Mostrando postagens com marcador mínimos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador mínimos. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Preços mínimos do café são mantidos

Os preços mínimos do café safra 2010/2011 serão mantidos em relação aos valores da safra anterior. A decisão, resultado de voto do Conselho Monetário Nacional (CMN), foi publicada na Portaria Nº 392, do Diário Oficial da União (DOU) desta quarta-feira (19).

Desde 1º de maio, continua a vigorar o valor de R$ 261,69 a saca de 60 quilos para o café arábica, tipo 6, bebida dura para melhor. Para o robusta, foi mantido o valor de R$ 156,57, bebida tipo 7.

A medida vale por prazo indeterminado, de forma semelhante aos demais produtos atendidos pela Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM).
Fonte: Notícias Agrícolas

segunda-feira, 3 de maio de 2010

CMN mantém preço mínimo do café para safra 2009/2010

Em reunião realizada no dia 29 de abril de 2010, o Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou hoje a manutenção, para a safra 2009/2010, dos preços mínimos dos cafés arábica e robusta em valores iguais ao da safra anterior. Assim, a saca de 60 quilos para o café arábica continuará em R$ 261,69 e para o café robusta, em R$ 156,57. A partir de agora, no entanto, esses valores passam a vigorar por tempo indeterminado.

Até hoje, o CMN tinha que discutir os preços mínimos do café para cada safra. Com a medida, caso os preços sejam mantidos de uma safra para outra, como foi o caso, bastará o Ministério da Agricultura publicar uma portaria divulgando a decisão.

Segundo o secretário adjunto de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Gilson Bittencourt, a manutenção dos preços mínimos foi baseada na manutenção dos custos de produção. “Se por um lado, houve elevação dos gastos com mão de obra, por outro houve redução dos preços dos insumos”, afirmou.
Fonte: Revista Cafeicultura

sexta-feira, 30 de abril de 2010

CMN mantém preço mínimo do café para safra 2009/2010

O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou nesta quinta-feira (29) a manutenção, para a safra 2009/2010, dos preços mínimos dos cafés arábica e robusta em valores iguais ao da safra anterior. Assim, a saca de 60 quilos para o café arábica continuará em R$ 261,69 e para o café robusta, em R$ 156,57. A partir de agora, no entanto, esses valores passam a vigorar por tempo indeterminado.

Até hoje, o CMN tinha que discutir os preços mínimos do café para cada safra. Com a medida, caso os preços sejam mantidos de uma safra para outra, como foi o caso, bastará o Ministério da Agricultura publicar uma portaria divulgando a decisão.

Segundo o secretário adjunto de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Gilson Bittencourt, a manutenção dos preços mínimos foi baseada na manutenção dos custos de produção. “Se por um lado, houve elevação dos gastos com mão de obra, por outro houve redução dos preços dos insumos”, afirmou.
Fonte: Revista Cafeicultura

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Preços mínimos do café subiram até 76% em três anos, diz Mapa

Entre 2007 e 2009, os preços mínimos do café foram reajustados pelo governo federal em até 76%. O valor, fixado pelos Ministérios da Agricultura e Fazenda a cada safra, faz parte da Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM).

No período, o preço determinado para o café robusta tipo 7 subiu de R$ 89 (vigência entre abril de 2007 e de 2008) para R$ 156,57 (válido entre abril de 2009 e de 2010), aumento de quase 76%. Já para o arábica tipo 6, o preço mínimo passou de R$ 157 para R$ 261,69, crescimento de 67%.

Robusta (ou conilon) e arábica são as principais espécies comercializadas no País. Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo e Paraná são os maiores produtores nacionais do grão.

Além dos reajustes no preço mínimo, o Ministério da Agricultura adotou outras ações de apoio à cafeicultura, como os financiamentos do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé), que totalizaram R$ 5,47 bilhões, nos últimos três anos. Em 2009, o governo ainda definiu um conjunto de medidas para fortalecer o setor, como conversão em sacas de café da linha de estocagem da safra 2008/2009, Aquisições do Governo Federal (AGF), prorrogação de dívidas de custeio e colheita e redução da taxa de juros de 7,5% para 6,75% aplicadas aos financiamentos do Funcafé.
Fonte: Revista Cafeicultura