Coordenador Científico o Prof. Dr. Darcy Roberto Lima. Ph.D em Medicina pela Universidade de Londres, este médico, escritor e professor do Instituto de Neurologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro e Diretor Associado de Pesquisas, ICS, Vanderbilt University, TN, USA, dedica-se a pesquisar os efeitos do café na saúde humana há mais de 20 anos.





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segunda-feira, 30 de maio de 2011


Proposta: O Programa Permanente de Controle da Pureza do Café, certificação pioneira da ABIC, lançada em 1989 e que atesta a pureza do café torrado e moído, continua ativo e consistente. São mais de 2 mil amostras coletadas e analisadas por ano! O objetivo, desde o início, é o monitoramento contínuo das marcas, a fim de inibir a ação de empresas que adulteram seus produtos.
Estrutura: As amostras são coletadas por auditores independentes nos pontos-de-venda e, depois de codificadas, são analisadas em laboratório, garantindo total isenção do processo. Só é fornecida autorização de uso do Selo de Pureza na embalagem aos produtos 100% feitos com café.

Resultados: Além de ter sido o responsável pelo crescimento do mercado doméstico nos anos de 1990, o Programa continua sendo fundamental para o combate à fraude e à comercialização de cafés de baixíssima qualidade e com alto percentual de impurezas. No caso de empresas associadas com marcas impuras, são abertos processos administrativos com penalidades que chegam à exclusão do quadro social. No caso de empresas não-associadas, além da expedição de comunicados a elas, são enviadas comunicações para Ministérios Públicos, Anvisa e Procon, entre outros.

Como é feita a coleta para o programa do Selo de Pureza ABIC



Programa de auto-regulamentação da indústria de café

Criada em 12 de março de 1973, a Associação Brasileira da Indústria de Café - ABIC surgiu da necessidade de aglutinar as ações desenvolvidas pelos Sindicatos e Associações estaduais da atividade industrial torrefadora, até então dispersas e isoladas, com o objetivo de coordenar e reivindicar os interesses em âmbito nacional.

Desde a época de sua criação, a ABIC enfrentou - e enfrenta - o desafio de conseguir para o café e para o consumidor brasileiro melhor qualidade, a garantia da pureza, o aumento de consumo e preço justo para o produto.

Em 1988 foi concluída uma pesquisa de hábitos do consumidor brasileiro de café demonstrando que 67% dos brasileiros acreditavam que "café puro era apenas o exportado - o de consumo interno, infelizmente, era sempre fraudado".

Outra pesquisa realizada pela ABIC ainda em 1988, tinha como objetivo conhecer a problemática das indústrias em todas as regiões do País. De caráter quantitativo e incluindo empresas associadas e não-associadas à entidade, a pesquisa revelou um perfil do setor dos mais preocupantes: uma indústria estagnada, tecnologicamente superada, compondo um parque instalado com idade média de 7,6 anos.

Foi principalmente com base nessas duas pesquisas que a ABIC definiu a linha estratégica de ação que a partir de 1989, iria colocar em prática:

  • Resgatar a credibilidade do produto, a partir do Programa de Autofiscalização e do lançamento do Programa Permanente de Controle da Pureza de Café.
  • Desenvolver um programa junto ao consumidor, despertando-o para uma nova mentalidade, baseada na diversificação na qualidade dos produtos e voltada para abertura de novos nichos de consumo.

Lançado em agosto de 1989, dois anos antes do Código de Defesa do Consumidor, o Programa Permanente de Controle da Pureza de Café viria a se transformar em um divisor de águas. O saneamento do setor era mais do que necessário e a única maneira de reverter a tendência cada vez mais acentuada de queda de consumo.

As negociações para a formalização do Programa de Autofiscalização entre a ABIC e o IBC, na época presididos, respectivamente, por Carlos Barcelos Costa e Jório Dauster, tiveram início em 1987 e se concretizaram em 10 de novembro de 1988, quando entrou em vigor a Resolução n.º80, baixada por aquela autarquia.
Por meio desta Resolução, a ABIC passava a responder pela fiscalização do setor, arcando com todas as despesas de coleta e análise de amostras de café em todo o País - o que acontece até hoje.

