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quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Com impulso do dólar, contratos futuros do café encerraram com alta de 235 pontos

Os contratos futuros do café, negociados na bolsa de Nova York, encerraram o dia de ontem com alta de 235 pontos, a US$ 2,0355 por libra-peso. De acordo com analistas ouvidos pela agência Dow Jones, o movimento se deveu à desvalorização do dólar, que tornou os produtos americanos mais atraentes. Paralelamente, a Colômbia anunciou que sua safra de café poderá crescer 56% até 2014. Segundo o presidente do país, Juan Manuel Santos, o plantio de variedades resistentes a pragas poderá impulsionar a produção para 14 milhões de sacas em 2014 e 20 milhões de sacas em 2020. O país é o segundo maior produtor de café do mundo. Já no mercado brasileiro, o indicador Cepea/Esalq para a saca de 60 quilos de café ficou em R$ 360,73, com recuo diário de 0,11%.
Fonte: Valor Econômico

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Café: contratos futuros voltam a subir na Bolsa de Nova York

Os preços do café tiveram ontem o segundo dia consecutivo de alta na bolsa de Nova York. Os contratos futuros do grão arábica com entrega em março de 2011 subiram na quarta-feira 55 pontos na bolsa americana, encerrando o dia a US$ 1,8775 por libra-peso. Segundo a agência Dow Jones Newswires, analistas consideram que com os preços oscilando entre US$ 1,70 e US$ 1,90 é difícil que o mercado registre um grande salto. Além disso, os fundamentos apontam para tendências diferentes. Enquanto os diferenciais de preços para os cafés da América Central seguem elevados e sustenta preços altos, no Brasil, a boa florada garante pressiona as cotações no mercado. No Brasil, o indicador Cepea/Esalq fechou o dia a R$ 321,88, com alta diária de 2,79%. No mês, a valorização é de 0,96%.
Fonte: Valor Econômico

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Café brasileiro pode virar referência em contratos internacionais

Produtores e exportadores do Brasil negociam incluir o grão no contrato da Bolsa de Nova York.

Setor de café quer que o produto brasileiro faça parte de contratos internacionais. Uma alternativa seria a inclusão no chamado Contrato C, na Bolsa de Nova York. Porém, representantes do setor discutem a possibilidade de haver um contrato específico para o café do Brasil.

O café brasileiro pode virar referência nos contratos negociados em bolsas internacionais. Produtores e exportadores do Brasil vêm negociando duas alternativas: uma delas seria incluir o café do Brasil no contrato c da Bolsa de Nova York; outra seria criar um modelo especifico para o grão nacional na Bolsa de Chicago.

Para se proteger contra as oscilações no preço, os brasileiros negociam na Bolsa de Nova York. O problema é que lá fora não existe um contrato especifico para o café brasileiro, a referencia são outros paises produtores, como a Colômbia. O setor acredita que a situação acaba distorcendo os preços.

Uma das propostas em debate há cinco anos é a inclusão do café brasileiro no contrato de Nova York. A iniciativa foi do Conselho dos Exportadores de Café (Cecafé). Na época, a pressão dos concorrentes, principalmente os colombianos, foi mais forte e o projeto foi arquivado. Agora, a situação é diferente: a própria bolsa retomou a discussão.

– A bolsa parece mais interessada em ter o café brasileiro no seu rol de origens, na medida em que as quedas de produção de café na Colômbia e a estabilidade em outros países estão dando um perfil não muito favorável na relação entre o grande movimento que a bolsa tem e o nível de produção – explica o diretor geral do Cecafé, Guilherme Braga.

De acordo com a entidade, o Brasil produz cerca de 3,5 milhões sacas de café despolpado, a referência para Nova York. Há seis anos, esse volume não passava de 500 mil sacas. Por isso, na opinião do diretor do conselho, a situação atual dá mais condições ao Brasil de ser incluído no contrato C.

O superintendente da Cooxupé, a maior cooperativa produtora de café do mundo, com sede em Minas Gerais, Lúcio Dias, avalia que a mudança seria mais uma alternativa de mercado.

