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segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Café: Com bom andamento das lavouras brasileiras, preços caem em NY

Depois de três dias consecutivos de alta, os preços do café fecharam o último pregão da semana passada em queda na bolsa de Nova York. Os contratos com vencimento em março terminaram a sexta-feira cotados a US$ 1,8825 por libra-peso, em baixa de 115 pontos. Segundo a Dow Jones Newswires, o mercado segue influenciado pelo bom andamento das lavouras de café no Brasil, onde as floradas apresentam um bom grau de desenvolvimento. Além disso, a expectativa do mercado é que os preços internacionais possam cair ainda mais assim que o fluxo de cafés da América Central aumente com o avanço da colheita na região. No mercado interno, os negócios seguem lentos. O indicador Cepea/Esalq fechou a sexta-feira a R$ 319,42 por saca, queda de 1,42%.
Fonte: Valor Econômico

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Café: Maioria das regiões registra boa florada

Apesar do atraso das chuvas, a expectativa em todas as regiões é que, devido ao longo período de estresse hídrico, as floradas sejam mais uniformes, com a ocorrência de, no máximo, duas boas florações, segundo pesquisas do Cepea.

Assim, para a próxima temporada, os grãos podem ter maturação mais uniforme. No Cerrado Mineiro, colaboradores do Cepea comentam que boa parte do cafezal floresceu por volta da quinta-feira da semana passada.

No Sul de Minas Gerais, bem como em Garça (SP), boa parte das lavouras também registrou boas floradas na última semana, conforme pesquisas do Cepea. Quanto ao mercado, as cotações do arábica têm reagido nesta semana, impulsionando as negociações no mercado doméstico.
Fonte: Cepea

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Café: Bom desempenho da lavouras no Brasil pressiona preços em NY

O avanço da florada nas lavouras cafeeiras do Brasil, combinado com a melhora nas condições climáticas nas regiões produtoras, levaram a uma queda nas cotações futuras do grão negociado no mercado internacional. Na bolsa de Nova York, os papéis com vencimento em março do ano que vem registraram um recuo diário de 145 pontos, encerrando o dia a US$ 1,7730 por libra-peso. Segundo o Morgan Stanley, os preços do café deverão ter tendência de queda nos próximos meses, uma vez que os estoques serão recompostos. "Mas enquanto a oferta estiver apertada, os preços serão pressionados", disse o banco, citado pela Bloomberg. Já no mercado interno, o indicador Cepea/Esalq para a saca de 60 quilos do grão ficou em R$ 308,25, com queda diária de 0,15%.
Fonte: Valor Econômico

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Estiagem pode agravar danos nas lavouras

Cafeicultores estão preocupados com a estiagem. Segundo colaboradores do Cepea, se não chover até o final de setembro, os danos já causados aos cafezais podem ser agravados. Além disso, as pequenas floradas ocorridas em meados de julho podem ser perdidas devido ao déficit hídrico do solo, conforme pesquisas do Cepea. Quanto aos preços, o Indicador CEPEA/ESALQ do arábica tipo 6 bebida dura para melhor, posto na capital paulista, foi de R$ 333,07/saca de 60 kg na quinta-feira, 16, alta de 0,44% em relação ao de quarta. O Indicador CEPEA/ESALQ do café robusta tipo 6 peneira 13 acima fechou a R$ 169,04/saca de 60 kg, praticamente estável em relação ao de quarta-feira.
Fonte: Cepea

terça-feira, 11 de maio de 2010

Especialistas estudam irrigação para lavouras de café em Rondônia

Profissionais da Embrapa Café, da Embrapa Cerrados e do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper) participam esta semana de uma expedição pelo interior de Rondônia para avaliar a viabilidade de ações de pesquisa e fomento para irrigação de lavouras de café no Estado. Os especilistas visitam propriedades em diferentes municípios e trocam informaçõs com pesquisadores da Embrapa Rondônia e da Secretaria de Estado de Estado da Agricultura, Pecuária e Regularização Fundiária de Rondônia (Seagri).