O Programa tinha como principais objetivos:

  • Sanear a indústria do café;
  • Desenvolver a credibilidade no produto ao consumidor brasileiro;
  • Desenvolver em todo o público conhecimentos sobre o produto;
  • Retornar o consumo per capita ao nível de 5,9 kg/ano.


Inicialmente, para colocar em prática e coordenar o programa, a entidade criou um Comitê de Autofiscalização, (posteriormente denominado Auto-Regulamentação), e instituiu o Regulamento/Acordo de Comportamento Ético do Programa de Controle de Pureza do Café Torrado e Moído, que estabelecia as normas e condições para obtenção do direito ao uso do Programa Permanente de Controle da Pureza de Café.

Quando o programa foi lançado, 319 empresas representando 463 marcas, eram responsáveis pela industrialização de 330 mil sacas/mês, já faziam parte do programa. Hoje, o programa conta com a participação de 500 empresas, com mais de 1000 marcas sendo comercializadas e que representam 480 mil sacas/mês.

Na época da implantação do programa, mais de 30% das marcas de café analisadas burlavam a legislação, ou com impurezas acima do limite de tolerância, ou com mistura de outras substâncias.

O programa deu certo, e atualmente menos de 5% das marcas são impuras ou adulteradas, e elas representam apenas 1% do volume de café comercializado no mercado interno. É o que respalda o grande passo que a entidade dará 13 anos depois, ao buscar o estabelecimento de um nível mínimo de qualidade para os cafés (tipo 8 COB) e lançar o ousado PACIC - Programa de Aumento do Consumo Interno, cuja meta é elevar o mercado para 16 milhões de sacas até 2005.

terça-feira, 24 de maio de 2011

Preço do cafezinho do brasileiro vai ficar mais amargo até dezembro

Consumida por 95% da população, bebida já acumula alta de 6,49% e deve ficar mais cara.

O Dia Nacional do Café é comemorado no Brasil nesta terça-feira, 24 de maio. Tradicional na mesa do brasileiro, o café que a dona de casa compra no supermercado e leva para casa já está 6,49% mais caro para o consumidor em 2011, de acordo com a inflação oficial do governo, e o preço deve ficar ainda mais amargo nos próximos meses.

Segundo o diretor executivo da Abic (Associação Brasileira da Indústria do Café), Natan Herszkowicz, a bebida, que é consumida por 95% da população brasileira, só está mais cara por causa da conjunção de fatores: redução dos estoques, alta do consumo e safras ruins.

Herszkowicz explica que o preço atual da saca de café no mercado internacional, cujo padrão é de 60 kg, mais que dobrou de valor e atingiu o “maior preço nos últimos 50 anos no mundo”.

- Os preços do café para o consumidor dependem muito do custo da matéria-prima, que é o grão do café. Os preços do grão aumentaram 123% nos últimos 12 meses. Em abril de 2010, uma saca de café de 60 kg custava R$ 250. Em abril de 2011, esse preço subiu para R$ 550.

Segundo o diretor da Abic, três motivos provocaram essa escalada no preço do cafezinho para o brasileiro: os estoques mundiais do grão, que estão muito baixos; o crescimento médio do consumo no país, entre 4% a 5% ao ano; e problemas climáticos em países produtores de café, como Colômbia, Costa Rica e Honduras.

- Desde o ano passado, existe uma demanda maior e uma oferta menor de grãos de café arábica de melhor qualidade, o que, junto com os estoques pequenos e consumo crescente, fez com que os preços da matéria-prima explodissem.

Apesar da alta acumulada no ano, ele explica que o produto poderia estar muito mais pesado no bolso do consumidor e só não está porque a indústria segurou os preços nos últimos anos.

- Na verdade, faz cinco anos que o café não sobe de preço para o consumidor. Se você pegar pesquisas de preços, você vai ver que o quilo custa cerca de R$ 10, meioquilo custa até R$ 5 o pacote. Desde o plano real, em 1994, o café subiu 52%, enquanto a cesta básica subiu 290%. Ou seja, o café ao longo do tempo ficou um produto barato para o consumidor.

No entanto, os preços não deverão se manter estáveis nos próximos meses. De acordo com Herszkowicz, a safra brasileira, que está começando, tende a ser menor que a do ano passado, então, a disponibilidade de grãos pode ficar apertada e, assim, os preços do café podem subir um pouco.