– No momento, ele não é vantajoso porque os diferenciais que a gente está trabalhando para esse produto estão acima do preço de Nova York, mas para o futuro é uma garantia a mais, é um mercado a mais que o produtor passa a ter.

Produtores e exportadores reconhecem que o simples fato de estar no contrato de Nova York não é uma garantia de lucro. Mas consideram que ter uma opção a mais para negociar faz muita diferença.

– O produtor terá uma condição muito mais precisa para a precificação do seu café. Ele vai estar acompanhando a bolsa. Ele vai poder comparar o comportamento do mercado interno aos preços do mercado internacional e, portanto, ter uma noção mais precisa do valor da sua mercadoria – afirma Guilherme Braga, do Cecafé.

No entanto, nem todos os produtores apoiam a inclusão do Brasil em Nova York. Representantes do setor avaliam que o contrato C não corresponde à realidade da produção brasileira, dominada pelo café natural e não pelo despolpado. A idéia, então, seria ter um contrato para esse tipo produzido no Brasil na bolsa de Chicago. A avaliação é a de que, como a instituição é sócia da BM&F Bovespa, as negociações ficariam mais fáceis. Mas ainda não foi feita uma proposta oficial para a bolsa americana.
Fonte: Revista Cafeicultura

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Contratos futuros do café arábica encerraram em queda

Os contratos futuros do café arábica encerraram ontem (3) em queda. Segundo analistas, ajustes técnicos provocaram um movimento de venda entre os especuladores. Contribuiu também a melhora no desempenho da safra brasileira do grão. O país é o maior produtor do mundo. Na bolsa de Nova York, os contratos com vencimento em dezembro recuaram 565 pontos, para US$ 1,6765 por libra-peso. "A alta [registrada no café] desde junho foi além da conta", disse Boyd Cruel, analista-sênior da Vision Financial Markets, de Chicago, em entrevista à Bloomberg. "Os fundos estão tomando vantagem desse mercado nos últimos dois meses". No Brasil, a saca de 60 quilos do café ficou em R$ 301,51, com retração diária de 1,99%, segundo o indicador Cepea/Esalq.
Fonte: Valor Econômico

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Contratos futuros do café encerraram em alta na sexta-feira

Os contratos futuros do café encerraram o dia em alta na sexta-feira, com a divulgação de queda nos estoques pelo 20º mês consecutivo. Os estoques do grão arábica certificados pela bolsa de Nova York têm recuado todo mês desde novembro de 2008, acumulando uma queda de 54%. "Estamos ficando sem opções", disse Kona Haque, analista da Macquarie Group, em entrevista à Bloomberg. A baixa se deve sobretudo a problemas climáticos na Colômbia e América Central. Em Nova York, os papéis para entrega em dezembro encerraram a US$ 1,7680 por libra-peso, alta de 305 pontos. No mercado interno, a saca de 60 quilos do café ficou em R$ 317,39, com alta diária de 1,68%, segundo o indicador Cepea/Esalq. No mês, a commodity acumula alta de 2,44%.
Fonte: Valor Econômico

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Contratos futuros do café fecharam em queda nesta terça-feira na bolsa de Nova York

Os contratos futuros do café fecharam em queda nesta terça-feira (27) na bolsa de Nova York, devido a especulações de que a safra maior no Brasil irá estimular as vendas. A produção do país deverá aumentar em 19% em relação ao ano anterior, graças ao ciclo bienal da cultura. Em entrevista à agência Bloomberg, Jack Scoville, vice-presidente da Price Futures. , afirmou que as principais regiões produtoras de café do Brasil devem ficar sem chuva até 30 de julho, o que "é bom para a colheita". Na bolsa de Nova York, os papéis com vencimento em dezembro encerraram a US$ 1,6475 por libra-peso, com recuo de 180 pontos. No mercado interno, a saca de 60 quilos fechou a R$ 300,59, queda de 1,46%, segundo o indicador Cepea/Esalq. No mês, o recuo é de 2,99%.
Fonte: Valor Econômico

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Em dia fraco, Londres fecha sessão com altas para café nesta Quarta

Os contratos futuros de café robusta negociados na Euronext/Liffe voltaram a produzir ganhos nesta quarta-feira, com a posição setembro chegando a bater na máxima de 1.583 dólares por tonelada.

