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quarta-feira, 26 de maio de 2010

Crédito rural: aumento de 26% confirma incentivo ao médio produtor e a agricultura sustentável

Faltando dois meses para o fim da safra 2009/2010, a concessão de crédito para o setor rural é quase 26% superior ao que foi aplicado no mesmo período da safra anterior, passando de R$ 57,6 bilhões para R$ 72,4 bilhões, entre julho e abril. Apenas para a agricultura comercial foram aplicados R$ 62,9 bilhões de julho a abril de 2009/2010 – 27% a mais do que no mesmo período do ciclo 2008/2009. Para investimento, os recursos passam de R$ 8 bilhões.

Produção sustentável – Entre julho de 2009 e abril de 2010, o crédito concedido pelo Programa de Incentivo à Produção Sustentável do Agronegócio (Produsa) foi de R$ 380 milhões, quase cinco vezes mais do que o volume liberado no mesmo período do ciclo anterior. “Esses resultados indicam que o produtor rural está cada vez mais preparado para adaptar-se ao desenvolvimento sustentável que incluirá, a partir da próxima safra, um novo programa de investimento para a agricultura de baixo carbono”, observa o ministro da Agricultura, Wagner Rossi.

Entre julho de 2009 e abril de 2010, a aplicação de recursos do Programa de Geração de Emprego e Renda Rural (Proger Rural), destinado ao produtor de médio porte, é cinco vezes maior ao que investido no mesmo período da safra 2008/2009. Os dados consolidados da concessão de crédito até abril indicam quase R$ 2,5 bilhões, incluindo custeio e investimento.

Custeio e comercialização - Os 49,8 bilhões liberados para custeio e comercialização beneficiaram também os produtores que utilizaram os recursos para estocagem. Para a comercialização, neste ano, mais de R$ 17 bilhões foram aplicados até agora - representando um crescimento de 39,7% em relação ao mesmo período de 2009. Desse total, R$ 7,4bilhões foram destinados a Empréstimo do Governo Federal (EGF) e R$ 4,7 bilhões em crédito agroindustrial.

Outros R$ 643 milhões foram direcionados para Linha de Crédito Especial (LEC) com a finalidade de apoiar a comercialização de café, leite e derivados, milho, lã, mel, carne suína e frutas. Destaque para a cadeia produtiva de maçã, pêssego, abacaxi, maracujá, pêssego e goiaba que já recebeu R$ 108 milhões nesta safra por meio da LEC. A linha é um instrumento para incentivar, especialmente, a agroindústria de sucos de frutas e outros derivados.
Fonte: Revista Cafeicultura

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Incentivo ao consumo do café capixaba


Para aumentar a popularidade da bebida produzida no Estado, será realizado, em 2010, o primeiro Salão de Cafés Especiais

Para incentivar o consumo de café no Espírito Santo, o Sindicato da Indústria de Torrefação e Moagem de Café do Estado (Sincafé) lançou ontem, em Vitória, em solenidade com autoridades, o Primeiro Salão de Cafés Especiais no Espírito Santo. O evento, aberto ao público, será realizado em junho de 2010.

No Salão do Café, será mostrada a história do produto, seu desenvolvimento, importância nacional e a qualidade do produto cultivado e industrializado no Estado.
“Esta é uma iniciativa muito importante para dar mais visibilidade ao produto que industrializamos e produzimos aqui”, frisou o secretário de Estado da Agricultura (Seag), Ricardo Santos.

O objetivo dos produtores e indústrias no Estado é mostrar à população a qualidade do café capixaba e aumentar o consumo local. Hoje, o plantio de café representa 43% do valor bruto da produção agrícola do Estado, segundo a Seag. O setor é responsável por 400 mil empregos diretos.

VICE-LÍDER
Com apenas 0,5% do território nacional, o Estado é o segundo maior produtor de café do País. A produção mensal é de cerca de 1.200 toneladas. Deste total, 3% correspondem a cafés especiais, o que equivale a 35 toneladas.

As informações foram divulgadas pelo Sincafé, que aponta um crescimento de 25% no consumo de cafés especiais nos últimos dois anos. Segundo o presidente da entidade, Egídio Malanquini, desde 2006 o foco estadual está voltado para esse tipo de café. O Espírito Santo é o maior produtor de conilon do País e produz o arábica.

“Com a vinda de algumas multinacionais de café para o Brasil, vimos a necessidade de elevar nossa qualidade e passamos a focar em cafés de alta qualidade”, explica.

Os Números
2º lugar é a posição do Estado no ranking dos maiores produtores de café
1.200 toneladas de café são produzidas por mês no Estado
Fonte: Jornal A Tribuna