- A expectativa é que os preços do café em grão cru mantenham o nível que estão ou aumentem durante o ano, o que pode causar um aumento de preços para o consumidor. Nada que assuste ou atrapalhe o consumo porque, na nossa opinião, o café é um produto barato para o consumidor.

Brasileiro deve consumir 85 litros de café em 2011

O consumo de café no Brasil neste ano deverá crescer 5% em relação a 2010, estima o presidente executivo da Abic (Associação Brasileira da Indústria do Café), Nathan Herszkowicz. Com isso, cada brasileiro deverá beber pouco mais de 85 litros durante o ano.

- O consumo no Brasil [em 2010] foi de 19,1 milhões de sacas de café. Isso corresponde a um consumo por brasileiro de cerca de 81 litros de café por habitante. Com a melhora do poder de compra da população, o consumo deve crescer 5% e chegar a 20 milhões de sacas de café.

Considerando que cada xícara de café – como aquelas em que se servem expressos nas padarias e cafeterias - tem, em média, 50 ml do produto, o brasileiro deverá tomar, em média, 1.700 xícaras de café em 2011. No ano passado, foram, em média, 1.620.

O aumento gradual do número de fãs da bebida deve contribuir para o aumento do consumo em 2011. De acordo com o diretor da associação, um levantamento da própria entidade comprova que o brasileiro está tomando cada vez mais café.

- Uma pesquisa anual da Abic mostra que 95% dos brasileiros acima de 15 anos declara que toma café diariamente e esse número vem crescendo ao longo dos anos. Em 2003, esse número era de 91%. Ou seja, o café é um dos produtos mais tradicionais do brasileiro.

Fonte: ABIC

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Café: preços fecham a semana em alta com influência do dólar

Dia positivo para o café e commodities em geral. O dólar fraquíssimo frente outras moedas foi o principal causador deste movimento. NY fechou com alta de 0,54%, BMF com alta de 1,20% e Londres com alta de 0,87%. Novamente não tivemos notícias de destaque. Mais uma vez foi o mais do mesmo, com Luis Genaro da Federação Nacional de Produtores da Colômbia dizendo hoje em uma conferência em Bogotá que a safra do ano que vem será bem fraca, em torno de 8,5 milhões de sacas, devido aos problemas climáticos.

No Brasil as exportações de café devem gerar receita recorde em 2010. Com os problemas que Colômbia, América Central, Vietnã e outros passaram, o Brasil ficou como um dos poucos fornecedores mundiais. Graficamente na BMF fechou abaixo da resistência em 247,00, um sinal baixista. Em NY não conseguiu romper a LTB e no fechamento recuou fortemente, também outro sinal de baixa. Então podemos ter uma abertura na semana que vem um pouco mais negativa. Porém o tom mesmo será dado pela movimentação da moeda americana e dos outros mercados de commodities. Se o dólar continuar com o movimento de baixa visto hoje o café ficará firme.
Fonte: XP Agro

Após assumir Café Damasco, americanos demitem 150

A empresa norte-americana Sara Lee assume a administração da Café Damasco, em Curitiba, com a demissão de cerca de 150 funcionários. De acordo com informações do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Bebidas, Café e Alimentação de Curitiba e Região Metropolitana (Sindibebidas), o comunicado das demissões foi realizado ontem de manhã.

De acordo com o presidente do sindicato, Antonio Sérgio Farias, foi processado todo o estoque de café existente na fábrica. Ele desconfia que esta atitude tenha sido tomada talvez com o objetivo de parar a atividade industrial. Segundo ele, a empresa deve pagar todas as rescisões dos funcionários que começam a ser realizadas hoje, segunda-feira (6). “Se soubéssemos disso antes, teríamos feito um manifesto”.

Farias disse que, apesar de a venda ter sido anunciada só na última segunda-feira, o acordo já estava fechado há dez dias. “Fizeram tudo em sigilo para não fazermos protestos”. Segundo ele, a fábrica não tinha muita rotatividade de funcionários. O salário médio para os trabalhadores da linha de produção é de R$ 800. O sindicalista informou ainda que os salários e o depósito do FGTS até o momento estavam em dia. Ele disse que a Sara Lee contratou uma empresa para fazer a recolocação dos funcionários no mercado de trabalho, mesmo assim o sindicato pretende negociar mais algum benefício para os demitidos. “Não sabemos se a fábrica vai voltar a funcionar”, declarou.