Segundo analistas internacionais, após várias sessões bastante ativas, o dia na bolsa britânica foi extremamente calmo, com um volume de negócios abaixo da média e com vários players se posicionando de lado.

Os fatores externos, por sua vez, pouco influenciaram o comportamento dos preços do café robusta ao longo do dia. "Tivemos algumas coberturas de posições short, após experimentarmos algumas perdas com vendas de origens. Com isso, conseguimos voltar a ver algumas altas, mesmo num dia em que a maior parte das commodities recuaram", disse um trader.

O dia na bolsa de Londres teve o contrato de café de julho com uma movimentação de 854 lotes, com o setembro tendo 2,89 mil lotes negociados. O spread entre as posições julho e setembro ficou no nível 29 dólares.

No encerramento da sessão na Euronext/Liffe, julho registrou alta de 19 dólares, com 1.551 dólares por tonelada, ao passo que o setembro registrou valorização de 11 dólares, com 1.580 dólares por tonelada.
Fonte: Revista Cafeicultura

terça-feira, 22 de junho de 2010

Contratos futuros do café arábica caíram na bolsa de Nova York

Os contratos futuros do café arábica caíram na segunda-feira(21) na bolsa de Nova York com especulações de que a oferta mundial do produto na próxima safra deverá superar a demanda. Os papéis com entrega prevista para setembro fecharam a 1,6080 por libra-peso, queda de 130 pontos. Ao longo do dia, no entanto, a commodity chegou a atingir 1,6545 por libra-peso, o maior patamar desde o pregão de 6 de março de 2008. "Tudo aponta para uma queda nos preços, já que se espera uma boa safra no Brasil", disse à agência Bloomberg o analista-sênior da Vision Financial Markets, Boyd Cruel, em Chicago. No mercado doméstico, a saca de 60 quilos do grão ficou em R$ 312,71, com alta diária de 1,38%, segundo o Cepea/Esalq. No mês, a commodity acumula alta de 5,92%.
Fonte: Valor Econômico

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Contratos futuros do café registraram maior queda em quase duas semanas

Os contratos futuros do café arábica registraram ontem (17) a maior queda em quase duas semanas, em Nova York, devido a especulações de que a alta vista nos últimos seis pregões - de 20% - foi longe demais. "O mercado foi até onde tinha de ir", disse à Bloomberg Jack Scoville, vice-presidente da Price Group, de Chicago. "Foi o suficiente". Na bolsa de Nova York, os contratos com vencimento em setembro fecharam a US$ 1,5780 por libra-peso, com recuo de 180 pontos. Segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), a produção do grão no Brasil deverá subir 23% no ano fiscal que se inicia em 1º de julho. No mercado interno, a saca de 60 quilos ficou em R$ 308,46, com valorização de de 0,17%, segundo o indicador Cepea/Esalq. No mês, a alta é de 4,48%.
Fonte: Valor Econômico

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Contratos futuros do café arábica encerraram em alta na terça-feira

Os contratos futuros do café arábica encerraram o dia em alta na terça-feira, surfando no bom momento das commodities em geral. Além disso, disse Jack Scoville, vice-presidente da Price Futures Group, de Chicago, haverá disponibilidade de café no mercado. "Não há dúvidas disso. Mas essa disponibilidade ainda continuará apertada por um tempo", disse ele, em entrevista à Dow Jones. Na bolsa de Nova York, os papéis com vencimento em julho subiram 170 pontos, para US$ 1,3425 por libra-peso. Segundo a Conab, a próxima safra deverá ficar na casa de 47 milhões de sacas, embora boa parte dos traders estimem um número maior. No mercado interno, o indicador Cepea/Eaalq para a saca de 60 quilos ficou em R$ 287,46, com alta de 0,25. No mês, há alta de 1,34%.
Fonte: Valor Econômico