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sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Café do Centro modifica embalagens de cafés em sachet e Café Gourmet com materiais recicláveis

Produtos apresentam se de maneira ainda mais sofisticada respeitando o meio ambiente.

O Café do Centro – uma das maiores torrefadora de grãos gourmet e especiais do país –, apresenta ao mercado suas novas embalagens para cafés em sachet e Café Gourmet. Preocupada com a preservação do meio ambiente e pondo em prática a responsabilidade social, todas as embalagens foram repaginadas e cuidadosamente elaboradas com papel reciclado.

Desde o meio desse ano o Café do Centro Gourmet possui o Selo Cafés Sustentáveis do Brasil da ABIC, além de fazer parte do Programa de Qualidade do Café, da mesma entidade. Ambos certificam procedimentos ecologicamente corretos, sustentáveis, econômicos e que considerem os impactos sócioambientais de seus produtos, levando em conta qualidade e características especificas dos grãos como sabor, aroma e corpo.

A embalagem do Gourmet foi re-estilizada lembrando as antigas embalagens do Café do Centro Club Express, primeira versão do Café Gourmet da marca. Mais modernas e com ar mais clean, as embalagens em tons de marrom e imagens de grãos de cafés verdes e torrados, sugerem uma imersão no mundo de sabor, aroma, cor e praticidade que os cafés em sachet oferecem; possuem também um brilho que realça a camada especial de alumínio preparado especialmente para a proteção dos grãos.

Os sachets do Café do Centro podem ser encontrados nas versões: Descafeinado, Orgânico e Gourmet, estes produtos são especialmente desenvolvidos para atender estabelecimentos de pequeno porte, que necessitam servir cafés na medida exata para seus clientes em embalagens de 150 e 20 doses. Para Rodrigo e Rafael Branco Peres, diretor do Café do Centro, as embalagens agora estão mais sustentáveis e mais modernas. “Os sachets agora são produzidos com material reciclado e apresentam alteração de layout, em tons quentes, e com repaginação os pequeninos invólucros estão agora como as embalagens padronizadas de maneira a destacar as cores da marca, ressaltam os diretores.”
Fonte: Revista Cafeicultura

sexta-feira, 21 de maio de 2010

ABIC promove 2ª Semana do Café Gourmet do Brasil no Chile

A Associação Brasileira da Indústria de Café (ABIC) promove de 31 de maio a 7 de junho, em Santiago, no Chile, a 2ª Semana do Café Gourmet do Brasil - Sabor y Saber. Assim como na primeira edição realizada em setembro do ano passado, o evento conta com diversos cursos e treinamentos para chefs, baristas, donos de cafeterias e de restaurantes e são ministrados na INACAP Apoquinto, uma das principais escolas de gastronomia do país.

O objetivo é promover o café gourmet em grão torrado ou moído industrializado no Brasil junto à alta gastronomia do Chile. Os chilenos já importam cafés brasileiros, mas principalmente o solúvel. Desde que tiveram início as iniciativas do PSI (Projeto Setorial Integrado de Promoção à Exportação de Cafés Industrializados, realizado pela ABIC em parceria com a Apex-Brasil) as exportações brasileiras para o Chile de produtos gourmet de empresas como Melitta e Café Bom Dia aumentaram significativamente: de US$ 3.770 (FOB) no período janeiro/março 2009 para US$ 158.877 (FOB) em igual período em 2010, ou 4.114%.

Para a edição 2010, a programação traz algumas novidades além dos cursos de formação básica de barista e de técnicas de preparo de cappuccinos e latte art: Curso de Preparação do Café Perfeito e Curso Básico de Degustação de Café.
Fonte: Sincafé

Brasileiros estão consumindo cada vez mais cafés gourmet

O mercado de cafés especiais é promissor e aladar do brasileiro mudou. Poucos ainda se contentam com o velho pingado em copos de plástico. Com o aumento e a melhor distribuição de renda no país, apreciar um bom espresso deixou de ser um luxo para poucos.

Quem vem acompanhando este processo bem de perto é a Baggio Coffees, empresa que há três anos está focada na torrefação de grãos especiais. Com uma experiência de quase 130 anos no cultivo de café, Liana Baggio Ometto, já na quarta geração da família, iniciou a torrefação dos melhores grãos das fazendas Baggio.

Atualmente a família produz cerca de 22 mil sacas de café por ano em 600 hectares localizados nas regiões da Alta Mogiana e sul de Minas. Destes, cerca de 500 são de grãos arábica e Bourbon amarelo. "A produção de grãos nobres ainda é pequena em nossas propriedades, mas vem aumentando ano a ano devido à crescente procura do mercado", afirma Liana.

O otimismo está galgado em números. Uma pesquisa feita em janeiro pela Abic mostra que o consumo de café aumentou 6,6% em sete anos no Brasil. O ato de tomar café fora de casa tem contribuído significativamente para este feito. Em sete anos este comportamento cresceu 170%. O estudo mostra também que o conhecimento da população sobe cafés gourmet ainda é baixo, mas que o brasileiro já consegue distinguir um bom café.