Um dia antes das demissões, o porta-voz mundial da Sara Lee, Ernersto Duran, informou à FOLHA que, entre as decisões tomadas pela empresa, não havia o que resultasse na demissão de funcionários. Ele afirmou que a empresa vê essa aquisição como um investimento para ajudar todas as grandes marcas da companhia de café (Pilão, Caboclo e Moka) tornarem-se disponíveis para mais consumidores em todo o território nacional. Segundo ele, a compra da empresa paranaense permite que a Sara Lee se beneficie da força de vendas da Damasco e de sua rede de distribuição no Sul do País.

Ontem, em comunicado oficial, a Sara Lee informou que, como parte da incorporação dos negócios da Café Damasco, concluiu os estudos de reestruturação do quadro de funcionários. Esclareceu ainda que a empresa oferecerá aos funcionários desligados o suporte necessário para auxiliá-los em sua recolocação no mercado de trabalho, sendo observadas todas as regulamentações e procedimentos locais exigidos.

As vendas líquidas totais da Damasco em 2009 foram de R$ 100 milhões. A Sara Lee Corporation tem vendas anuais de aproximadamente US$ 11 bilhões, dos quais aproximadamente US$ 3,2 bilhões vêm da unidade de negócios de bebida internacional, ou seja, principalmente o café.
Fonte: Folha de Londrina/Andréa Bertoldi

Embrapa Café avalia produção de mudas por clonagem em larga escala

A produção de clones é de grande valia no processo de melhoramento genético do café

O pesquisador da Embrapa Café Carlos Henrique S. Carvalho está coordenando um estudo inédito na cafeicultura brasileira: o projeto produção de mudas clonais em larga escala de café arábica com resistência ao bicho-mineiro do cafeeiro (Leucoptera coffeella) e à ferrugem (Hemileia vastatrix), boa qualidade de bebida e alta produtividade. O objetivo é avaliar a viabilidade econômica da tecnologia medindo os custos de produção industrial em todo o processo de produção. A iniciativa é realizada em parceria com a Fundação Procafé.

“A previsão é que, no final de 2011, se inicie a distribuição de mudas clonadas aos produtores e cooperativas de Minas Gerais e de outras regiões produtoras, que têm dado grande apoio aos estudos. Após o plantio, a pesquisa entra em outra etapa: a avaliação da adaptação e do comportamento agronômico das plantas selecionadas. A nossa expectativa é de que a produção em larga escala seja vantajosa economicamente para todos os envolvidos na cadeia produtiva, agregando ainda mais valor ao produto”, explica o pesquisador.

Clonagem e suas vantagens – As mudas clonadas de plantas de café são produzidas por meio do uso de biorreatores semelhantes ao equipamento desenvolvido pela Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia (Brasília-DF), instituição participante do Consórcio Pesquisa Café. O biorreator participa de uma etapa importante no processo de produção de mudas clonais reduzindo o custo de produção e otimizando o processo.

“Um dos grandes benefícios dessa pesquisa é a garantia de produção de mudas de alto valor agronômico, conferindo mais competitividade para o café brasileiro no mercado nacional e internacional. Ao se produzir cafeeiros resistentes a pragas e doenças, o uso de agroquímicos diminui expressivamente, o que tem implicações positivas no equilíbrio do meio ambiente e na saúde do consumidor. Em um contexto de valorização dos preços da commodity e de aumento do consumo no Brasil e no exterior do produto, a produção industrial de mudas de forma sustentável - econômico social e ambientalmente - é promissora. Pode-se dizer que a produção de clones representa uma ferramenta muito valiosa para o processo de melhoramento genético do café e mantém o Brasil na vanguarda das pesquisas cafeeiras”, completa Carlos Henrique.

