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segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Café: preços fecham a semana em alta com influência do dólar

Dia positivo para o café e commodities em geral. O dólar fraquíssimo frente outras moedas foi o principal causador deste movimento. NY fechou com alta de 0,54%, BMF com alta de 1,20% e Londres com alta de 0,87%. Novamente não tivemos notícias de destaque. Mais uma vez foi o mais do mesmo, com Luis Genaro da Federação Nacional de Produtores da Colômbia dizendo hoje em uma conferência em Bogotá que a safra do ano que vem será bem fraca, em torno de 8,5 milhões de sacas, devido aos problemas climáticos.

No Brasil as exportações de café devem gerar receita recorde em 2010. Com os problemas que Colômbia, América Central, Vietnã e outros passaram, o Brasil ficou como um dos poucos fornecedores mundiais. Graficamente na BMF fechou abaixo da resistência em 247,00, um sinal baixista. Em NY não conseguiu romper a LTB e no fechamento recuou fortemente, também outro sinal de baixa. Então podemos ter uma abertura na semana que vem um pouco mais negativa. Porém o tom mesmo será dado pela movimentação da moeda americana e dos outros mercados de commodities. Se o dólar continuar com o movimento de baixa visto hoje o café ficará firme.
Fonte: XP Agro

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Com impulso do dólar, contratos futuros do café encerraram com alta de 235 pontos

Os contratos futuros do café, negociados na bolsa de Nova York, encerraram o dia de ontem com alta de 235 pontos, a US$ 2,0355 por libra-peso. De acordo com analistas ouvidos pela agência Dow Jones, o movimento se deveu à desvalorização do dólar, que tornou os produtos americanos mais atraentes. Paralelamente, a Colômbia anunciou que sua safra de café poderá crescer 56% até 2014. Segundo o presidente do país, Juan Manuel Santos, o plantio de variedades resistentes a pragas poderá impulsionar a produção para 14 milhões de sacas em 2014 e 20 milhões de sacas em 2020. O país é o segundo maior produtor de café do mundo. Já no mercado brasileiro, o indicador Cepea/Esalq para a saca de 60 quilos de café ficou em R$ 360,73, com recuo diário de 0,11%.
Fonte: Valor Econômico

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Dólar baixo ameaça renda do produtor rural, diz Faeg

O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Goiás (Faeg), José Mário Schreiner, fez um apelo ao governo federal para que adote medidas que estanque a valorização do real frente ao dólar. Segundo ele, o desequilíbrio cambial reduz drasticamente a competitividade da agricultura brasileira nos mercados internacionais e traz de volta a expectativa de nova queda na renda do produtor.

José Mário admite que a valorização do real tem importante impacto nos custos de produção, com redução significativa dos preços dos insumos importados, principalmente fertilizantes. Ele pondera, entretanto, que em condições normais de mercado, toda essa redução nos custos de produção é anulada com folga pelos efeitos da sobrevalorização da moeda nacional nos preços das commodities agrícolas nacionais.

Para o presidente da Faeg, o setor agrícola vive um momento de preços relativamente bons, graças a uma conjuntura internacional favorável. Entre outros fatores, ele cita os baixos estoques mundiais das principais commodities, aumento da demanda em países com a China e problemas climáticos, com estiagens ou excesso de chuvas em diversos países.

"Mas não temos dúvidas de que tudo isso é uma bolha de mercado e mais cedo ou mais tarde o equilíbrio terá de ser restabelecido", diz José Mário. E segundo ele, se essa normalização das cotações internacionais ocorrer sem que a relação cambial no Brasil também se ajuste, o cenário para o produtor nacional será dos mais preocupantes.

Custos

Estudo técnico da Faeg não deixa dúvida de que os custos de produção caem significativamente em função do desarranjo cambial. De janeiro a dezembro de 2009, por exemplo, quando o real valorizou-se 26,24% frente ao dólar, os preços médios dos fertilizantes formulados caíram 30,54%, passando de R$ 1.035,57 a tonelada para R$ 719,29.