Para acompanhar essa forte demanda, a Baggio Coffees possui um portfólio com três linhas de produtos: Baggio Bourbon, Baggio Gourmet e Baggio Aromas.

Baggio Bourbon: Produzido com grãos de origem única 100% coffea arábica da variedade Bourbon Amarelo do sul de Minas Gerais, o Baggio Bourbon é um produto extremamente nobre.

A bebida é do tipo mole com característica naturalmente adocicada.

Baggio Gourmet: Este é um café produzido com grãos 100% coffea arábica, selecionados e que passam por um rigoroso processo de classificação. O Baggio Gourmet é resultado de blends de grãos da Alta Mogiana e sul de Minas Gerais.

Baggio Aromas: Buscando diferenciação no mercado de cafés especiais, a Baggio Coffees destaca-se pela produção de cafés aromatizados. A empresa utiliza os mesmos grãos gourmet para adicionar aromas naturais ou artificiais. Os produtos estão disponíveis em cinco versões: Chocolate com Menta, Caramelo, Amaretto, Limão e Açaí.

A inovação é, sem dúvida, um requisito essencial para aumentar o consumo da bebida. "Acreditamos que o Brasil e o mundo ainda oferecem grandes oportunidades para o mercado de cafés especiais. Basta a indústria estar antenada para levar ao consumidor uma bebida com características realmente excepcionais", acredita Liana.
Fonte: Revista Cafeicultura

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Exportação de Café Gourmet, bom para o exportador e ótimo para o Brasil.

Por Diogo Freitas

Atualmente os consumidores de forma geral estão cada vez mais dispostos a buscar e consumir produtos visando à qualidade e o prazer que eles podem proporcionar. O Café Gourmet é um produto com alto valor agregado e com pouco reconhecimento no Brasil, já que o habito do brasileiro ainda não é consumir um café com características gustativas apuradas, mas sim utilizar um café feito com grãos que passam por um processo de seleção bem menos rigoroso do que os grãos utilizados no processo de fabricação de um café gourmet.

Em uma análise feita pela ABIC (Associação Brasileira da Indústria de Café) , o café gourmet vem crescendo de forma significativa em seu volume de exportações, de forma a aumentar o seu crescimento em 15% a 20% da sua produção ao ano, sendo 90% destinada ao mercado externo. Esse dado comprova a grande oportunidade que os empresários do ramo têm em mãos, já que diferentemente da cultura brasileira a cultura internacional existente perante o consumo desse produto é forte e tradicional.

O mercado norte americano é referencia de consumo desse produto, e surpreendentemente o Mercado Asiático representado pela explosão de consumo da China com suas províncias, que até pouco tempo não demonstrava interesse no consumo de café em seus momentos de prazer e descontração.

Além do volume de vendas que representa esse produto, outro fator que faz com que os empresários do ramo observem o café gourmet com olhos de investidor é o valor agregado embutido, tanto pela qualidade quanto pela forte cultura positiva que acompanha o marketing de “produto brasileiro”.

Dessa forma a exportação de café gourmet representa a possibilidade de aumento do lucro. Já para os empresários com visão estratégica de mercado, é mais do que o aumento do lucro, a exportação de Café Gourmet representa a possibilidade de internacionalização da sua empresa, possibilitando, inclusive, um melhor posicionamento do composto de produtos destinados ao mercado interno.

O produtor de café que entrar nesse vantajoso mercado contribuirá também para que o Brasil saia do status de exportador de matéria prima ou commodities. Esse é o passo que todos os exportadores hoje deveriam buscar, afinal, porque só exportar matéria prima sendo que é possível também exportar valor agregado? Essa é uma pergunta que o governo brasileiro vem buscando incessantemente fazer aos produtores brasileiros, afinal, poderia elevar os lucros com a segunda opção.

Essa discussão entra no âmbito econômico, aonde é possível escutar de tempos em tempos nos jornais de maior abrangência nacional, chamadas como: “O Brasil fecha o primeiro trimestre do ano com superávit ou déficit de x %”. A busca do governo para implantação de uma cultura exportadora, não só de insumo como também para produtos de alto valor agregado, é justificada em uma de suas vertentes na Balança Comercial Brasileira que obviamente deixa claro que para o Brasil é mais interessante exportar café gourmet do que commodities de café negociadas em bolsa. Existem outras vertentes que ressaltam que além de adicionar valor monetário, a estratégia de agregar valor ao produto gera emprego e eleva a renda, estimulando o consumo, e conseqüentemente aquece e gira a economia brasileira.

O movimento que está se iniciando com o café gourmet serve de alerta para os empresários e produtores de outros segmentos, pois essa é uma grande saída para o crescimento da concorrência mundial, afinal é necessário se preocupar com o futuro, uma vez que a China e a Índia já estão tomando o mercado brasileiro com seus produtos e preços encantadores. Nesse sentido é necessário buscar estratégias como essa, para diferenciar-se das empresas asiáticas que muitas vezes não se preocupam em agregar valor, mas sim elevar o seu volume de vendas com produção em escala.