Segundo o pesquisador, outra vantagem da tecnologia de seleção de plantas matrizes de grande importância agronômica e produção de mudas clonadas é a redução para um terço do tempo convencional no processo de desenvolvimento de cultivares de café arábica, que por outras técnicas chega a atingir cerca de 30 anos para chegar ao campo. “A técnica de reprodução por clonagem é considerada a mais adequada alternativa para a multiplicação de plantas híbridas em larga escala. Em breve, com a validação em larga escala, a multiplicação do material poderá ser feita em biofábricas ou em cooperativas”.

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig), por demanda do Polo de Excelência do Café (PEC/Café), é uma das instituições que apóiam financeiramente o projeto, além da Fundação de Apoio à Tecnologia Cafeeira (Fundação Procafé), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), por meio dos Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCT), CIRAD e do Consórcio Pesquisa Café. A pesquisa também conta com o apoio imprescindível de cooperativas e de produtores de regiões produtoras.
Fonte: Asscom Embrapa Café

Nova York: Preços do café trabalham com baixa volatilidade

Na bolsa de Nova York, os futuros do café arábica operam com pouco volume de negócios e baixa volatilidade. As cotações se mostram firmes em torno dos 200 cents/lb para o vencimento em março.

Agentes de mercado estão atentos e cautelosos em relação às questões econômicas atuais na Europa, sobre as dúvidas de recuperação dos Estados Unidos e a alta da taxa de juros na China.

Mas, fundamentos como a safra menor prevista para o próximo ano no Brasil, o frio que se aproxima no hemisfério norte e o clima não favorável na América Central, Vietnã e Colômbia, por exemplo, dão sustentação aos preços.

Às 14h46, horário de Brasília, o vencimento dezembro era cotado a 204,50 centavos de dólar por libra-peso, com alta de 110 pontos. Já o julho, tinha alta de 465 pontos, valendo 209,30 cents.
Fonte: Notícias Agrícolas

Atrasos em portos no país ultrapassam 70 mil horas

Os atrasos nos embarques e desembarques nos 17 principais terminais de contêineres do país ultrapassaram 72 mil horas entre janeiro e setembro deste ano, de acordo com levantamento realizado pelo Centronave (Centro Nacional de Navegação), entidade que representa as empresas do setor.

A retomada do comércio exterior após a crise expôs as deficiências de infraestrutura, causa do problema de atrasos e cancelamentos, segundo o Centronave.

O movimento cresceu 17,5% nos primeiros nove meses deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado. O Centronave estima que serão necessários aproximadamente R$ 40 bilhões de investimentos nos próximos anos para a modernização dos portos e a eliminação dos gargalos.

No maior terminal de contêiner do país, o Santos Brasil, as escalas efetivadas recuaram de 803 para 705 devido ao aumento das horas de espera e dos atrasos nos embarques e desembarques. No terminal de contêineres de Paranaguá foram registrados 220 cancelamentos de escalas, um aumento de 220% em relação ao ano passado, provocado por atrasos e congestionamentos em outros portos.

No porto de São Francisco do Sul (SC), os cancelamentos saltaram de 4 para 14, de acordo com o estudo do Centronave. Em Rio Grande (RS), de 62 para 136. No Tecondi, também em Santos, o número de cancelamentos passou de 1 para 12 no período.
Fonte: FOLHA DE S. PAULO

MG: Assembleia debate fortalecimento da política para o café

As audiências públicas que discutirão a proposta de criação do Fundo Estadual do Café e do Projeto Minas Leite e do Polo de Excelência de Leite e Derivados já têm data marcada para acontecer: 13 de dezembro. Ambas acontecerão no auditório da Assembleia nos turnos da manhã e tarde, respectivamente e foram propostas do presidente da Comissão de Política Agropecuária e Agroindustrial da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, deputado estadual Antônio Carlos Arantes.

O parlamentar é conhecido por ter inúmeras ações em prol dos interesses do homem do campo. Durante uma reunião com o governador Antônio Anastasia, por exemplo, que aconteceu recentemente, o deputado Antônio Carlos e o deputado federal Carlos Melles pediram apoio ao Governo do Estado no sentido de fortalecer o café e o leite em Minas Gerais.

Para participar da audiência que envolve o café, serão convidados o secretário de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Gilman Viana Rodrigues; o presidente da Frente Parlamentar do Café, deputado federal Carlos Melles; a secretária de Estado de Planejamento e Gestão, Renata Vilhena; o presidente da Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado de Minas Gerais, Vilson Luiz da Silva; o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (FAEMG), Roberto Simões; o presidente da Comissão Nacional do Café (CNA), Breno Pereira de Mesquita; e o presidente da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural de Minas Gerais (Emater), Antônio Lima Bandeira.