No mesmo período, as matéria-primas para fertilizantes registraram redução de preços de 28,68%, caindo de R$ 999,00 a tonelada para R$ 707,63. Mas de janeiro a dezembro de 2009 os custos totais de produção caíram apenas 8,81%, o que demonstra que as reduções foram mais acentuadas nos insumos importados, como resultado da desvalorização do dólar.

Merece destacar que os principais insumos, como sementes, fertilizantes, herbicidas, fungicidas e inseticidas chegam a representar 53% dos custos de produção, no caso do milho, 48% no da soja e 44% no do feijão. O estudo da Faeg conclui que para cada 10% de valorização do real, reduziu-se em 11,64% os custos dos fertilizantes formulados e em 11,12% as matérias-primas para produção dos fertilizantes.

Impacto

Para se ter uma idéia do impacto da desvalorização do dólar nos custos da produção agrícola, basta dizer que os preços médios da tonelada de fertilizante formulado que em 2009 foi de R$ 848,61, sem os efeitos da valorização do real teria chegado a R$ 947,39 a tonelada, ou 11,64% a mais.

Da mesma forma, sem o impacto da valorização do real, o custo médio de produção do arroz de R$ 43,67 a saca em 2010, teria chegado a R$ 45,97; o do algodão, de R$ 46,18 a arroba teria ficado em R$ 81,57e apenas o da soja teria caído de R$ 31,19 a saca para R$ 30,48.

Impacto anula menor custo de produção

Para o presidente da Faeg, José Mário Schreiner, as consequências da desvalorização do dólar sobre os custos da produção agrícola não podem ser consideradas isoladamente. "Do contrário, seremos tentados a considerar o desequilíbrio cambial como um benefício, quando na verdade é fenômeno que trás grandes preocupações para o setor."

Com base em estudo técnico da Faeg, ele cita que em 2009, quando a desvalorização do dólar chegou a 26,24%, os preços dos principais produtos agrícolas caíram acentuadamente em Goiás. O milho caiu 15,03%; soja, 10,75%; arroz, 19,11%; algodão, 2,94%; e feijão, 42,67%. Este ano, até setembro, como o dólar desvalorizou-se em apenas 3,06%, os preços ao produtor reagiram de forma acentuada, com aumento de 24,64% para o milho; 4,43% a soja; algodão 88,79%; arroz 17,49%; e feijão 120,87%.

Variação

Sem o impacto da variação cambial, o preço médio do arroz, que foi de R$ 36,64 em 2009, teria chegado a R$ 39,31; a soja, de R$ 40,44 teria ido para R$ 42,09; o do milho, de R$ 16,05 para R$ 16,94 e a arroba do algodão, de R$ 38,16 para R$ 39,07.

Considerado em cinco principais produtos da agricultura goiana, o Valor Bruto da Produção (VBP) de 2009, que foi de R$ 15,07 bilhões, sem o impacto da desvalorização do dólar poderia ter chegado a R$ 15,39 bilhões, ou mais 2,12%.

O estudo da Faeg explicita, também, as consequências do desequilíbrio cambial sobre as exportações do agronegócio goiano. O economista Edson Novaes, gerente de Estudos Técnicos e Econômicos da entidade, explica que, entre setembro de 2009 e setembro passado, o dólar caiu 5,08%, passando de R$ 1,8087 para R$ 1,7169, período em que também as exportações goianas caíram 8,48%, passando de US$ 272,53 milhões para US$ 249,43 milhões.

Perdas

Conclui o estudo da Faeg que, como para cada 10% de valorização do real observa-se uma queda de 16,7% nas exportações do agronegócio, o valor acumulado das vendas goianas para o exterior de janeiro a setembro de 2009 poderia ter sido US$ 39,6 milhões a mais que os US$ 2,37 bilhões efetivamente faturados.