*Diogo Freitas, graduado em Administração com Habilitação em Comércio Exterior, MBA em Gestão Estratégica de Projetos e Diretor Executivo da empresa Atus Negócios Internacionais e Consultoria.
Fonte: Revista Cafeicultura

terça-feira, 20 de abril de 2010

Café do Centro Gourmet adquire Selo Cafés Sustentáveis do Brasil

O Café do Centro - maior torrefadora de grãos gourmet e especiais do país – teve seu Café Gourmet certificado pelo Selo Cafés Sustentáveis do Brasil, Programa de qualidade da ABIC – Associação Brasileira da Indústria de Café - que existe desde 2007.

O Selo Cafés Sustentáveis do Brasil, é conferido pela ABIC para empresas que adotem em toda a cadeia produtiva do café, procedimentos ecologicamente corretos, sustentáveis, econômicos e que considerem os impactos sócioambientais de seus produtos. Desta maneira é possível garantir maior qualidade e atestar a origem dos grãos, desde os métodos agrícolas, como plantação, colheita e beneficiamento do café até o processo industrial da torrefação. Dados da ABIC revelam que no Brasil, pouco mais de 1% dos 18,3 milhões de sacas industrializadas de café, são produzidas dentro de padrões sustentáveis. Na Europa, em países como a França, o consumo consciente chega a ser superior a 20% do mercado.

Os Diretores do Café do Centro, Rodrigo e Rafael Branco Peres, ressaltam a importância de se obter uma certificação como essa. “No Brasil temos observado a transformação dos hábitos de consumo em relação ao café gourmet, um produto de qualidade superior que vêm ganhando mercado no país por conta destas mudanças. Certamente, este consumidor que é um pouco mais exigente, vai exigir que na embalagem constem informações precisas sobre a procedência, origem e a forma com que o produto que está adquirindo foi preparado”, informam os diretores.

O Programa de Qualidade da ABIC, do qual faz parte o Selo Cafés Sustentáveis do Brasil é uma certificação da qualidade do café, nele são analisadas características como sabor, aroma, corpo dentre outras características relevantes que possuem os cafés torrados e moídos. O processo para certificar as marcas de cafés é feito por meio de monitoramento e auditorias nas lavouras e indústrias, além de avaliação permanente nos produtos em pontos de venda, feitas por técnicos. O selo Cafés Sustentáveis do Brasil só é conferido a produtos classificados como Gourmet e Especiais.

Os cafés certificados por este selo recebem uma identificação especial - o logotipo de uma árvore, símbolo do Selo Cafés Sustentáveis do Brasil - que facilitará sua identificação pelos varejistas, distribuidores, cafeterias e consumidores.
Fonte: Campo Vivo

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Café gourmet: consumo no Brasil cresce 2,7% em 2009

A Associação Brasileira da Indústria de Café (ABIC) divulgou o Estudo Anual sobre o Consumo de Café em todo o país, e aponta que no ano passado 97% dos entrevistados haviam tomado café no dia da entrevista e no dia anterior. A preferência pelo tipo de café também apresenta novas tendências. O consumo por grãos gourmet e especiais mais que duplicou, comparando-se 2008 com o ano passado, foi de 1,2%, para 2,7%.

O Café do Centro, maior torrefadora de grãos gourmet e especiais do país, registrou índices acima do mercado de gourmet que cresce de 15 a 20% ao ano segundo a ABIC. A torrefadora obteve aumento de 40% nas vendas em 2009, apenas no Food Service, atuando nos estados Paraná e Santa Catarina no sul; Rio de Janeiro e São Paulo no sudeste e Rio Grande do Norte na região nordeste. No mercado varejista concentrado em Florianópolis e Porto Alegre, por meio das redes Angeloni e Zaffari a expansão foi de 10%. Segundo Rafael e Rodrigo Branco Peres, diretores do Café do Centro, a mudança nos hábitos de consumo é fator determinante para o aumento da venda de cafés gourmet e especiais no país. "Características como aroma, corpo diferenciado, doçura e origem dos grãos são alguns dos diferenciais que já são percebidos por quem consume café gourmet. Este tipo de consumidor busca alta qualidade acima de tudo e está disposto a pagar por um excelente café".

O Café do Centro também passou por avanços na produção nos últimos quatro anos em decorrência do aumento do consumo no mercado interno. A produção de café gourmet da torrefadora passou de 15% em 2006 para 40% no ano passado, uma expansão de 25%. A ABIC estima que do consumo total de café em 2009 (18,39 milhões de sacas), os cafés gourmets representaram cerca de 4% (760 mil sacas). Apesar de parecer pequeno, o segmento gourmet representa de 7% a 8% das vendas totais (que foram de R$ 6,8 bilhões em 2009).
Fonte: Revista Cafeicultura