Já para a audiência que discutirá o projeto Minas Leite, serão chamados também o secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Supeior, Alberto Portugal; o gerente geral da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Duarte Vilela; o gerente executivo do Polo de Excelência do Leite e Derivados, Geraldo Alvim Dusi; e o diretor do Departamento de Agronegócios do Banco do Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), Fernando Lage.

O deputado está otimista com a realização das duas audiências. “Um dos nossos compromissos de campanha era provocar estas discussões em torno do café e do leite, precisamos dar a condição de o produtor trabalhar com capacidade de lucro, gerando, assim, emprego e renda e proporcionar a ele e sua família uma condição digna e estímulo para continuar no campo”, finalizou.

Fonte: Asscom deputado estadual Antônio Carlos Arantes/ Ricardo Gandra

Mercado de café pela manhã - 06/12/10

Nesta manhã, o mercado de café arábica em Nova Iorque trabalha cotado a 204,75 com 5 pontos de queda e range entre 204,00 e 205,00, base mar/11.

Trabalhando basicamente em movimento inalterado, a cotação do café nesta manhã de segunda-feira vem apresentando leve depreciação, mostrando num range de 100 pontos desde sua abertura, um moderado acompanhamento de certa depreciação do euro frente ao dólar.

Na sessão de hoje desceram 46 canudos, totalizando no acumulado do período 440 canudos. Mercado trabalha com suporte a 204,00/202,15/200,05 e resistência de 205,00/207,45/ 208,25.

De acordo com a Cecafé, os embarques de deze mbro (de 01 a 02) somam 48.770 sacas, uma variação positiva de 7,7% em relação ao mesmo período do mês anterior.

Volume: 481 (às 8:10 AM)
Fonte: Revista Cafeicultura

Governo inicia capacitação de degustadores de café

Trinta profissionais serão habilitados pela Universidade Federal de Viçosa

O primeiro Curso de Atualização de Classificadores de Café Grão Cru será realizado no período de 4 a 15 de janeiro de 2011, em Minas Gerais. A iniciativa, que envolve os departamentos de Inspeção de Produtos Vegetais e do Café do Ministério da Agricultura, qualificará 30 classificadores como degustadores de café torrado e café torrado e moído na Universidade Federal de Viçosa.

Os profissionais habilitados, ligados a empresas credenciadas pelo Ministério da Agricultura, classificarão os produtos segundo o novo Padrão Oficial de Classificação do Café Torrado e Moído, publicado na Instrução Normativa nº 16, de maio de 2010, que vai vigorar em fevereiro de 2011. “O objetivo do curso é preparar os técnicos para classificar o grão de café cru (matéria-prima) e habilitá-los em degustação dos outros dois tipos do produto torrado”, explica o coordenador de Qualidade Vegetal do Ministério da Agricultura, Fábio Florêncio.

O novo padrão será uma ferramenta importante para o controle de qualidade do produto, com critérios para limite de umidade, matérias estranhas, impurezas e prova da xícara, que consiste na degustação do produto para verificar as características sensoriais do café, como aroma, sabor, fragrância, nível de acidez, amargor ou se a bebida é encorpada, mais densa. “Essa iniciativa tende a eliminar problemas, como misturas de outros grãos, uma vez que todas as indústrias de torrefação serão obrigadas a classificar café de acordo com o padrão do governo”, ressalta o coordenador.

Segundo Fábio Florêncio, o governo promoverá outros cursos para atualização dos técnicos e formação de classificadores e degustadores de café torrado e torrado e moído. “A expectativa é capacitar 340 profissionais até o final de 2011”, afirma.

A partir de fevereiro, o café produzido no Brasil ou o importado poderá ter, no máximo, 1% de impurezas. A presença de umidade no grão torrado ou moído não poderá ultrapassar 5%. Serão observados ainda o estado de conservação do produto, aparência, odor e informações de rotulagem, como nome de fabricante, lote, prazo de validade e país de origem, quando for o caso.
Fonte: Mapa/ Leilane Alves