Em síntese, consideradas as vantagens da desvalorização do dólar sobre os custos de produção e as desvantagens com a redução dos preços dos produtos, apenas o algodão apresenta uma relação favorável ao produtor em 2009. A queda nos custos médios da cotonicultura foi de 4,57%, enquanto a redução de preços ficou em 1,12%. No arroz, a queda dos custos de produção foi de 2,90%, enquanto a dos preços chegou a 7,28%. No feijão, a disparidade foi maior ainda, com redução de 2,03% no custo de produção e queda de 16,26% nos preços ao produtor.
Fonte: O Popular/ Edmilson Souza Lima

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Café disparou 4,92% com queda do dólar

Os preços das commodities subiram ontem, sustentados pelo dólar, que caiu em relação a outras moedas. A desvalorização da moeda americana foi uma decisão do banco central dos Estados Unidos para estimular as exportações do país. Acabou impulsionando o mercado de commodities, já que os investidores aproveitam o momento favorável para comprar. O açúcar se destacou entre as agrícolas. O contrato do produto para entrega em março subiu 5,01% e fechou cotado a 31,66 centavos de dólar por libra-peso.

Durante o pregão de ontem, o preço do açúcar chegou a alcançar o maior nível desde 1980, registrando 31,81 cents/lb. Além da influência do dólar, o mercado permanece firme porque a oferta de açúcar no mundo é limitada. O clima foi desfavorável para a produção de Rússia, Paquistão, Austrália e Brasil, que é o maior exportador mundial. Mesmo que a safra global seja maior na temporada 2010/11, os estoques dos países consumidores estão muito baixos e precisarão ser reabastecidos. Isso sustenta os preços.

Negociado em Nova York, o café disparou 4,92%. Ao longo do dia, atingiu nova máxima em 13 anos. O câmbio mexeu com as cotações do café, mas os fundamentos do mercado são firmes como os do açúcar. Na Bolsa de Chicago, os preços dos grãos também deram um salto. O trigo terminou a quinta-feira com ganhos de 3,40%. A soja subiu 3,03% e o milho, 1,55%.
Fonte: O Estado de S.Paulo

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Dólar em baixa reduz força do agronegócio

Produtor deixa de receber R$ 10,00 por saca de soja exportada

Exportador agrícola de peso, o Brasil amarga o peso da desvalorização do dólar. A cada venda para fora do país, agricultores e indústrias acabam recebendo menos em reais por produtos como açúcar, café, suco de laranja, carnes e grãos, um golpe na rentabilidade. O prejuízo é amenizado pela elevação circunstancial das cotações internacionais de commodities como milho, trigo e soja. Mas a situação pode mudar. O economista e professor da Unijuí, Argemiro Luis Brum, alerta que não há garantias de que os preços estarão bons quando os produtores colherem a safra de verão a partir de janeiro. "As valorizações são artificiais, não estão relacionadas à oferta e demanda, mas a um movimento especulativo do mercado para compensar a queda do dólar", opina.

Segundo o pesquisador, a desvalorização da moeda norte-americana frente ao real é de 40% desde 1999, quando o Brasil flexibilizou o câmbio. Isso significa dizer que a atual taxa cambial de R$ 1,70 estaria em R$ 2,32, o que, para os sojicultores, significaria receber hoje cerca de R$ 10,00 a menos por saca exportada. Uma fortuna, se considerada a projeção da Safras & Mercados de que o Brasil deverá exportar 30,2 milhões de toneladas.

Neste cenário, o especialista Fernando Muraro, da AG Rural, aconselha que o produtor realize um controle rigoroso dos custos e venda antecipadamente pelo menos parte da safra. Mesma realidade se aplica ao milho e ao trigo.

Uma das poucas conse-quências positivas é a queda de preço de matérias-primas importadas. De acordo com o consultor da Fecoagro, Tarcísio Minetto, o câmbio tem impactado principalmente os herbicidas. Já em relação aos fertilizantes, beneficiou somente quem comprou no primeiro semestre do ano.

