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sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Cooxupé atinge recebimento de 5 milhões de sacas

A maior cooperativa de café do mundo, a Cooxupé, completou ontem, terça-feira (11), a captação de cinco milhões de sacas. A cooperativa vai ter muito que comemorar este ano, pois esta é apenas mais uma marca entre as muitas que deve bater em 2010. Segundo o jornal Brasil Econômico, o faturamento também deve crescer cerca de 15%. Ainda de acordo com a matéria, a Cooxupé fechou 2009 com um faturamento de R$ 1,56 bilhão e, neste ano, deve contabilizar R$ 1,8 bilhão. A receita vem do café verde em 75%, a venda de insumos é responsável por 25% desse montante e outras atividades fica com 5%.

Ainda comparando-se com o ano passado, a Cooxupé comercializou 4,2 milhões de sacas e agora deve vender 4,5 milhões de sacas. A diferença não é grande, mas esse fator se deu porque no ano passado os produtores guardaram um pouco do café para vendê-lo em época de melhores preços, como o que está acontecendo e o mesmo deve se repetir nesse ano, considerando-se que no ano que vem a safra será menor, devido à bianualidade da produção.

Rigor

Apesar da crise que o setor vem atravessando, a Cooxupé vem obtendo resultados positivos ao longo de sua história. E o presidente da cooperativa, Carlos Paulino, explica porque, de acordo com o Jornal Brasil Econômico, em matéria do dia 30 de setembro: "Quem quebra as cooperativas são os cooperados, quando não pagam suas dívidas com elas. Mas nós temos uma política rigorosa de crédito", disse o presidente.

Infraestrutura

A Cooxupé foi fundada há 75 anos, como uma cooperativa de crédito agrícola e em 1957 transformou-se em uma cooperativa para cafeicultores.

Atualmente, para armazenagem, processamento e comercialização de tanto café, a Cooxupé deve concluir até março de 2011 um novo complexo, em Guaxupé, cidade sede da cooperativa. O empreendimento terá capacidade para armazenar 1,1 milhão de sacas e processar 10 mil sacas por dia, dobrando o volume diário atual. "Já investimos R$ 31 milhões e faltam R$ 20 milhões até a conclusão da obra", diz Paulino, sendo que os R$ 50 milhões foram obtidos através do Banco Nacional de Desenvolvimento Social. (BNDES).

A cooperativa conta com aproximadamente 12 mil cooperados e mais de dois mil colaboradores, recebendo café produzido em mas de 200 municípios, localizados nas regiões Sul de Minas, Alto Paranaíba (Cerrado Mineiro) e Vale do Rio Pardo, no estado de São Paulo.

Para atender tantos cooperados que atuam nessa grande região de produção, conta com dez núcleos em diferentes cidades, seis filiais e seis unidades avançadas, que oferecem serviços de armazenagem, atendimento técnico, comercialização, entre outros, como as lojas para fornecimento de insumos.
Fontes: Site Cooxupé/ Jornal Brasil Econômico

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Cooperativa internacional firma parceria com a agricultura orgânica do Estado

A presença da delegação de agricultores capixabas na Feira Internacional de Produtos Orgânicos (Biofach) em Nuremberg, na Alemanha, trouxe bons frutos para o Espírito Santo. Esta semana, dois representantes da Cooperativa Sem Fronteira (SCF Internacional), organização que promove o desenvolvimento, crescimento e a integração de empresas agrícolas organizadas de forma coletiva, estiveram no Estado.

Eles foram recebidos pelo gerente de Agricultura Orgânica, da Secretaria de Estado da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag), Decimar Schultz, e visitaram a Chão Vivo, em Santa Maria de Jetibá, e a Cooperativa dos Agricultores Familiares do Território do Caparaó (Coofaci), de Iúna. O principal objetivo dessa visita é melhorar o mercado para os grupos de base familiar que desenvolvem a agricultura orgânica, viabilizando o comércio justo.

A visita à Coofaci gerou o interesse de intermediar, através da Sem Fronteira, a comercialização de café para a empresa italiana, do grupo Alcenero Mielizia. Esta ação tem a parceria da Seag, do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper), e do Sebrae-ES.

Segundo Decimar Schultz, a parceria irá integrar os agricultores do Espírito Santo com os da Europa. “Isso proporciona o comércio justo, que é bom para nós e, consequentemente para o mercado, pois o preço fica mais acessível para ambos. Esse tipo de ação pode também motivar novos agricultores a aderirem ao sistema orgânico”, afirma.

A CSF busca desenvolver e promover o crescimento de pequenas empresas ou cooperativas agrícolas e alimentares. Promovendo, assim, uma ponte entre os produtores e consumidores tendo como resultado a comercialização local e internacional.

Os produtos mais comercializados no mercado internacional são: açúcar mascavo (panela); bolachas de cacau com quinua; cacau da poeira para a confeitaria; café (expresso e moca); cinco tipos diferentes de chocolates na barra; mel polifloral; sucos de fruta (laranja, mandarina, polpa de banana).
Fonte: Seag

segunda-feira, 1 de março de 2010

Cooperativa ganha armazém novo para café

A Cooperativa Agropecuária Centro Serrana (Coopeavi), inaugura, no próximo dia 6, uma nova área para armazenagem de café. O novo armazém, construído na localidade de São Sebastião de Belém, em de Santa Maria de Jetibá, teve investimento de R$ 800 mil.

Segundo o gerente Executivo da Coopeavi, Marcelino Bellardt, a construção foi para atender o crescimento da instituição nesse ramo. A falta de espaço era um entrave para o desenvolvimento dos negócios na área de café, explica.

“Há um grande potencial para crescimento, mas nós estávamos limitados a uma capacidade de armazenagem, que era nosso grande gargalo”, enfatiza. Com atuação tradicional na comercialização de ovos, há sete anos a Coopeavi, passou a oferecer aos associados os serviços de armazenamento e comercialização de café.

Em pouco tempo, a armazenagem de café tornou-se um dos principais negócios da instituição. Nos primeiros anos a cooperativa registrava recepção de cerca de 10 mil sacas de café. O negócio foi se expandindo e a recepção passou para 120 mil sacas anuais, alta de 1.100%.

Com o investimento, a cooperativa dobrou sua capacidade de recepção de café, passando de 40 mil para 80 mil sacas, potencializando a capacidade de armazenagem no município. A Coopeavi tem outro outro armazém de café, em Afonso Cláudio, com capacidade para a armazenagem de 30 mil sacas.
Fonte: Site Jornal A Gazeta