Chefe de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa Rondônia, o engenheiro agrônomo Samuel Magalhães Oliveira explica que a visita é o pontapé inicial para o estabelecimento de parâmetros técnicos para a irrigação de lavouras de café no Estado. “Não existem estudos sobre irrigação de café em Rondônia. A Embrapa quer avançar nesse conhecimento para poder fazer recomendações seguras”, afirma o pesquisador.

A irrigação em lavouras de café tem reflexo direto na produtividade, explicam os especialistas. O problema é que muitas vezes a florada do café é induzida por um curto período chuvoso durante a estiagem. Quando a seca volta, a planta não encontra água suficiente no solo para o desenvolvimento das flores, que murcham e caem antes de produzir frutos de café. A irrigação é uma forma de fornecer água suficiente para que a planta mantenha a florada e consequentemente atinja os níveis ideais de produtividade.

Mas o que parece simples na teoria não é tão fácil de ser colocado em prática. Os cientistas precisam realizar testes para descobrir qual o volume de água ideal, qual a tecnologia de irrigação mais adequada, o período em que se deve iniciar a irrigação e por quanto tempo ela é necessária. É preciso levar em conta características do clima, do solo e da própria planta.

Por isso, foram convidados a conhecer a realidade de Rondônia profissionais altamente especializados no assunto. Elza Jacqueline Leite Meireles é pesquisadora da Embrapa Café, possui mestrado em meteorologia agrícola e doutorado em irrigação e drenagem. Aymbiré Francisco Almeida da Fonseca, pesquisador da Embrapa lotado no Incaper, é autoridade em melhoramento genético de café conilon e foi chefe geral da Embrapa Café durante os últimos dois anos. Antônio Fernando Guerra, da Embrapa Cerrados, possui doutorado em Engenharia de Irrigação pela Universidade do Arizona, nos Estados Unidos.

O grupo visita propriedades nos municípios de Cacoal, Rolim de Moura, Nova Brasilândia e Mirante da Serra. Em Ouro Preto do Oeste, os especialistas conhecem o Campo Experimental de Ouro Preto do Oeste, área que a Embrapa Rondônia, unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, desenvolve trabalhos de melhoramento genético de café. O encontro termina na quinta-feira, em Porto Velho, onde será apresentado um parecer técnico dos especialistas e elaborada uma proposta de trabalho para pesquisa e apoio à irrigação na cafeicultura.
Fonte: Revista Cafeicultura

terça-feira, 2 de março de 2010

Chuva melhora pastagens, mas não salva lavouras no Espírito Santo

A chuva voltou, durante o fim-de-semana, ao sul do Espírito Santo. A água melhorou a situação de açudes e pastagens. Mas, para algumas culturas, o tempo de estiagem foi longo demais.

O gado já tem comida e bebida. O pasto voltou a ficar verde. "O pasto vem de repente. O tempo está quente e ele brota rapidamente", explicou o criador Hélio Machado.

O poço, aberto na semana passada, está cheio de água. É uma situação bem diferente da que vinha acontecendo nos últimos dias. Apesar do tempo nublado pela região, água caindo do céu é coisa rara. Os produtores dizem que precisam de pelo menos uma semana de chuva para resolver o problema.

"Esse é um alento para os produtores, mas não o suficiente para que a gente possa considerar a situação normal. Está longe de ser normalizada", disse Ary Correia, secretário de agricultura de Itapemirim.

Culturas como a do café, da mandioca e da cana-de-açúcar sofrem com a estiagem. A fruticultura foi o setor mais castigado. A plantação de abacaxi em Marataízes foi toda perdida. Pelo lugar, não há alternativa.

"A solução é arar e plantar de novo. E esperar o ano que vem, se Deus quiser, chover. Se não tiver chuva, não funciona e não tem abacaxi", falou o agricultor Cremildo Marvilla.
Fonte: Site GazetaOnline

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Calor e seca afetam lavouras do Espírito Santo e da Bahia

No Espírito Santo, o café é uma das culturas mais prejudicadas. Cerca de 90 mil produtores sofrem com a estiagem. Na Bahia, o solo foi preparado, mas ainda não foi possível iniciar o plantio.




Fonte: Site GazetaOnline e G1.com