Para o presidente do Siargs, Torvaldo Marzolla Filho, as variações não são reflexo apenas do câmbio, mas de oscilações do preço em dólar. "Ferrosos e não ferrosos subiram, Muitos deles acima da valorização cambial."
Fonte: Revista Cafeicultura

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Mesmo com a alta do dólar, café fecha em alta na Bolsa de NY

As cotações do café "desafiaram" a valorização do dólar no mercado internacional e registraram forte alta ontem nas bolsas internacionais. Segundo as agências internacionais, uma disponibilidade menor que a prevista da variedade robusta no Vietnã colaborou para sustentar os preços da commodity na bolsa de Londres, e o movimento teve reflexos também em Nova York, onde é negociada a variedade arábica, a mais exportada pelo Brasil. No mercado nova-iorquino, onde também pesou a queda dos estoques nos EUA, os contratos com vencimento em março subiram 525 pontos e alcançaram US$ 1,9275 por libra-peso. No Brasil, a saca de 60,5 quilos do café de boa qualidade saiu entre R$ 320 e R$ 325, segundo Escritório Carvalhaes, de Santos.
Fonte: Valor Econômico

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Dólar pode prejudicar exportação de café nos próximos meses

Diretor do Cecafé diz que desvalorização da moeda americana tira competitividade do produto brasileiro

O diretor geral do Conselho dos Exportadores de Café (Cecafé), Guilherme Braga, diz que a desvalorização do dólar tira competitividade do produto brasileiro no Exterior e prevê queda nas vendas nos próximos meses.

- Provavelmente deveremos observar uma redução do volume exportado mais à frente, talvez a partir de janeiro de 2011 - diz.

Em setembro passado, o Brasil exportou pouco mais de três milhões de sacas de 60 quilos de café, um dos melhores resultados de todos os tempos para um único mês. No entanto, o desempenho teve como base um câmbio contratado anteriormente, quando o dólar era cotado por volta de R$ 1,80. Nesta quarta, dia 6, a moeda americana fechou a R$ 1,68.

Os altos preços do café também contribuíram para que o país fosse estimulado a vender mais ao exterior. No dia 8 de setembro, o primeiro vencimento do contrato futuro de café na Bolsa de Nova York (ICE Futures US) tocou o melhor nível em 13 anos, a 198,65 cents por libra-peso, sustentado pelo clima mais seco no Brasil. De lá para cá, os futuros foram perdendo força, principalmente em virtude das chuvas nas regiões produtoras brasileiras, que diminuíram o receio com uma frustração de safra no ano que vem.

Ao mesmo tempo, a moeda norte-americana foi se depreciando ante o real. No dia 1º de outubro, o dólar encerrou a R$ 1,6790, nível mais baixo desde 3 de setembro de 2008, antes do estouro da crise mundial. Ou seja, câmbio e preços internacionais do café passaram a caminhar juntos nas últimas semanas contra os esforços do exportador brasileiro.

- Devemos tirar o pé do acelerador, deixando um vácuo que deve ser ocupado por outros países exportadores - afirma Braga.

Ele comenta que as vendas futuras de café implicam operações de proteção em bolsa e também em moeda. Quando essa estrutura perde equilíbrio, representando aumento de preço do produto, os compradores tendem a procurar outros fornecedores. De acordo com o diretor do Cecafé, há países na Ásia, como Indonésia e Vietnã, e até na África, que têm políticas que garantem uma 'certa estabilidade' da moeda local em relação ao dólar, o que neutraliza a perda de competitividade.

Braga observa, ainda, que menores volumes de exportação e preços baixos do café podem ser refletir na rentabilidade do produtor.

- Colhemos uma grande safra e seria hora de o cafeicultor aproveitar os preços relativamente melhores para se capitalizar - diz.

Um preço remunerador permitiria recuperar parte dos prejuízos em anos anteriores, além de criar condições para que o cafeicultor pudesse investir nas lavouras.

- É fundamental que o preço interno mantenha a correlação com a cotação internacional, ou seja, que o produtor continue recebendo cerca de 90% do preço FOB da saca de café - acrescenta.

O diretor do Cecafé estima que medidas do governo, como a elevação da alíquota de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) de 2% para 4% para os investimentos estrangeiros em renda fixa, podem ajudar a frear a entrada de dólares, e consequentemente o enfraquecimento da moeda. Segundo ele, a redução do superávit da balança comercial brasileira também tem sido significativa, deixando de ser uma fonte de entrada de mais moeda americana.
Fonte: Canal Rural

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Dólar fecha em alta pelo 2º dia, puxado por queda nas Bolsas

A cotação do dólar frente ao real subiu pelo segundo dia consecutivo nesta quarta-feira, impulsionada pela queda nas Bolsas de Valores em todo o mundo e também pela queda do euro no mercado internacional.

Os índices de ações no Brasil e no exterior registram forte queda hoje, pressionadas pelo pessimismo dos investidores a respeito da recuperação da economia norte-americana e pelos temores de desacerelação na China.

"A queda do euro e das Bolsas de Valores influenciou bastante a cotação da taxa de câmbio hoje", afirmou Alessandro Malagutti, operador de câmbio da corretora Vision. De acordo com ele, a alta só não foi maior porque muitos agentes ainda estão vendendo dólar no mercado.

Nesse cenário, o dólar comercial fechou trocado por R$ 1,770, alta de 0,68%, nas últimas operações. Os preços da moeda americana oscilaram entre R$ 1,763 e R$ 1,775. Nas casas de câmbio paulistas, o dólar turismo foi vendido por R$ 1,89, em alta de 0,53%.

Ainda operando, a Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) registra perdas de 2,15%, aos 65.779 pontos. O giro financeiro é de R$ 5,28 bilhões. Nos EUA, a Bolsa de Nova York tem queda de 2,49%.

Para Malagutti, se a tendência nas Bolsas nos próximos dias permanecer de desvalorização, o dólar deve chegar a R$ 1,80 até o dia 20 de agosto.

A Agência Nacional de Estatísticas da China informou hoje que o crescimento anual da produção industrial chinesa desacelerou em julho para 13,4%, ante 13,7% em junho.

"Nós estávamos esperando que a China ajudasse a economia dos Estados Unidos, e obviamente a atividade na China está desacelerando", afirmou Alan Lancz, presidente da Alan B. Lancz & Associates Inc., consultoria de investimentos norte-americana, à Associated Press.

Na terça-feira, o banco central norte-americano informou que vai reinvestir o dinheiro de títulos hipotecários na dívida do governo para conter os recentes sinais de fraqueza. A autoridade monetária manteve as taxas de juro perto de zero e renovou promessa de deixá-las baixas por um período prolongado.

A medida foi anunciada após o Fed divulgar uma visão mais cautelosa sobre a recuperação. Em comunicado divulgado após a reunião de ontem, a autoridade monetária afirmou que a retomada da economia "desacelerou nos últimos meses." O documento reforça as declarações do presidente do Fed, Ben Bernanke, que afirmou no no mês passado que a perspectiva para a economia continua "atipicamente incerta".

JUROS FUTUROS

No mercado futuro de juros, que serve de referência para o custo dos empréstimos nos bancos, as taxas projetadas fecharam em alta.

No contrato para outubro deste ano, a taxa prevista ficou em 10,71%; no contrato para janeiro de 2011, a taxa projetada foi de 10, 76% para 10,80%; e no contrato para janeiro de 2012, a taxa prevista subiu de 11,54% para 11,58%. Esses números são preliminares e estão sujeitos a ajustes.
Fonte: Folha Online